Comentário Bíblico
Adventista
A vida - (cba)
João 1:4
Do gr. zõê, princípio de vida partilhado por todos os seres vivos, a antítese de morte. João está pensando também na vida espiritual e, mais particularmente, na vida eterna, à qual tem acesso o que recebe a Cristo e nEle crê (ver João 1:12). Por causa do pecado, o ser humano se separou da fonte da vida e, portanto, se tornou sujeito à morte, mas a oportunidade de vida eterna foi restaurada por meio de Jesus Cristo (Romanos 5:12,18; Romanos 6:23) e, com ela, tudo o mais que Adão perdeu por causa da transgressão (ver João 10:10; João 11:25; João 14:6). “Em Cristo há vida original, não emprestada, não derivada” (D TN, 530).
- 12 Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus; João 1:12 12 Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram. 18 Portanto, assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação e vida. Romanos 5:12,18 23 Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor. Romanos 6:23 10 O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. João 10:10 25 Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá; João 11:25 6 Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. João 14:6
A luz dos homens - (cba)
João 1:4
No grego, o artigo definido precede tanto “vida’ quanto luz, o que torna ambas equivalentes. Havia tempo que as trevas espirituais envolviam os seres humanos, mas a “verdadeira Luz,” (João 1:9) da vida e da perfeição divinas então brilhou para iluminar o caminho de todos (cf. Isaías 9:1,2). Não só a luz do Céu brilha por meio de Cristo, mas Ele é essa luz (João 1:9). João cita essa afirmação de Cristo vez após vez (ver João 8:12; João 9:5; João 12:35,46; 1 João 1:5,6; 1 João 2:8). A luz é símbolo da presença divina (ver com. de Gênesis 3:24). Como primeiro ato da criação, Deus inundou o mundo de luz (Gênesis 1:3). Da mesma forma, ao iniciar a obra de recriação de Sua imagem na humanidade, Deus primeiramente ilumina o coração e a mente com a luz do amor divino (2 Coríntios 4:6). “Pois em Ti”, diz. o salmista, “está o manancial da vida; na Tua luz, vemos a luz" (Salmos 36:9).
- 9 Pois a verdadeira luz, que alumia a todo homem, estava chegando ao mundo. João 1:9 1 Mas para a que estava aflita não haverá escuridão. Nos primeiros tempos, ele envileceu a terra de Zebulom, e a terra de Naftali; mas nos últimos tempos fará glorioso o caminho do mar, além do Jordão, a Galiléia dos gentios. 2 O povo que andava em trevas viu uma grande luz; e sobre os que habitavam na terra de profunda escuridão resplandeceu a luz. Isaías 9:1,2 12 Então Jesus tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida. João 8:12 5 Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo. João 9:5 35 Disse-lhes então Jesus: Ainda por um pouco de tempo a luz está entre vós. Andai enquanto tendes a luz, para que as trevas não vos apanhem; pois quem anda nas trevas não sabe para onde vai. 46 Eu, que sou a luz, vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas. João 12:35,46 5 E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é luz, e nele não há trevas nenhumas. 6 Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos nas trevas, mentimos, e não praticamos a verdade; 1 João 1:5,6 8 Contudo é um novo mandamento que vos escrevo, o qual é verdadeiro nele e em vós; porque as trevas vão passando, e já brilha a verdadeira luz. 1 João 2:8 24 E havendo lançado fora o homem, pôs ao oriente do jardim do Éden os querubins, e uma espada flamejante que se volvia por todos os lados, para guardar o caminho da árvore da vida. Gênesis 3:24 3 Disse Deus: haja luz. E houve luz. Gênesis 1:3 6 Porque Deus, que disse: Das trevas brilhará a luz, é quem brilhou em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo. 2 Coríntios 4:6 9 pois em ti está o manancial da vida; na tua luz vemos a luz. Salmos 36:9
Nota Adicional a João 1 - (cba)
João 1:1-51
A fé cristã encontra sua fonte, seu centro e sua certeza no Cristo histórico do NT. Como é dito em João 1:1,2,3,14 (ver com. ali) e sistematicamente afirmado ao longo de todo o NT, Cristo é verdadeiro Deus no sentido absoluto e irrestrito do termo e verdadeiro homem em todos os aspectos, exceto no pecado. Na encarnação, a divindade e a humanidade foram inseparavelmente unidas na pessoa de Jesus Cristo, o Deus-homem singular (ver com. de Mateus 1:1).
- 1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. 14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. João 1:1,2,3,14 1 Livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão. Mateus 1:1
Mas as Escrituras também declaram que o Senhor é nosso Deus, o Senhor e um so (Deuteronômio 6:4, NVI, margem; Marcos 12:29). Assim, o legado da verdade do qual a igreja cristã é herdeira inclui o paradoxo de um monoteísmo triúno e o mistério de um Deus encarnado, conceitos que transcendem a compreensão finita, mas demandam análise e reflexão. Contudo, para os cristãos dos tempos apostólicos, o fato dinâmico de um Senhor crucificado, ressurreto e vivo, que muitos deles haviam visto e ouvido (ver João 1:14; 2 Pedro 1:16; João 1:1-3), relegou as questões cristológicas a um lugar de menos importância.
- 4 Ouve, ó Israel; o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Deuteronômio 6:4 29 Respondeu Jesus: O primeiro é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Marcos 12:29 14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. João 1:14 16 Porque não seguimos fábulas engenhosas quando vos fizemos conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, pois nós fôramos testemunhas oculares da sua majestade. 2 Pedro 1:16 1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. João 1:1-3
Mas, após aquela geração (ver Apocalipse 2:4; Josué 24:31), a visão de um Senhor vivo foi se dissipando e a pureza e a devoção original foram se desvanecendo. Os crentes negligenciaram cada vez mais as realidades práticas do evangelho e se voltaram para seus intrigantes aspectos teóricos, com a ilusão de que, usando os intrincados raciocínios da filosofia, poderiam encontrar a Deus (ver Jó 11:7; Romanos 11:33). Entre as diversas heresias que surgiram para perturbar a igreja, nenhuma foi mais complexa do que aquelas que diziam respeito à natureza e à pessoa de Cristo. A controvérsia em torno desse tema agitou a igreja por séculos e foi marcada por uma longa sucessão de heresias, concílios e cismas.
- 4 Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Apocalipse 2:4 31 Serviu, pois, Israel ao Senhor todos os dias de Josué, e todos os dias dos anciãos que sobreviveram a Josué e que sabiam toda a obra que o Senhor tinha feito a favor de Israel. Josué 24:31 7 Poderás descobrir as coisas profundas de Deus, ou descobrir perfeitamente o Todo-Poderoso? Jó 11:7 33 Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Romanos 11:33
Para uma pessoa alheia à história da igreja, um estudo detalhado dessa controvérsia pode parecer destituído de interesse e valor prático. No entanto, deve-se considerar que, hoje, não menos do que nos tempos apostólicos, a fé cristã se centraliza no Cristo histórico do NT. Além disso, sob uma forma ou outra, várias heresias antigas acabaram sobrevivendo ou foram revividas. A partir de uma breve recapitulação dos rumos dessa controvérsia antiga, os cristãos modernos podem aprender a reconhecer os mesmos erros que deixaram perplexos seus antigos irmãos em eras passadas (ver João 8:32; 1 João 4:1) e a estar alertas, a fim de evitá-los.
- 32 e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:32 1 Amados, não creiais a todo espírito, mas provai se os espíritos vêm de Deus; porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo. 1 João 4:1
As duas principais fases desse longo debate geralmente são conhecidas como a, controvérsia trinitariana e a controvérsia cristológica. A primeira tinha que ver com o status de Cristo como Deus, e a segunda, com a relação entre Suas naturezas humana e divina durante a encarnação. A controvérsia trinitariana girou em torno das batalhas da igreja contra o docetismo, o monarquianismo e o arianismo, do primeiro ao quarto séculos. Por sua vez, a controvérsia cristológica tratava com o nestorianismo, o monofisismo e o monotelismo, do quinto ao sétimo séculos.
A igreja apostólica — A crença da igreja apostólica em relação a Jesus é bem resumida na afirmação de Pedro de que Jesus é “o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:16) e na simples declaração de fé citada por Paulo: “Jesus é o Senhor [gr. Kurius, equivalente aqui ao heb. Yahweh]” (1 Coríntios 12:3, ARC). Os cristãos primitivos acreditavam que Jesus era Deus no mais elevado sentido da palavra e fizeram dessa crença a pedra angular de sua fé (ver com. de Mateus 16:18). “Carne e sangue” não podiam revelar ou explicar essa verdade; ela precisa ser aceita pela fé (ver Mateus 16:17). Essa certeza implícita da igreja primitiva com respeito à Trindade e à natureza divino-humana de Cristo estava fundamentada nos claros ensinos de Jesus e dos apóstolos. Não muito tempo após a ascensão de Cristo, contudo, “lobos vorazes” começaram a devorar o rebanho, e dentro da própria igreja surgiram homens falando “coisas pervertidas” para arrastar os discípulos atrás deles (ver Atos 20:29,30).
- 16 Respondeu-lhe Simão Pedro: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Mateus 16:16 3 Portanto vos quero fazer compreender que ninguém, falando pelo Espírito de Deus, diz: Jesus é anátema! e ninguém pode dizer: Jesus é o Senhor! senão pelo Espírito Santo. 1 Coríntios 12:3 18 Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do hades não prevalecerão contra ela; Mateus 16:18 17 Disse-lhe Jesus: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelou, mas meu Pai, que está nos céus. Mateus 16:17 29 Eu sei que depois da minha partida entrarão no meio de vós lobos cruéis que não pouparão rebanho, 30 e que dentre vós mesmos se levantarão homens, falando coisas perversas para atrair os discípulos após si. Atos 20:29,30
Docetismo e gnosticismo — O primeiro erro concernente à natureza e à pessoa de Cristo é geral mente denominado docetismo. Este nome vem de uma palavra grega que significa “parecer”. O docetismo assumiu várias formas, mas a ideia básica era que Cristo somente parecia ter um corpo, que Ele era um fantasma e não um homem. O Verbo teria Se encarnado apenas na aparência. Essa heresia surgiu nos tempos apostólicos e persistiu até quase o final do segundo século.
