Comentário Bíblico
Adventista
A lei - (cba)
João 1:17
Isto é, o sistema de religião revelado, sob o qual os judeus viviam no tempo do AT, prescrito por Deus, mas gradualmente pervertido pela tradição humana (ver com. de Marcos 7:9-13). Nos dias de Cristo, o termo “lei” incluía não só o decálogo, mas tudo o que Moisés e os profetas haviam escrito (Lucas 24:27,44), conforme a interpretação dos rabis. Em si e por si mesma, segundo originalmente dada por Deus, a lei” era boa (cf. Romanos 3:1,2). Tinha o objetivo de levar as pessoas à salvação por meio da fé no Messias vindouro (João 5:39,45,46,47; Lucas 24:25,26,27,44). O fato de que “alguns não creram" (Romanos 3:3), e buscavam a salvação pelas “obras" (João 9:32), não pela fé, e como resultado deixaram de entrar no descanso espiritual que Deus tinha em mente para eles (Hebreus 3:18,19; Hebreus 4:2), não significa que o sistema em si, conforme havia sido prescrito por Deus, fosse defeituoso. Iodas as coisas que Deus faz são “perfeitas” (Deuteronômio 32:4). Houve muitos no Al que obtiveram bom testemunho por sua fé” (Hebreus 11:39). Na verdade nunca houve outra maneira de obter “bom testemunho”, a não ser pela fé.
- 9 Disse-lhes ainda: Bem sabeis rejeitar o mandamento de deus, para guardardes a vossa tradição. 10 Pois Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser ao pai ou à mãe, certamente morrerá. 11 Mas vós dizeis: Se um homem disser a seu pai ou a sua mãe: Aquilo que poderías aproveitar de mim é Corbã, isto é, oferta ao Senhor, 12 não mais lhe permitis fazer coisa alguma por seu pai ou por sua mãe, 13 invalidando assim a palavra de Deus pela vossa tradição que vós transmitistes; também muitas outras coisas semelhantes fazeis. Marcos 7:9-13 27 E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicou-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras. 44 Depois lhe disse: São estas as palavras que vos falei, estando ainda convosco, que importava que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos. Lucas 24:27,44 1 Que vantagem, pois, tem o judeu? ou qual a utilidade da circuncisão? 2 Muita, em todo sentido; primeiramente, porque lhe foram confiados os oráculos de Deus. Romanos 3:1,2 39 Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna; e são elas que dão testemunho de mim; 45 Não penseis que eu vos hei de acusar perante o Pai. Há um que vos acusa, Moisés, em quem vós esperais. 46 Pois se crêsseis em Moisés, creríeis em mim; porque de mim ele escreveu. 47 Mas, se não credes nos escritos, como crereis nas minhas palavras? João 5:39,45,46,47 25 Então ele lhes disse: Ó néscios, e tardos de coração para crerdes tudo o que os profetas disseram! 26 Porventura não importa que o Cristo padecesse essas coisas e entrasse na sua glória? 27 E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicou-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras. 44 Depois lhe disse: São estas as palavras que vos falei, estando ainda convosco, que importava que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos. Lucas 24:25,26,27,44 3 Pois quê? Se alguns foram infiéis, porventura a sua infidelidade anulará a fidelidade de Deus? Romanos 3:3 32 Desde o princípio do mundo nunca se ouviu que alguém abrisse os olhos a um cego de nascença. João 9:32 18 E a quem jurou que não entrariam no seu descanso, senão aos que foram desobedientes? 19 E vemos que não puderam entrar por causa da incredulidade. Hebreus 3:18,19 2 Porque também a nós foram pregadas as boas novas, assim como a eles; mas a palavra da pregação nada lhes aproveitou, porquanto não chegou a ser unida com a fé, naqueles que a ouviram. Hebreus 4:2 4 Ele é a Rocha; suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são justos; Deus é fiel e sem iniqüidade; justo e reto é ele. Deuteronômio 32:4 39 E todos estes, embora tendo recebido bom testemunho pela fé, contudo não alcançaram a promessa; Hebreus 11:39
A tradição judaica havia pervertido o plano da salvação ao enfatizar as formas de religião em vez de seus objetivos espirituais e morais (ver com. de Marcos 7:1-13). Jesus expôs o verdadeiro espírito da lei ao aplicá-la aos problemas diários (ver com. de Mateus 5:17-22; sobre a palavra “lei”, ver com. de Gálatas 3:24; acerca do meio de salvação no A I, ver com. de Ezequiel 16:60).