O docetismo era característico de grupos como os ebionitas e os gnósticos. Os primeiros eram cristãos judeus que aderiam estritamente aos ritos e práticas do judaísmo. Os últimos eram primariamente cristãos gentios. O gnosticismo era pouco mais que uma mistura de várias filosofias pagãs ocultas sob o disfarce de uma terminologia cristã.
Uma tradição antiga e possivelmente autêntica identifica Simâo, o mago, (ver Atos 8:9-24) como o primeiro proponente do erro concernente à natureza e à pessoa de Cristo e como o primeiro cristão gnóstico. Anos mais tarde, surgiu em Alexandria um cristão de nome Cerinto, classificado por alguns como ebionita e, por outros, como gnóstico. Ele negava que Cristo tinha vindo em carne, afirmando que Sua suposta encarnação era apenas aparente, não real. Os ebionitas não eram gnósticos, mas tinham conceitos semelhantes a respeito cia humanidade de Cristo. Eles consideravam Cristo apenas como o filho literal de José, e que teria sido escolhido por Deus como o Messias por ter sido distinguido pela piedade e observância da lei; por isso, teria sido adotado como Filho de Deus no batismo. Um grupo dos ebionitas, os elcasitas, ensinavam que Cristo literalmente havia sido “gerado” pelo Pai em eras passadas e, assim, era inferior a Ele.
Em contraste com os ebionitas, que consideravam Cristo essencialmente como um tipo superior de ser humano, os gnósticos negavam que Ele fosse um ser humano. Concebiam Cristo como um fantasma, ou “aeon”, que temporariamente teria tomado posse de Jesus, um ser humano comum. A Divindade não teria Se encarnado de fato. Com respeito ao impacto do gnosticismo sobre o cristianismo, Kenneth Scott Latourette, o historiador da igreja, sugere que “durante certo tempo a maioria daqueles que se consideravam cristãos aderiam a uma ou outra de suas muitas formas” (K. S. Latourette, A History of Christianity, p. 123). Tendo surgido gradualmente nos tempos apostólicos, o gnosticismo alcançou o clímax de sua influência sohre a igreja durante o 2° século. Reconhecendo a grave ameaça provocada pelo gnosticismo, a igreja lutou heroicamente contra o mesmo.
Escrevendo durante a última metade do 2° século, Irineu diz que João escreveu seu evangelho com o propósito específico de refutar os conceitos docéticos de Cerinto (Irineu, Contra Heresias, xi.l; ver João 1:1,2,3,14; João 20:30,31). Nas epístolas, João adverte ainda mais claramente contra a heresia docética, cujos advogados ele rotula como anticristos (1 João 2:18-26; João 4:1,2,3,9,14; 2 João 1:7,10). Durante seu primeiro aprisionamento em Roma (c. 62 d.C.), Paulo advertiu os crentes de Colossos contra o docetismo (Colossenses 2:4,8,9,18); e, mais ou menos na mesma época, Pedro emitiu uma advertência ainda mais forte (2 Pedro 2:1-3). Judas (João 1:4) se refere à heresia docética. Os “nicolaítas” de Apocalipse 2:6 eram gnósticos, embora não necessariamente docetistas (Irineu, Contra Heresias, xi.l).
- 1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. 14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. João 1:1,2,3,14 30 Jesus, na verdade, operou na presença de seus discípulos ainda muitos outros sinais que não estão escritos neste livro; 31 estes, porém, estão escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome. João 20:30,31 18 Filhinhos, esta é a última hora; e, conforme ouvistes que vem o anticristo, já muitos anticristos se têm levantado; por onde conhecemos que é a última hora. 19 Saíram dentre nós, mas não eram dos nossos; porque, se fossem dos nossos, teriam permanecido conosco; mas todos eles saíram para que se manifestasse que não são dos nossos. 20 Ora, vós tendes a unção da parte do Santo, e todos tendes conhecimento. 21 Não vos escrevi porque não soubésseis a verdade, mas porque a sabeis, e porque nenhuma mentira vem da verdade. 22 Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Esse mesmo é o anticristo, esse que nega o Pai e o Filho. 23 Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; aquele que confessa o Filho, tem também o Pai. 24 Portanto, o que desde o princípio ouvistes, permaneça em vós. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também vós permanecereis no Filho e no Pai. 25 E esta é a promessa que ele nos fez: a vida eterna. 26 Estas coisas vos escrevo a respeito daqueles que vos querem enganar. 1 João 2:18-26 1 Quando, pois, o Senhor soube que os fariseus tinham ouvido dizer que ele, Jesus, fazia e batizava mais discípulos do que João 2 (ainda que Jesus mesmo não batizava, mas os seus discípulos) 3 deixou a Judéia, e foi outra vez para a Galiléia. 9 Disse-lhe então a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (Porque os judeus não se comunicavam com os samaritanos.) 14 mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que jorre para a vida eterna. João 4:1,2,3,9,14 7 Porque já muitos enganadores saíram pelo mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Tal é o enganador e o anticristo. 10 Se alguém vem ter convosco, e não traz este ensino, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis. 2 João 1:7,10 4 Digo isto, para que ninguém vos engane com palavras persuasivas. 8 Tendo cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo; 9 porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade, 18 Ninguém atue como árbitro contra vós, afetando humildade ou culto aos anjos, firmando-se em coisas que tenha visto, inchado vãmente pelo seu entendimento carnal, Colossenses 2:4,8,9,18 1 Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. 2 E muitos seguirão as suas dissoluções, e por causa deles será blasfemado o caminho da verdade; 3 também, movidos pela ganância, e com palavras fingidas, eles farão de vós negócio; a condenação dos quais já de largo tempo não tarda e a sua destruição não dormita. 2 Pedro 2:1-3 4 Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens; João 1:4 6 Tens, porém, isto, que aborreces as obras dos nicolaítas, as quais eu também aborreço. Apocalipse 2:6
Durante a primeira metade do 2° século, vários gnósticos perseguiram a igreja com suas heresias corruptoras. Entre esses, destacaram-se Basílides e Valentino (Valentim) de Alexandria. Mas talvez o mais influente e bem-sucedido proponente das ideias docéticas tenha sido Marcion, durante a última metade do 2° século. Ele não foi, de maneira alguma, um gnóstico, mas seus conceitos sobre Cristo se assemelhavam muito aos dos gnósticos. Ele afirmava que o nascimento, a vida física e a morte de Jesus não tinham sido reais, mas simplesmente uma aparência de realidade.
A igreja lutou corajosamente contra o docetismo. Durante a última metade do 2° século, Irineu se destacou ousadamente como o grande paladino da ortodoxia contra a heresia. Sua obra argumentativa Contra Heresias, especificamente a heresia gnóstica, chegou até nossos dias. Irineu enfatizou a unidade de Deus.
Monarquianismo — Como o nome indica, a unidade da Divindade era a ênfase do monarquianismo (um “monarca” é, literalmente, um governante único ). Era, na verdade, uma reação contra os muitos deuses gnósticos e os dois deuses de Marcion: o Deus do AT, que ele considerava um Deus mau, e Cristo, um Deus de amor. Como ocorre frequentemente com os movimentos reacionários, o monarquianismo foi para o extremo oposto e, como resultado, se tornou uma heresia que a igreja, mais tarde, achou necessário condenar.
Talvez a tendência que caracterizava o monarquianismo possa, de maneira geral, receber o mérito de ter purificado a igreja dos ensinos gnósticos, mas o remédio causou quase tanto mal quanto a doença que ele pretendia curar. A luta contra o monarquianismo começou próximo ao final do 2° século e continuou durante parte do seguinte. Havia dois tipos de monarquianos: os dinamistas (da palavra grega que significa “poder”), os quais ensinavam que o corpo humano de Jesus era animado por um poder divino e que Ele não tinha divindade própria nem possuía uma alma humana verdadeira; e os modalistas, que concebiam um Deus que havia Se revelado de diferentes modos.
A fim de manter a unidade da Divindade, os dinamistas negavam completamente a divindade de Cristo, a quem consideravam um homem escolhido por Deus para ser o Messias e ser elevado ao nível da Divindade. Segundo o adocionismo, uma variante dessa teoria, o homem Jesus alcançou a perfeição e foi adotado como o Filho de Deus por ocasião do batismo.
Os modalistas ensinavam que um só Deus havia Se revelado de diferentes modos. Negando qualquer distinção de pessoas, eles abandonaram totalmente a crença numa natureza triúna da Divindade. Aceitavam a divindade tanto do Pai quanto do Filho, mas se apressavam a explicar que os dois eram apenas designações diferentes para o mesmo ser divino. Esse ponto de vista é, às vezes, chamado de patripassianismo, porque supõe que o Pai teria Se tornado o Filho na encarnação e assim teria sofrido e morrido. Semelhantemente, na ressurreição, o Filho teria Se tornado o Espírito Santo. Uma vez que Sabélio foi o mais famoso expoente desta teoria, ela é também chamada de sabelianismo. Os sabelianistas afirmavam que os nomes da Trindade eram meramente designações pelas quais a mesma pessoa divina realizava várias funções cósmicas. Assim, antes da encarnação, este ser divino seria o Pai; na encarnação o Pai teria Se tornado o Filho; e, na ressurreição, o Filho teria Se tornado o Espírito.
No início do 3° século, Tertuliano refutou o monarquianismo modalista, enfatizando tanto a personalidade do Filho de Deus como a unidade da Divindade. Contudo, ele propôs que Cristo era um tipo de Deus subordinado, teoria conhecida como subordinacionismo.
Na metade do 3° século, Orígenes propôs a teoria da geração eterna, segundo a qual somente o Pai é Deus no mais alto sentido. O Filho é coeterno com o Pai, mas é “Deus” apenas em sentido derivado. Orígenes cria que a alma de Cristo, como a alma de todos os seres humanos, segundo ele equivocadamente supunha, era preexistente, mas diferia de todas as outras por ser pura e sem pecado. O Logos, ou Verbo divino, teria entrado em união indissolúvel com a alma humana de Jesus. Ao fazer distinção entre theos, Deus, e ho theos, o Deus, em João 1:1, Orígenes concluiu que o Filho não é Deus no sentido primário e absoluto, mas “Deus” apenas em virtude de Lhe ter sido comunicada um tipo secundário de divindade que poderia ser chamado de theos, mas não de ho theos. Assim, Cristo estaria no meio termo entre as coisas criadas e as incriadas. Orígenes é considerado o pai do arianismo.