- 1 Foram ter com Jesus os fariseus, e alguns dos escribas vindos de Jerusalém, 2 e repararam que alguns dos seus discípulos comiam pão com as mãos impuras, isto é, por lavar. 3 Pois os fariseus, e todos os judeus, guardando a tradição dos anciãos, não comem sem lavar as mãos cuidadosamente; 4 e quando voltam do mercado, se não se purificarem, não comem. E muitas outras coisas há que receberam para observar, como a lavagem de copos, de jarros e de vasos de bronze. 5 Perguntaram-lhe, pois, os fariseus e os escribas: Por que não andam os teus discípulos conforme a tradição dos anciãos, mas comem o pão com as mãos por lavar? 6 Respondeu-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios; o seu coração, porém, está longe de mim; 7 mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens. 8 Vós deixais o mandamento de Deus, e vos apegais à tradição dos homens. 9 Disse-lhes ainda: Bem sabeis rejeitar o mandamento de deus, para guardardes a vossa tradição. 10 Pois Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser ao pai ou à mãe, certamente morrerá. 11 Mas vós dizeis: Se um homem disser a seu pai ou a sua mãe: Aquilo que poderías aproveitar de mim é Corbã, isto é, oferta ao Senhor, 12 não mais lhe permitis fazer coisa alguma por seu pai ou por sua mãe, 13 invalidando assim a palavra de Deus pela vossa tradição que vós transmitistes; também muitas outras coisas semelhantes fazeis. Marcos 7:1-13 17 Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir. 18 Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido. 19 Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus. 20 Pois eu vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus. 21 Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; e, Quem matar será réu de juízo. 22 Eu, porém, vos digo que todo aquele que se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e quem disser a seu irmão: Raca, será réu diante do sinédrio; e quem lhe disser: Tolo, será réu do fogo do inferno. Mateus 5:17-22 24 De modo que a lei se tornou nosso aio, para nos conduzir a Cristo, a fim de que pela fé fôssemos justificados. Gálatas 3:24 60 Contudo eu me lembrarei do meu pacto, que fiz contigo nos dias da tua mocidade; e estabelecerei contigo um pacto eterno. Ezequiel 16:60
Por intermédio de Moisés - (cba)
João 1:17
Literalmente, “através de Moisés”. “A lei” não se originou com Moisés, mas em Deus. Moisés foi simplesmente o agente através do qual a vontade revelada de Deus foi comunicada (ver Deuteronômio 5:22-33; Deuteronômio 6:1; Hebreus 1:1). A NTLH acrescenta um “mas” depois desta frase, porém isso subentende um contraste mais forte entre “lei” e “graça” do que João pretendia transmitir. João não quer dar a entender que o sistema revelado por meio de Moisés era mau em comparação com o que então foi revelado por meio de Cristo, mas que, se o sistema de Moisés era bom, o de Cristo é ainda melhor (ver Hebreus 7:22; Hebreus 8:6; Hebreus 9:23; Hebreus 10:34).
- 22 Essas palavras falou o senhor a toda a vossa assembléia no monte, do meio do fogo, da nuvem e da escuridão, com grande voz; e nada acrescentou. E escreveu-as em duas tábuas de pedra, que ele me deu. 23 Mas quando ouvistes a voz do meio das trevas, enquanto ardia o monte em fogo, viestes ter comigo, mesmo todos os cabeças das vossas tribos, e vossos anciãos, 24 e dissestes: Eis que o Senhor nosso Deus nos fez ver a sua glória e a sua grandeza, e ouvimos a sua voz do meio do fogo; hoje vimos que Deus fala com o homem, e este ainda continua vivo. 25 Agora, pois, por que havemos de morrer? Este grande fogo nos consumirá; se ainda mais ouvirmos a voz do Senhor nosso Deus, morreremos. 26 Porque, quem há de toda a carne, que tenha ouvido a voz do Deus vivente a falar do meio do fogo, como nós a ouvimos, e ainda continue vivo? 27 Chega-te tu, e ouve tudo o que o Senhor nosso Deus falar; e tu nos dirás tudo o que ele te disser; assim o ouviremos e o cumpriremos. 28 Ouvindo, pois, o Senhor as vossas palavras, quando me faláveis, disse-me: Eu ouvi as palavras deste povo, que eles te disseram; falaram bem em tudo quanto disseram. 29 Quem dera que eles tivessem tal coração que me temessem, e guardassem em todo o tempo todos os meus mandamentos, para que bem lhes fosse a eles, e a seus filhos para sempre! 30 Vai, dize-lhes: Voltai às vossas tendas. 31 Tu, porém, deixa-te ficar aqui comigo, e eu te direi todos os mandamentos, estatutos e preceitos que tu lhes hás de ensinar, para que eles os cumpram na terra que eu lhes dou para a possuírem. 32 Olhai, pois, que façais como vos ordenou o Senhor vosso Deus; não vos desviareis nem para a direita nem para a esquerda. 33 Andareis em todo o caminho que vos ordenou a Senhor vosso Deus, para que vivais e bem vos suceda, e prolongueis os vossos dias na terra que haveis de possuir. Deuteronômio 5:22-33 1 Estes, pois, são os mandamentos, os estatutos e os preceitos que o Senhor teu Deus mandou ensinar-te, a fim de que os cumprisses na terra a que estás passando: para a possuíres; Deuteronômio 6:1 1 Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, Hebreus 1:1 22 de tanto melhor pacto Jesus foi feito fiador. Hebreus 7:22 6 Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de um melhor pacto, o qual está firmado sobre melhores promessas. Hebreus 8:6 23 Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que estão no céu fossem purificadas com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios melhores do que estes. Hebreus 9:23 34 Pois não só vos compadecestes dos que estavam nas prisões, mas também com gozo aceitastes a espoliação dos vossos bens, sabendo que vós tendes uma possessão melhor e permanente. Hebreus 10:34
A graça e a verdade - (cba)
João 1:17
Ver com. de João 1:14,16. Esses atributos divinos já eram inerentes ao sistema da religião revelada no AT (ver Êxodo 34:6,7), mas, para propósitos práticos, haviam se perdido sob uma grossa camada de tradições humanas. O contraste entre a “lei” e a “graça” não é tanto entre o sistema de religião do AT, que aguardava um Messias vindouro, e o sistema revelado por Cristo (cf. Hebreus 1:1,2), mas entre a interpretação pervertida que os rabis, os expositores oficiais da lei, colocaram sobre a graça e a verdade reveladas por Deus (cf. Romanos 6:14,15; Gálatas 5:4), e a verdade como foi revelada por meio de Jesus Cristo.
- 14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. 16 Pois todos nós recebemos da sua plenitude, e graça sobre graça. João 1:14,16 6 Tendo o Senhor passado perante Moisés, proclamou: Jeovã, Jeová, Deus misericordioso e compassivo, tardio em irar-se e grande em beneficência e verdade; 7 que usa de beneficência com milhares; que perdoa a iniqüidade, a transgressão e o pecado; que de maneira alguma terá por inocente o culpado; que visita a iniqüidade dos pais sobre os filhos e sobre os filhos dos filhos até a terceira e quarta geração. Êxodo 34:6,7 1 Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, 2 nestes últimos dias a nós nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, e por quem fez também o mundo; Hebreus 1:1,2 14 Pois o pecado não terá domínio sobre vós, porquanto não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça. 15 Pois quê? Havemos de pecar porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum. Romanos 6:14,15 4 Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça decaístes. Gálatas 5:4
Ao afirmar que a “verdade” vem por meio de Cristo, João O identifica como a realidade à qual apontavam todos os tipos e cerimônias do AT, que eram uma sombra dos bens vindouros. O tipo encontrou o antítipo em Cristo (Colossenses 2:16,17). Em nenhum sentido João deixa implícito que o sistema do AT fosse falso ou errôneo.
Por meio de Jesus Cristo - (cba)
João 1:17
Era Cristo que falava por meio de Moisés e dos profetas (1 Pedro 1:9,10; PP, 366); então Ele Se manifestou em pessoa para reafirmar as grandes verdades eternas reveladas àqueles homens santos do passado e lhes devolver o brilho original, não ofuscado pelas tradições humanas (ver com. de Mateus 5:17-19). Ele veio para revelar o Pai em Seu verdadeiro caráter (cf. Êxodo 34:6,7), para convencer os seres humanos a praticar a justiça e a misericórdia e a andar humildemente com Deus (Miquéias 6:6-8). Aquele que falara “muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, então falou aos seres humanos por meio de Seu Filho (Hebreus 1:1,2).