Arianismo - No início do 4° século, Ário, um presbítero da igreja de Alexandria, adotou a teoria do Logos proposta por Orígenes, a não ser pelo fato de que ele negava qualquer substância intermediária entre Deus e os seres criados. A partir daí, ele deduziu que o Filho não seria divino em qualquer sentido da palavra, mas estritamente uma criatura, embora a mais elevada e a primeira de todas, e que, portanto, “houve [um tempo] em que Ele não era”. Ario ensinava que há apenas um ser a quem pode ser atribuída uma existência atemporal: o Pai. Ele cria que o Pai criou o Filho do nada, e que o Filho não existia antes de Sua geração por um ato da vontade do Pai. Para Ário, Cristo não era nem verdadeiramente humano (pois não tinha uma alma humana) nem verdadeiramente divino (pois não tinha a essência e os atributos de Deus). Era simplesmente o mais exaltado de todos os seres criados. O ser humano Jesus teria sido escolhido para ser o Cristo devido ao fato de, por Sua presciência, Deus saber que Ele triunfaria.
No Primeiro Concílio de Niceia, convocado em 325 d.C. para resolver a controvérsia ariana, Atanásio se destacou como “o pai da ortodoxia”, afirmando que Jesus Cristo sempre existiu e que Ele não proveio de um estado de não existência prévia, mas que era da mesma essência do Pai. Ao aplicar a Cristo o termo homoousios, “da mesma substância , o concílio afirmou sua crença de que a substância de Cristo e a do Pai eram uma só e a mesma. Homoousios não podia ser entendido de outra forma. O concílio anatematizou tanto o arianismo quanto o sabelianismo como os dois dos principais desvios da verdade e declarou que não se negava a unidade da Divindade quando se afirmava a Trindade, nem se negava a Trindade quando se afirmava a unidade. Assim, o Credo Niceno declarou que o Filho é “gerado pelo Pai [... da essência do Pai, Deus de Deus], Luz da Luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, gerado, não feito, da mesma substância que o Pai (citado em Philip Schaíl, The Creeds of Christendom, v. 1, p. 29). Este credo se tornou o teste crucial da ortodoxia trinitariana.
Os arianos rejeitaram a decisão do concílio e provocaram um cisma, e durante séculos o arianismo se demonstrou o mais aguerrido inimigo da igreja católica romana (ver com. de Daniel 7:8). Após o Primeiro Concílio de Niceia, um grupo às vezes chamado de semiariano também perturbou a igreja. A palavra-chave deles era homoiousios, pela qual descreviam o Filho como sendo de “substância semelhante” ao Pai, em contraste com o homoousios (“mesma substância”) do Credo Niceno. Apolinário e Marcelo destacaram-se entre os oponentes da ortodoxia após o Concílio de Niceia. Ambos afirmavam a unidade do divino e do humano em Cristo, mas negavam Sua humanidade, afirmando que a vontade divina tornou a natureza humana de Jesus um instrumento passivo. Esses vários problemas levaram a outro concílio, no ano 381, em Constantinopla. Este concílio reafirmou o Credo Niceno, esclareceu seu significado e afirmou a presença de duas naturezas reais em Cristo.
Nestorianismo - Após o Concílio de Constantinopla, a atenção da igreja se voltou para o chamado aspecto cristológico do problema da natureza e da pessoa de Cristo. Foram feitas tentativas de se definir a natureza dos elementos divino e humano em Cristo, a fim de se esclarecer a relação entre os dois. Como poderiam coexistir duas naturezas pessoais em uma pessoa?
Essa fase da controvérsia se polarizou em duas escolas de pensamento opostas: uma em Alexandria e outra em Antioquia, na Síria. Ambas reconheciam a verdadeira unidade da divindade e da humanidade em uma só pessoa, Jesus Cristo, mas a escola alexandrina enfatizava a unidade das duas naturezas e a importância da divindade, enquanto que a escola antioquina enfatizava a distinção entre as duas naturezas e a importância do aspecto humano.
Os partidários de Antioquia afirmavam que a divindade e a humanidade teriam entrado numa relação de constante coexistência e cooperação sem, na verdade, se mesclar. Eles separavam as duas naturezas numa única pessoa, declarando que não havia uma união completa, mas uma permanente associação. Faziam uma nítida distinção entre Cristo como o Filho de Deus e Cristo como o Filho do Homem, atribuindo à natureza humana um reconhecimento mais distinto. Entendiam que a unidade das duas naturezas se realizava através da unidade das respectivas vontades. Preservavam a realidade e a totalidade da natureza humana de Cristo, mas colocavam em perigo a unidade da pessoa. Era uma união imperfeita, incompleta, indefinida e mecânica, na qual as duas naturezas não estavam verdadeiramente unidas numa única pessoa autoconsciente.
Os alexandrinos, por outro lado, concebiam uma mistura completa das duas naturezas, sendo que a humana se fundia em uma só com a divina e se tornava subordinada a ela.
Deus, assim, teria entrado na humanidade e, por meio dessa união da divindade com a humanidade, teria se tornado possível que Cristo levasse a humanidade de volta a Deus.
A colisão entre essas duas escolas de pensamento alcançou o clímax na controvérsia nestoriana, no início do 5° século. Nestório, de Antioquia, admitia a verdadeira divindade e a verdadeira humanidade, mas negava a união delas numa única pessoa autoconsciente. O Cristo nestoriano era, na verdade, duas pessoas que desfrutavam uma união moral e de afinidades, mas sem que qualquer das duas fosse decisivamente afetada pela outra. A divindade não é humilhada; a humanidade não é exaltada. Havia um Deus e havia um homem, mas não havia um Deus-homem.
Assim, foi convocado em Efeso, em 431, o terceiro concílio ecumênico da igreja, com o propósito de resolver a disputa entre as escolas de Antioquia e Alexandria. O concílio condenou Nestório e seus ensinos, mas não considerou necessário elaborar um novo credo para substituir o Credo Niceno. Na verdade nada foi estabelecido ou realizado, exceto o alargamento da brecha, e a controvérsia resultante tomou tal proporção que todos os outros problemas doutrinários foram colocados de lado.
Monofisismo — Após o Concílio de Efeso, surgiu ainda outra teoria, conhecida como monofisismo ou eutiquianismo, que se caracterizava por apresentar um conceito de Cristo precisamente oposto ao de Nestório. Eutico (ou Eutiques), seu principal expoente, defendia que a natureza humana original de Jesus teria se transmutado na natureza divina por ocasião da encarnação, e o resultado era que o Jesus humano e o Cristo divino se tornaram uma só pessoa e uma só natureza. Ele afirmava a unidade da autoconsciência, mas mesclava as duas naturezas de tal forma que, para propósitos práticos, elas perdiam sua identidade individual.
O Concílio de Calcedônia, convocado em 451 para discutir o nestorianismo e o monofisismo, condenou a ambos. Tanto Nestório quanto Eutico rejeitaram a decisão do concílio e fundaram seitas cristãs independentes, como Ário havia feito mais de um século antes. 4 O Concílio de Calcedônia afirmou a perfeita divindade e a perfeita humanidade de Cristo. Declarou que Ele é da mesma substância que o Pai, concernente à Sua natureza divina, e da mesma substância que nós, concernente à Sua natureza humana, a não ser pelo pecado. O concílio preservou a identidade de cada natureza e declarou que as duas eram distintas, não misturadas, imutáveis, indivisíveis e inseparáveis. A Divindade, não a humanidade, foi reconhecida como a base da personalidade de Cristo. Pelo fato de que numa única pessoa há a união de duas naturezas, o sofrimento do Deus-homem foi verdadeiramente infinito. Ele sofreu em Sua natureza humana e não na natureza divina, mas a paixão foi infinita porque a pessoa é infinita. O que mais tarde veio a ser conhecido como o Símbolo de Calcedônia diz, em parte:
Nós, então, seguindo os santos pais, todos, unanimemente, ensinamos os homens a confessarem a um só e ao mesmo Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, sendo o mesmo perfeito em Divindade e também perfeito em humanidade; verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem, constando de alma racional e corpo; consubstanciai ao Pai segundo a Divindade, e consubstanciai a nós segundo a humanidade; em tudo semelhante a nós, excetuando o pecado; gerado antes de todos os séculos pelo Pai, segundo a Divindade, e nestes últimos dias, por nós e para nossa salvação, nascido da Virgem Maria, a Mãe de Deus, segundo a Humanidade; um só e o mesmo Cristo, Filho, Senhor, Unigénito, que deve ser reconhecido em duas naturezas inconfundíveis, imutáveis, indivisíveis e inseparáveis; sendo que a distinção de naturezas de maneira alguma é removida pela união; antes, as propriedades de cada natureza são preservadas e reunidas em uma só Pessoa e uma só Hipóstase (Philip Schaff, The Creeds of Christendom, v. 2, p. 62).
O resultado do Concílio de Calcedônia iria perpetuar e intensificar o cisma no Oriente. Finalmente, o imperador Justiniano, convencido de que a segurança do império exigia uma resolução do problema, fechou permanentemente as escolas de Antioquia e Alexandria, os dois centros da controvérsia. Num segundo concílio em Constantinopla, em 553, a igreja decidiu pela forçosa supressão do monofisismo, o que causou um cisma permanente e que persiste até hoje em seitas cristãs como as dos jacobitas, os coptas e os abissínios. Reafirmando o Símbolo de Calcedônia, a igreja chegou a uma distinção definitiva entre ortodoxia e heterodoxia.
Monotelismo — É verdade que uma pergunta permaneceu sem resposta: As duas naturezas, a divina e a humana, são movidas por uma só vontade que controla ambas as naturezas, ou por duas vontades? Os monotelistas consideravam que a vontade divina era dominante, e que a vontade humana estava imersa nela.
No Terceiro Concílio de Constantinopla, em 680, a igreja decidiu que a vontade é um assunto das naturezas e não da pessoa única, e decidiu a favor de duas vontades em uma só pessoa volitiva. Isto completou a definição ortodoxa da natureza e da pessoa de Cristo para a igreja ocidental e, formalmente, encerrou as longas controvérsias trinitárias e cristológicas. Por volta do ano 730, João de Damasco recapitulou essas doutrinas para a igreja oriental. Tanto para o Oriente quanto para o Ocidente, as decisões dos concílios se tornaram dogmas.
Na época da Reforma - A Reforma evidenciou que tanto o ramo católico quanto o protestante do cristianismo estavam fundamentalmente de acordo sobre a Trindade e a natureza de Cristo. O Credo Niceno e o Símbolo de Calcedônia se demonstraram, de maneira geral, aceitáveis para ambos. Lutero ensinou um intercâmbio mútuo de características entre as duas naturezas, de maneira que o que era próprio de cada uma delas se tornou comum a ambas. A natureza divina se apropriou de tudo o que era humano em Cristo, e a humanidade recebeu o que pertencia à natureza divina. As igrejas reformadas enfatizaram a fraternidade do divino com o humano em Cristo.
Dois grupos menores da Reforma discordaram da posição de Niceia. O primeiro foi o dos soeinianos, que reavivaram basicamente a ideia monarquista de que uma Irindade divina é inconcebível. O unitarismo (unitarianismo) moderno é um continuador desse conceito. O segundo grupo foi o dos arminianos, que adotaram um ponto de vista semelhante, em alguns aspectos, ao de certos grupos anteriores: o de que o Filho é subordinado ao Pai. Este conceito, da mesma forma, é refletido por várias seitas cristãs da atualidade.
Os adventistas do sétimo dia - Os escritores e editores deste Comentário confessam que há grandes mistérios na Bíblia que transcendem os limites da compreensão finita e, assim, não podem ser definidos de maneira precisa em linguagem humana. A união do divino com o humano em Cristo é um desses mistérios. Ao lidar com questões teológicas desse tipo os adventistas do sétimo dia sempre procuraram evitar a especulação e as minúcias filosóficas, a fim de não obscurecer os desígnios divinos com palavras sem conhecimento (ver T8, 279). Se os escritores inspirados não tornaram claro cada detalhe dos mistérios divinos, por que escritores não inspirados tentariam fazê-lo? Contudo, a Escritura provê informações suficientes para nos capacitar a compreender em parte o mistério do plano da salvação. Os adventistas do sétimo dia creem em:
1. A Divindade. A Divindade, ou Trindade, consiste de três pessoas: o Pai eterno, o Senhor Jesus Cristo, Filho do Pai eterno, e o Espírito Santo (ver Mateus 28:19; João 1:1,2; João 6:27; João 14:16,17,26; Atos 5:3,4; Efésios 4:4-6; Hebreus 1:1,2,3,8; ver com. de João 1:1,2,3,14).
- 19 Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Mateus 28:19 1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. João 1:1,2 27 Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; pois neste, Deus, o Pai, imprimiu o seu selo. João 6:27 16 E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Ajudador, para que fique convosco para sempre. 17 a saber, o Espírito da verdade, o qual o mundo não pode receber; porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque ele habita convosco, e estará em vós. 26 Mas o Ajudador, o Espírito Santo a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto eu vos tenho dito. João 14:16,17,26 3 Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo e retivesses parte do preço do terreno? 4 Enquanto o possuías, não era teu? e vendido, não estava o preço em teu poder? Como, pois, formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus. Atos 5:3,4 4 Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; 5 um só Senhor, uma só fé, um só batismo; 6 um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos. Efésios 4:4-6 1 Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, 2 nestes últimos dias a nós nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, e por quem fez também o mundo; 3 sendo ele o resplendor da sua glória e a expressa imagem do seu Ser, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo ele mesmo feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade nas alturas, 8 Mas do Filho diz: O teu trono, ó Deus, subsiste pelos séculos dos séculos, e cetro de eqüidade é o cetro do teu reino. Hebreus 1:1,2,3,8 1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. 14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. João 1:1,2,3,14
“Há três pessoas vivas pertencentes à Trindade celeste [...] o Pai, o Filho e o Espírito Santo” (Ev, 615). Cristo e o Pai são “um em natureza, caráter, propósito” (PP, 34), mas “não em pessoa” (T8, 269; cf. T9, 68). O Espírito Santo “é tanto uma pessoa como o próprio Deus” (Ev, 616; ver Ellen White, Material Suplementar sobre Romanos 1:20-25).
2. A divindade e preexistência de Cristo. Cristo é Deus no sentido supremo e absoluto do termo - em natureza, em sabedoria, em autoridade e em poder (ver Isaías 9:6; Miquéias 5:2; João 1:1-3; João 8:58; João 14:8-11; Colossenses 1:15-17; Colossenses 2:9; Hebreus 1:8; ver com. de Miquéias 5:2; Mateus 1:1,23; Lucas 1:35; João 1:1-3; João 16:28; Filipenses 2:6-8; Colossenses 2:9).
- 6 Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz. Isaías 9:6 2 Mas tu, Belém Efrata, posto que pequena para estar entre os milhares de Judá, de ti é que me sairá aquele que há de reinar em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade. Miquéias 5:2 1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. João 1:1-3 58 Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou. João 8:58 8 Disse-lhe Felipe: Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta. 9 Respondeu-lhe Jesus: Há tanto tempo que estou convosco, e ainda não me conheces, Felipe? Quem me viu a mim, viu o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai? 10 Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, é quem faz as suas obras. 11 Crede-me que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim; crede ao menos por causa das mesmas obras. João 14:8-11 15 o qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; 16 porque nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele. 17 Ele é antes de todas as coisas, e nele subsistem todas as coisas; Colossenses 1:15-17 9 porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade, Colossenses 2:9 8 Mas do Filho diz: O teu trono, ó Deus, subsiste pelos séculos dos séculos, e cetro de eqüidade é o cetro do teu reino. Hebreus 1:8 1 Livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão. 23 Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, o qual será chamado EMANUEL, que traduzido é: Deus conosco. Mateus 1:1,23 35 Respondeu-lhe o anjo: Virá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso o que há de nascer será chamado santo, Filho de Deus. Lucas 1:35 28 Saí do Pai, e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo, e vou para o Pai. João 16:28 6 o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, 7 mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; 8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Filipenses 2:6-8
“Cristo é o Filho de Deus, preexistente, existente por Si mesmo. [...] Nunca houve tempo em que Ele não estivesse em íntima comunhão com o eterno Deus. [...] Ele era igual a Deus, infinito e onipotente” (Ev, 615; cf. DTN, 469, 470; Ev, 614; PP, 38, 63).
“Cristo era, essencialmente e no mais alto sentido, Deus. Estava Ele com Deus desde toda a eternidade, Deus sobre todos, bendito para todo o sempre. O Senhor Jesus Cristo, o divino Filho de Deus, existiu desde a eternidade, como pessoa distinta, mas um com o Pai” (ME1, 247; cf. DTN, 19; ver Ellen White, Material Suplementar sobre João 1:1,2,3,14; Colossenses 3:10).
- 1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. 14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. João 1:1,2,3,14 10 e vos vestistes do novo, que se renova para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou; Colossenses 3:10
3. A humanidade de Cristo. O Senhor Jesus Cristo era um ser humano verdadeiro e completo, semelhante a outros homens em todos os aspectos, exceto pelo fato de que Ele “não conheceu pecado” (2 Coríntios 5:21; ver Lucas 24:39; João 1:14; Romanos 1:3,4; Romanos 5:15; Gálatas 4:4; Filipenses 2:7; 1 Timóteo 2:5; Hebreus 2:14,17; 1 João 1:1; 1 João 4:2; 2 João 1:7; ver com. de Mateus 1:23; João 1:14; Filipenses 2:6-8).
- 21 Aquele que não conheceu pecado, Deus o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus. 2 Coríntios 5:21 39 Olhai as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede; porque um espírito não tem carne nem ossos, como percebeis que eu tenho. Lucas 24:39 14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. João 1:14 3 acerca de seu Filho, que nasceu da descendência de Davi segundo a carne, 4 e que com poder foi declarado Filho de Deus segundo o espírito de santidade, pela ressurreição dentre os mortos - Jesus Cristo nosso Senhor, Romanos 1:3,4 15 Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus, e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, abund muitos. Romanos 5:15 4 mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo de lei, Gálatas 4:4 7 mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; Filipenses 2:7 5 Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, 1 Timóteo 2:5 14 Portanto, visto como os filhos são participantes comuns de carne e sangue, também ele semelhantemente participou das mesmas coisas, para que pela morte derrotasse aquele que tinha o poder da morte, isto é, o Diabo; 17 Pelo que convinha que em tudo fosse feito semelhante a seus irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas concernentes a Deus, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo. Hebreus 2:14,17 1 O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam, a respeito do Verbo da vida 1 João 1:1 2 Nisto conheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; 1 João 4:2 7 Porque já muitos enganadores saíram pelo mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Tal é o enganador e o anticristo. 2 João 1:7 23 Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, o qual será chamado EMANUEL, que traduzido é: Deus conosco. Mateus 1:23 6 o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, 7 mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; 8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Filipenses 2:6-8
“Cristo foi um homem real” (ME1, 244), “plenamente humano” (ST, 17/06/1897), “participante de nossa natureza” (ME1, 408). “Ele veio como um bebê indefeso, tendo a mesma humanidade que nós temos” (Ms 21, 1895), e “como membro da família humana ... [era] mortal” (DTN, 484). “Ele orou por Seus discípulos e por Si mesmo, identificando-Se assim com nossas necessidades, fraquezas e falhas” (T2, 508; cf. CBV, 422; ver Ellen White, Material Suplementar sobre João 1:1,2,3,14; Colossenses 1:26,27; Hebreus 2:14-18).
- 1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. 14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. João 1:1,2,3,14 26 o mistério que esteve oculto dos séculos, e das gerações; mas agora foi manifesto aos seus santos, 27 a quem Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, a esperança da glória; Colossenses 1:26,27 14 Portanto, visto como os filhos são participantes comuns de carne e sangue, também ele semelhantemente participou das mesmas coisas, para que pela morte derrotasse aquele que tinha o poder da morte, isto é, o Diabo; 15 e livrasse todos aqueles que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à escravidão. 16 Pois, na verdade, não presta auxílio aos anjos, mas sim à descendência de Abraão. 17 Pelo que convinha que em tudo fosse feito semelhante a seus irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas concernentes a Deus, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo. 18 Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados. Hebreus 2:14-18
4. A encarnação de Cristo. A encarnação foi uma união verdadeira, completa e indissolúvel das naturezas divina e humana na pessoa de Jesus Cristo, sendo, porém, que cada natureza foi preservada intacta e distinta da outra (ver Mateus 1:20; Lucas 1:35; João 1:14; Filipenses 2:5-8; 1 Timóteo 3:16; 1 João 4:2,3; ver com. de Mateus 1:18; João 1:14; João 16:28; Filipenses 2:6-8).
- 20 E, projetando ele isso, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, pois o que nela se gerou é do Espírito Santo; Mateus 1:20 35 Respondeu-lhe o anjo: Virá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso o que há de nascer será chamado santo, Filho de Deus. Lucas 1:35 14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. João 1:14 5 Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus, 6 o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, 7 mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; 8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Filipenses 2:5-8 16 E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Aquele que se manifestou em carne, foi justificado em espírito, visto dos anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo, e recebido acima na glória. 1 Timóteo 3:16 2 Nisto conheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; 3 e todo espírito que não confessa a Jesus não é de Deus; mas é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que havia de vir; e agora já está no mundo. 1 João 4:2,3 18 Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, ela se achou ter concebido do Espírito Santo. Mateus 1:18 28 Saí do Pai, e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo, e vou para o Pai. João 16:28 6 o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, 7 mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; 8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Filipenses 2:6-8
“Cristo era um homem real. [...] Mas era Deus em carne” (YI, 13/10/1898). “Sua divindade ocultou-se na humanidade — a glória invisível na visível forma humana” (DTN, 23). “Ele tem uma natureza dupla, ao mesmo tempo humana e divina. Ele é tanto Deus quanto homem” (Ms 76, 1903).
Foi a natureza humana do Filho de Maria transformada na natureza divina do Filho de Deus? Não; as duas naturezas fundiram-se misteriosamente numa só pessoa - o homem Cristo Jesus” (Ex [MM 92], 77). “O humano não tomou o lugar do divino, nem o divino, do humano’ (ST, 10/05/1899). “A divindade não se degradou, para tornar-se humanidade; a divindade conservou seu lugar” (MEl, 408).
“Ele exibia uma humanidade perfeita, combinada com a divindade: [...] preservando distinta cada uma das naturezas” (CCB, 4° trim/1899, 102). “A humanidade de Cristo não podia ser separada de Sua divindade” (Ms 106, 1897; ver Ellen White, Material Suplementar sobre João 1:1,2,3,14; Efésios 3:8; Filipenses 2:6-8; Colossenses 2:9).
- 1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. 14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. João 1:1,2,3,14 8 A mim, o mínimo de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar aos gentios as riquezas inescrutáveis de Cristo, Efésios 3:8 6 o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, 7 mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; 8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Filipenses 2:6-8 9 porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade, Colossenses 2:9
5. A subordinação de Cristo. Assumindo voluntariamente as limitações da natureza humana na encarnação, o Senhor Jesus Cristo, dessa forma, subordinou-Se ao Pai enquanto durou Seu ministério terrestre (ver Salmos 40:8; Mateus 26:39; João 3:16; João 4:34; João 5:19,30; João 12:49; João 14:10; João 17:4,8; 2 Coríntios 8:9; Filipenses 2:7,8; Hebreus 2:9; ver com. de Lucas 1:35; Lucas 2:49; João 3:16; João 4:34; Filipenses 2:7,8).
- 8 Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração. Salmos 40:8 39 E adiantando-se um pouco, prostrou-se com o rosto em terra e orou, dizendo: Meu Pai, se é possível, passa de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres. Mateus 26:39 16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16 34 Disse-lhes Jesus: A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e completar a sua obra. João 4:34 19 Disse-lhes, pois, Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que o Filho de si mesmo nada pode fazer, senão o que vir o Pai fazer; porque tudo quanto ele faz, o Filho o faz igualmente. 30 Eu não posso de mim mesmo fazer coisa alguma; como ouço, assim julgo; e o meu juízo é justo, porque não procuro a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. João 5:19,30 49 Porque eu não falei por mim mesmo; mas o Pai, que me enviou, esse me deu mandamento quanto ao que dizer e como falar. João 12:49 10 Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, é quem faz as suas obras. João 14:10 4 Eu te glorifiquei na terra, completando a obra que me deste para fazer. 8 porque eu lhes dei as palavras que tu me deste, e eles as receberam, e verdadeiramente conheceram que saí de ti, e creram que tu me enviaste. João 17:4,8 9 pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre, para que pela sua pobreza fôsseis enriquecidos. 2 Coríntios 8:9 7 mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; 8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Filipenses 2:7,8 9 vemos, porém, aquele que foi feito um pouco menor que os anjos, Jesus, coroado de glória e honra, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos. Hebreus 2:9 35 Respondeu-lhe o anjo: Virá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso o que há de nascer será chamado santo, Filho de Deus. Lucas 1:35 49 Respondeu-lhes ele: Por que me procuráveis? Não sabíeis que eu devia estar na casa de meu Pai? Lucas 2:49
“Pondo de lado Suas vestes e coroa reais” (Ev, 614), o Filho de Deus “preferiu entregar o cetro nas mãos de Seu Pai, e descer do trono do Universo” (DTN, 22, 23). “Assumiu voluntariamente a natureza humana. Ele o fez por vontade própria, e por Seu próprio consentimento” (RH, 04/09/1900).
“Jesus condescendeu em humilhar-Se a Si mesmo, em tomar a natureza humana (S l, 20/01/1890; cf. T5, 702). “Ele Se humilhou a Si mesmo, e tomou sobre Si a mortalidade” (FV [MM 1959], 46).
“O Filho de Deus era submisso à vontade de Seu Pai e dependente de Seu poder. 1 ao plenamente vazio do próprio eu era Jesus, que não elaborava planos para Si mesmo. Aceitava os que Deus fazia a Seu respeito, e o Pai os desdobrava dia a dia” (DTN, 208; cf. 664). “Embora possuísse a natureza humana, Ele [Cristol dependia do Onipotente quanto a Sua vida. Em Sua humanidade, Ele Se apoderava da divindade de Deus” (Mar [MM 77], 300; ver Ellen White, Material Suplementar sobre Lucas 1:35).
6. A perfeição de Cristo no que diz respeito à ausência de pecado. Embora suscetível à tentação e “tentado em todas as coisas, à nossa semelhança”, Jesus, contudo, era totalmente “sem pecado” (ver Mateus 4:1-11; Romanos 8:3,4; 2 Coríntios 5:21; Hebreus 2:10; Hebreus 4:15; 1 Pedro 2:21,22; 1 João 3:5; ver com. de Mateus 4:1-11; Mateus 26:38,41; Lucas 2:40,52; Hebreus 2:17; Hebreus 4:15).
- 1 Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo Diabo. 2 E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome. 3 Chegando, então, o tentador, disse-lhe: Se tu és Filho de Deus manda que estas pedras se tornem em pães. 4 Mas Jesus lhe respondeu: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus. 5 Então o Diabo o levou à cidade santa, colocou-o sobre o pináculo do templo, 6 e disse-lhe: Se tu és Filho de Deus, lança-te daqui abaixo; porque está escrito: Aos seus anjos dará ordens a teu respeito; e: eles te susterão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra. 7 Replicou-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus. 8 Novamente o Diabo o levou a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles; 9 e disse-lhe: Tudo isto te darei, se, prostrado, me adorares. 10 Então ordenou-lhe Jesus: Vai-te, Satanás; porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. 11 Então o Diabo o deixou; e eis que vieram os anjos e o serviram. Mateus 4:1-11 3 Porquanto o que era impossível à lei, visto que se achava fraca pela carne, Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança da carne do pecado, e por causa do pecado, na carne condenou o pecado. 4 para que a justa exigência da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito. Romanos 8:3,4 21 Aquele que não conheceu pecado, Deus o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus. 2 Coríntios 5:21 10 Porque convinha que aquele, para quem são todas as coisas, e por meio de quem tudo existe, em trazendo muitos filhos à glória, aperfeiçoasse pelos sofrimentos o autor da salvação deles. Hebreus 2:10 15 Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer- se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Hebreus 4:15 21 Porque para isso fostes chamados, porquanto também Cristo padeceu por vós, deixando-vos exemplo, para que sigais as suas pisadas. 22 Ele não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano; 1 Pedro 2:21,22 5 E bem sabeis que ele se manifestou para tirar os pecados; e nele não há pecado. 1 João 3:5 38 Então lhes disse: A minha alma está triste até a morte; ficai aqui e vigiai comigo. 41 Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca. Mateus 26:38,41 40 E o menino ia crescendo e fortalecendo-se, ficando cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele. 52 E crescia Jesus em sabedoria, em estatura e em graça diante de Deus e dos homens. Lucas 2:40,52 17 Pelo que convinha que em tudo fosse feito semelhante a seus irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas concernentes a Deus, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo. Hebreus 2:17
Nosso Salvador “assumiu as vulnerabilidades da natureza humana, para ser provado e tentado” (ME1, 226). “Como qualquer filho de Adão, aceitou os resultados da operação da grande lei da hereditariedade” (DTN, 49).
“Ele poderia haver pecado; [...] mas nem por um momento houve nEle uma propensão má” (FV [MM 59], 49). Ele tomou “a natureza mas não a pecaminosidade do homem” (ST, 29/05/1901). “Ele venceu a Satanás na mesma natureza sobre a qual, no Éden, Satanás obteve a vitória [sobre Adão]” (Yl, 25/04/1901).
“Jesus não revelou qualidades, nem exerceu poderes que os homens não possam possuir mediante a fé nEle. Sua perfeita humanidade é a que todos os Seus seguidores podem possuir” (DTN, 664; cf. 24). “Com a natureza humana, manteve a pureza de Seu caráter divino” (CT [MM 2002], 246). “Nenhum traço de pecado desfigurava nEle a imagem divina” (DTN, 71; cf. 123; ver Ellen White, Material Suplementar sobre Mateus 4:1-11; Lucas 2:40,52; Colossenses 2:9,10; Hebreus 2:14-18; Hebreus 4:15).
- 1 Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo Diabo. 2 E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome. 3 Chegando, então, o tentador, disse-lhe: Se tu és Filho de Deus manda que estas pedras se tornem em pães. 4 Mas Jesus lhe respondeu: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus. 5 Então o Diabo o levou à cidade santa, colocou-o sobre o pináculo do templo, 6 e disse-lhe: Se tu és Filho de Deus, lança-te daqui abaixo; porque está escrito: Aos seus anjos dará ordens a teu respeito; e: eles te susterão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra. 7 Replicou-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus. 8 Novamente o Diabo o levou a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles; 9 e disse-lhe: Tudo isto te darei, se, prostrado, me adorares. 10 Então ordenou-lhe Jesus: Vai-te, Satanás; porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. 11 Então o Diabo o deixou; e eis que vieram os anjos e o serviram. Mateus 4:1-11 40 E o menino ia crescendo e fortalecendo-se, ficando cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele. 52 E crescia Jesus em sabedoria, em estatura e em graça diante de Deus e dos homens. Lucas 2:40,52 9 porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade, 10 e tendes a vossa plenitude nele, que é a cabeça de todo principado e potestade, Colossenses 2:9,10 14 Portanto, visto como os filhos são participantes comuns de carne e sangue, também ele semelhantemente participou das mesmas coisas, para que pela morte derrotasse aquele que tinha o poder da morte, isto é, o Diabo; 15 e livrasse todos aqueles que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à escravidão. 16 Pois, na verdade, não presta auxílio aos anjos, mas sim à descendência de Abraão. 17 Pelo que convinha que em tudo fosse feito semelhante a seus irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas concernentes a Deus, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo. 18 Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados. Hebreus 2:14-18 15 Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer- se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Hebreus 4:15
7. A morte vicária de Cristo. O sacrifício de Cristo proveu expiação plena e completa para os pecados do mundo (ver Isaías 53:4-6; João 3:14-17; 1 Coríntios 15:3; Hebreus 9:14; 1 Pedro 3:18; 1 Pedro 4:1; 1 João 2:2; ver com. de Isaías 53:4; Mateus 16:13).
- 4 Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e carregou com as nossas dores; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. 5 Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. 6 Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós. Isaías 53:4-6 14 E como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado; 15 para que todo aquele que nele crê tenha a vida eterna. 16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. 17 Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. João 3:14-17 3 Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras; 1 Coríntios 15:3 14 quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará das obras mortas a vossa consciência, para servirdes ao Deus vivo? Hebreus 9:14 18 Porque também Cristo morreu uma só vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; sendo, na verdade, morto na carne, mas vivificado no espírito; 1 Pedro 3:18 1 Ora pois, já que Cristo padeceu na carne, armai-vos também vós deste mesmo pensamento; porque aquele que padeceu na carne já cessou do pecado; 1 Pedro 4:1 2 E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo. 1 João 2:2 4 Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e carregou com as nossas dores; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Isaías 53:4 13 Tendo Jesus chegado às regiões de Cesaréia de Felipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem? Mateus 16:13
“Cristo foi tratado como nós merecíamos, para que pudéssemos receber o tratamento a que Ele tinha direito. Foi condenado pelos nossos pecados, nos quais não tinha participação, para que fôssemos justificados por Sua justiça, na qual não tínhamos parte. Solrcu a morte que nos cabia, para que recebêssemos a vida que a Ele pertencia (D TN. 25).
“No Jardim do Getsêmani, Cristo sofreu em lugar do homem, e a natureza humana do Filho de Deus tremeu soh o terrível horror da culpa do pecado” (MG [MM 74], 166). “Naquele momento e ali mesmo teria morrido a natureza humana, sob o horror do senso do pecado, não tivesse um anjo do Céu fortalecido-O para suportar a agonia” (ibid.)
“O sacrifício de Cristo em favor do ser humano foi amplo e completo. A condição da expiação tinha sido preenchida. A obra para que viera a este mundo tinha sido realizada” (AA, 29; cf. T5, 575; ver Ellen White, Material Suplementar sobre Mateus 26:36-46; Mateus 27:50; Colossenses 2:9; 1 Timóteo 2:5).
- 36 Então foi Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmane, e disse aos discípulos: Sentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar. 37 E levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se. 38 Então lhes disse: A minha alma está triste até a morte; ficai aqui e vigiai comigo. 39 E adiantando-se um pouco, prostrou-se com o rosto em terra e orou, dizendo: Meu Pai, se é possível, passa de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres. 40 Voltando para os discípulos, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Assim nem uma hora pudestes vigiar comigo? 41 Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca. 42 Retirando-se mais uma vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, faça-se a tua vontade. 43 E, voltando outra vez, achou-os dormindo, porque seus olhos estavam carregados. 44 Deixando-os novamente, foi orar terceira vez, repetindo as mesmas palavras. 45 Então voltou para os discípulos e disse-lhes: Dormi agora e descansai. Eis que é chegada a hora, e o Filho do homem está sendo entregue nas mãos dos pecadores. 46 Levantai-vos, vamo-nos; eis que é chegado aquele que me trai. Mateus 26:36-46 50 De novo bradou Jesus com grande voz, e entregou o espírito. Mateus 27:50 9 porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade, Colossenses 2:9 5 Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, 1 Timóteo 2:5
8. A ressurreição de Cristo. Em Sua divindade, Cristo tinha poder não somente para depor Sua vida, mas também para retomá-la, quando chamado por Seu Pai a sair da tumba (ver João 10:18; Atos 13:32,33; Romanos 1:3,4; 1 Coríntios 15:3-22; Hebreus 13:20; 1 Pedro 1:3; ver Nota Adicional a Mateus 28).
- 18 Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho autoridade para a dar, e tenho autoridade para retomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai. João 10:18 32 E nós vos anunciamos as boas novas da promessa, feita aos pais, 33 a qual Deus nos tem cumprido, a nós, filhos deles, levantando a Jesus, como também está escrito no salmo segundo: Tu és meu Filho, hoje te gerei. Atos 13:32,33 3 acerca de seu Filho, que nasceu da descendência de Davi segundo a carne, 4 e que com poder foi declarado Filho de Deus segundo o espírito de santidade, pela ressurreição dentre os mortos - Jesus Cristo nosso Senhor, Romanos 1:3,4 3 Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras; 4 que foi sepultado; que foi ressuscitado ao terceiro dia, segundo as Escrituras; 5 que apareceu a Cefas, e depois aos doze; 6 depois apareceu a mais de quinhentos irmãos duma vez, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormiram; 7 depois apareceu a Tiago, então a todos os apóstolos; 8 e por derradeiro de todos apareceu também a mim, como a um abortivo. 9 Pois eu sou o menor dos apóstolos, que nem sou digno de ser chamado apóstolo, porque persegui a igreja de Deus. 10 Mas pela graça de Deus sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã, antes trabalhei muito mais do que todos eles; todavia não eu, mas a graça de Deus que está comigo. 11 Então, ou seja eu ou sejam eles, assim pregamos e assim crestes. 12 Ora, se se prega que Cristo foi ressucitado dentre os mortos, como dizem alguns entre vós que não há ressurreição de mortos? 13 Mas se não há ressurreição de mortos, também Cristo não foi ressuscitado. 14 E, se Cristo não foi ressuscitado, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. 15 E assim somos também considerados como falsas testemunhas de Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual, porém, não ressuscitou, se, na verdade, os mortos não são ressuscitados. 16 Porque, se os mortos não são ressuscitados, também Cristo não foi ressuscitado. 17 E, se Cristo não foi ressuscitado, é vã a vossa fé, e ainda estais nos vossos pecados. 18 Logo, também os que dormiram em Cristo estão perdidos. 19 Se é só para esta vida que esperamos em Cristo, somos de todos os homens os mais dignos de lástima. 20 Mas na realidade Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. 21 Porque, assim como por um homem veio a morte, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. 22 Pois como em Adão todos morrem, do mesmo modo em Cristo todos serão vivificados. 1 Coríntios 15:3-22 20 Ora, o Deus de paz, que pelo sangue do pacto eterno tornou a trazer dentre os mortos a nosso Senhor Jesus, grande pastor das ovelhas, Hebreus 13:20 3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, 1 Pedro 1:3
“Quando foi ouvida no túmulo de Cristo a voz do poderoso anjo, dizendo: ‘Teu Pai Te chama’, o Salvador saiu do sepulcro pela vida que havia em Si mesmo. [...] Em Sua divindade possuía Cristo o poder de quebrar as algemas da morte” (DTN, 785; cf. 780; ver Ellen White, Material Suplementar sobre Marcos 16:6).
9. A ascensão de Cristo. Nosso Salvador ascendeu ao Céu em Seu corpo glorificado, para ali ministrar em nosso favor (ver Marcos 16:19; Lucas 24:39; João 14:1-3; João 16:28; João 20:17; Atos 1:9-11; Romanos 8:34; 1 Timóteo 3:16; Hebreus 7:25; Hebreus 8:1,2; Hebreus 9:24; 1 João 2:1,2; ver com. de Atos 1:9-11).
- 19 Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-se à direita de Deus. Marcos 16:19 39 Olhai as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede; porque um espírito não tem carne nem ossos, como percebeis que eu tenho. Lucas 24:39 1 Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. 2 Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. 3 E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também. João 14:1-3 28 Saí do Pai, e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo, e vou para o Pai. João 16:28 17 Disse-lhe Jesus: Deixa de me tocar, porque ainda não subi ao Pai; mas vai a meus irmãos e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus. João 20:17 9 Tendo ele dito estas coisas, foi levado para cima, enquanto eles olhavam, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos. 10 Estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles apareceram dois varões vestidos de branco, 11 os quais lhes disseram: Varões galileus, por que ficais aí olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi elevado para o céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir. Atos 1:9-11 34 Quem os condenará? Cristo Jesus é quem morreu, ou antes quem ressurgiu dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós; Romanos 8:34 16 E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Aquele que se manifestou em carne, foi justificado em espírito, visto dos anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo, e recebido acima na glória. 1 Timóteo 3:16 25 Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, porquanto vive sempre para interceder por eles. Hebreus 7:25 1 Ora, do que estamos dizendo, o ponto principal é este: Temos um sumo sacerdote tal, que se assentou nos céus à direita do trono da Majestade, 2 ministro do santuário, e do verdadeiro tabernáculo, que o Senhor fundou, e não o homem. Hebreus 8:1,2 24 Pois Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, mas no próprio céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus; Hebreus 9:24 1 Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; mas, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. 2 E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo. 1 João 2:1,2
“Deus deu Seu Filho unigénito a fim de que Se tornasse membro da família humana, retendo para sempre Sua natureza humana. [...] Deus adotou a natureza humana na pessoa de Seu Filho, levando a mesma ao mais alto Céu” (DTN, 25), “Todos precisam compreender melhor a obra da expiação que está sendo efetuada no santuário do Céu" (Ex [MM 92], 284; ver Ellen White, Material Suplementar sobre Atos 1:9-11; Hebreus 2:14-18).
- 9 Tendo ele dito estas coisas, foi levado para cima, enquanto eles olhavam, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos. 10 Estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles apareceram dois varões vestidos de branco, 11 os quais lhes disseram: Varões galileus, por que ficais aí olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi elevado para o céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir. Atos 1:9-11 14 Portanto, visto como os filhos são participantes comuns de carne e sangue, também ele semelhantemente participou das mesmas coisas, para que pela morte derrotasse aquele que tinha o poder da morte, isto é, o Diabo; 15 e livrasse todos aqueles que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à escravidão. 16 Pois, na verdade, não presta auxílio aos anjos, mas sim à descendência de Abraão. 17 Pelo que convinha que em tudo fosse feito semelhante a seus irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas concernentes a Deus, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo. 18 Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados. Hebreus 2:14-18
10. A exaltação de Cristo. Por ocasião de Seu retorno ao Céu, Cristo reassumiu a posição que tinha com o Pai antes da encarnação (ver Mateus 28:18; João 12:23; João 17:5; Efésios 1:19-22; Filipenses 2:8,9; Colossenses 1:18; 1 Timóteo 2:5; Hebreus 1:3; Hebreus 2:9; 1 Pedro 1:11; ver com. de Filipenses 2:9).
- 18 E, aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Mateus 28:18 23 Respondeu-lhes Jesus: É chegada a hora de ser glorificado o Filho do homem. João 12:23 5 Agora, pois, glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que eu tinha contigo antes que o mundo existisse. João 17:5 19 e qual a suprema grandeza do seu poder para conosco, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder, 20 que operou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar-se à sua direita nos céus, 21 muito acima de todo principado, e autoridade, e poder, e domínio, e de todo nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro; 22 e sujeitou todas as coisas debaixo dos seus pés, e para ser cabeça sobre todas as coisas o deu à igreja, Efésios 1:19-22 8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. 9 Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu o nome que é sobre todo nome; Filipenses 2:8,9 18 também ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio, o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência, Colossenses 1:18 5 Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, 1 Timóteo 2:5 3 sendo ele o resplendor da sua glória e a expressa imagem do seu Ser, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo ele mesmo feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade nas alturas, Hebreus 1:3 9 vemos, porém, aquele que foi feito um pouco menor que os anjos, Jesus, coroado de glória e honra, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos. Hebreus 2:9 11 indagando qual o tempo ou qual a ocasião que o Espírito de Cristo que estava neles indicava, ao predizer os sofrimentos que a Cristo haviam de vir, e a glória que se lhes havia de seguir. 1 Pedro 1:11 9 Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu o nome que é sobre todo nome; Filipenses 2:9
“Ao transpor as portas celestiais, foi Jesus entronizado em meio à adoração dos anjos. [...] Cristo foi de fato glorificado com aquela glória que tinha com o Pai desde toda a eternidade. [...] Ele, como Sacerdote e Rei, recebera todo o poder no Céu e na Terra” (AA, 38, 39; cf. T8, 268, 269).
Estes e muitos outros grandes mistérios ligados ao plano da salvação serão objeto de estudo dos redimidos por toda a eternidade.
Comentário Bíblico
Ellen G. White e Outros
A vida de Cristo não foi emprestada
João 1:4
Ver João 10:18; João 17:3. “Nele estava a vida; e a vida era a luz dos homens ”. Não é a vida física que está especificada aqui, mas a vida eterna, a vida que é propriedade exclusivamente de Deus. A Palavra, que estava com Deus e que era Deus, tinha esta vida. A vida física é algo que cada indivíduo recebeu. Não é eterno ou imortal; pois Deus, o Doador da vida, assume novamente. O homem não tem controle sobre sua vida. Mas a vida de Cristo não era emprestada. Ninguém pode tirar esta vida Dele. “Eu mesmo coloco as coisas no chão”, disse ele. Nele estava a vida original, não emprestada, não derivada. Esta vida não é inerente ao homem. Ele pode possuí-lo somente por meio de Cristo. Ele não pode merecê-lo; é dado a ele como um presente gratuito se ele acreditar em Cristo como seu Salvador pessoal. “Esta é a vida eterna, para que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.”João 17: 3 . Esta é a fonte aberta de vida para o mundo ( The Signs of the Times, 13 de fevereiro de 1912 ).
Comentário Bíblico
Mathew Henry
Nota - (Mathew Henry)
João 1:1-5
A razão mais simples pela qual se chama o Filho de Deus de "o verbo de Deus", parece ser que como nossas palavras explicam as nossas idéias aos demais, assim o Filho de Deus foi enviado para revelar o pensamento de seu Pai ao mundo.
Aquilo que o evangelista disse acerca de Cristo prova que Ele é Deus. Afirma a sua existência no princípio; a sua coexistência juntamente com o Pai. O verbo estava com Deus. Todas as coisas foram feitas por Ele, e não como instrumento mas como Autor. Sem Ele, nada do que foi feito se fez; desde o anjo mais elevado até o verme mais baixo. Isto mostra quão bem qualificado estava para a obra de nossa redenção e salvação. A luz da razão e a vida dos sentidos derivam dEle, e dependem dEle. Este Verbo eterno, esta Luz verdadeira, resplandece; porém as trevas não a compreenderam. oremos sem cessar para que os nossos olhos sejam abertos e contemplemos esta luz, para que andemos nela - e assim sejamos feitos sábios para a salvação pela fé em Jesus Cristo.
- Veja também

O Desejado de Todas as Nações, Pág. 464

Olhando para o Alto, Pág. 121

Conselhos sobre a Educação, Pág. 255

O Desejado de Todas as Nações, Pág. 270

Refletindo a Cristo, Pág. 27

Refletindo a Cristo, Pág. 280

Filhos e Filhas de Deus, Pág. 281

Exaltai-O, Pág. 299

Maranata - O Senhor Vem!, Pág. 306

O Desejado de Todas as Nações, Pág. 465

Olhando para o Alto, Pág. 47

Exaltai-O, Pág. 72

Refletindo a Cristo, Pág. 98
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]()
|
- Análise em Cadeia 21 Pois, assim como o Pai levanta os mortos e lhes dá vida, assim também o Filho dá vida a quem ele quer. 26 Pois assim como o Pai tem vida em si mesmo, assim também deu ao Filho ter vida em si mesmos; João 5:21,26 25 Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá; João 11:25 6 Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. João 14:6 45 Assim também está escrito: O primeiro homem, Adão, tornou-se alma vivente; o último Adão, espírito vivificante. 1 Coríntios 15:45 4 Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis com ele em glória. Colossenses 3:4 2 (pois a vida foi manifestada, e nós a temos visto, e dela testificamos, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai, e a nós foi manifestada); 1 João 1:2 11 E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho. 1 João 5:11 1 E mostrou-me o rio da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro. Apocalipse 22:1 8 Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz. 9 Pois a verdadeira luz, que alumia a todo homem, estava chegando ao mundo. João 1:8,9 12 Então Jesus tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida. João 8:12 5 Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo. João 9:5 35 Disse-lhes então Jesus: Ainda por um pouco de tempo a luz está entre vós. Andai enquanto tendes a luz, para que as trevas não vos apanhem; pois quem anda nas trevas não sabe para onde vai. 46 Eu, que sou a luz, vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas. João 12:35,46 11 Porquanto o Senhor Deus é sol e escudo; o Senhor dará graça e glória; não negará bem algum aos que andam na retidão. Salmos 84:11 4 Dizei aos turbados de coração: Sede fortes, não temais; eis o vosso Deus! com vingança virá, sim com a recompensa de Deus; ele virá, e vos salvará. 5 Então os olhos dos cegos serão abertos, e os ouvidos dos surdos se desimpedirão. Isaías 35:4,5 6 Eu o Senhor te chamei em justiça; tomei-te pela mão, e te guardei; e te dei por pacto ao povo, e para luz das nações; 7 para abrir os olhos dos cegos, para tirar da prisão os presos, e do cárcere os que jazem em trevas. 16 E guiarei os cegos por um caminho que não conhecem; fá-los- ei caminhar por veredas que não têm conhecido; tornarei as trevas em luz perante eles, e aplanados os caminhos escabrosos. Estas coisas lhes farei; e não os desampararei. Isaías 42:6,7,16 6 dos que confiam nos seus bens e se gloriam na multidão das suas riquezas? Salmos 49:6 1 Ó Deus, tu nos rejeitaste, tu nos esmagaste, tu tens estado indignado; oh, restabelece-nos. 2 Abalaste a terra, e a fendeste; sara as suas fendas, pois ela treme. 3 Ao teu povo fizeste ver duras coisas; fizeste-nos beber o vinho de aturdimento. Salmos 60:1-3 2 Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, trazendo curas nas suas asas; e vós saireis e saltareis como bezerros da estrebaria. Malaquias 4:2 16 o povo que estava sentado em trevas viu uma grande luz; sim, aos que estavam sentados na região da sombra da morte, a estes a luz raiou. Mateus 4:16 78 graças à entrenhável misericórdia do nosso Deus, pela qual nos há de visitar a aurora lá do alto, 79 para alumiar aos que jazem nas trevas e na sombra da morte, a fim de dirigir os nossos pés no caminho da paz. Lucas 1:78,79 32 luz para revelação aos gentios, e para glória do teu povo Israel. Lucas 2:32 23 isto é, como o Cristo devia padecer, e como seria ele o primeiro que, pela ressurreiçao dos mortos, devia anunciar a luz a este povo e também aos gentios. Atos 26:23 14 Pelo que diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará. Efésios 5:14 5 E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é luz, e nele não há trevas nenhumas. 6 Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos nas trevas, mentimos, e não praticamos a verdade; 7 mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado. 1 João 1:5-7 16 Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas a favor das igrejas. Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã. Apocalipse 22:16
Vídeos
Lista de Videos sobre este capítulo do Livro.
- Veja também

O Desejado de Todas as Nações, Pág. 464

Olhando para o Alto, Pág. 121

Conselhos sobre a Educação, Pág. 255

O Desejado de Todas as Nações, Pág. 270

Refletindo a Cristo, Pág. 27

Refletindo a Cristo, Pág. 280

Filhos e Filhas de Deus, Pág. 281

Exaltai-O, Pág. 299

Maranata - O Senhor Vem!, Pág. 306

O Desejado de Todas as Nações, Pág. 465

Olhando para o Alto, Pág. 47

Exaltai-O, Pág. 72

Refletindo a Cristo, Pág. 98