- 9 alcançando o fim da vossa fé, a salvação das vossas almas. 10 Desta salvação inquiririam e indagaram diligentemente os profetas que profetizaram da graça que para vós era destinada, 1 Pedro 1:9,10 17 Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir. 18 Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido. 19 Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus. Mateus 5:17-19 6 Tendo o Senhor passado perante Moisés, proclamou: Jeovã, Jeová, Deus misericordioso e compassivo, tardio em irar-se e grande em beneficência e verdade; 7 que usa de beneficência com milhares; que perdoa a iniqüidade, a transgressão e o pecado; que de maneira alguma terá por inocente o culpado; que visita a iniqüidade dos pais sobre os filhos e sobre os filhos dos filhos até a terceira e quarta geração. Êxodo 34:6,7 6 Com que me apresentarei diante do Senhor, e me prostrarei perante o Deus excelso? Apresentar-me-ei diante dele com holocausto, com bezerros de um ano? 7 Agradar-se-á o Senhor de milhares de carneiros, ou de miríades de ribeiros de azeite? Darei o meu primogênito pela minha transgressão, o fruto das minhas entranhas pelo pecado da minha alma? 8 Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o Senhor requer de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a benevolência, e andes humildemente com o teu Deus? Miquéias 6:6-8 1 Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, 2 nestes últimos dias a nós nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, e por quem fez também o mundo; Hebreus 1:1,2
Aqui, pela primeira vez, João se refere ao Senhor pelo nome histórico, Jesus Cristo (ver com. de Mateus 1:1). O “Verbo” eterno havia Se encarnado, como homem entre os homens, e João daqui por diante se refere a Ele dessa forma.
Nota Adicional a João 1 - (cba)
João 1:1-51
A fé cristã encontra sua fonte, seu centro e sua certeza no Cristo histórico do NT. Como é dito em João 1:1,2,3,14 (ver com. ali) e sistematicamente afirmado ao longo de todo o NT, Cristo é verdadeiro Deus no sentido absoluto e irrestrito do termo e verdadeiro homem em todos os aspectos, exceto no pecado. Na encarnação, a divindade e a humanidade foram inseparavelmente unidas na pessoa de Jesus Cristo, o Deus-homem singular (ver com. de Mateus 1:1).
- 1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. 14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. João 1:1,2,3,14 1 Livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão. Mateus 1:1
Mas as Escrituras também declaram que o Senhor é nosso Deus, o Senhor e um so (Deuteronômio 6:4, NVI, margem; Marcos 12:29). Assim, o legado da verdade do qual a igreja cristã é herdeira inclui o paradoxo de um monoteísmo triúno e o mistério de um Deus encarnado, conceitos que transcendem a compreensão finita, mas demandam análise e reflexão. Contudo, para os cristãos dos tempos apostólicos, o fato dinâmico de um Senhor crucificado, ressurreto e vivo, que muitos deles haviam visto e ouvido (ver João 1:14; 2 Pedro 1:16; João 1:1-3), relegou as questões cristológicas a um lugar de menos importância.
- 4 Ouve, ó Israel; o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Deuteronômio 6:4 29 Respondeu Jesus: O primeiro é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Marcos 12:29 14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. João 1:14 16 Porque não seguimos fábulas engenhosas quando vos fizemos conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, pois nós fôramos testemunhas oculares da sua majestade. 2 Pedro 1:16 1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. João 1:1-3
Mas, após aquela geração (ver Apocalipse 2:4; Josué 24:31), a visão de um Senhor vivo foi se dissipando e a pureza e a devoção original foram se desvanecendo. Os crentes negligenciaram cada vez mais as realidades práticas do evangelho e se voltaram para seus intrigantes aspectos teóricos, com a ilusão de que, usando os intrincados raciocínios da filosofia, poderiam encontrar a Deus (ver Jó 11:7; Romanos 11:33). Entre as diversas heresias que surgiram para perturbar a igreja, nenhuma foi mais complexa do que aquelas que diziam respeito à natureza e à pessoa de Cristo. A controvérsia em torno desse tema agitou a igreja por séculos e foi marcada por uma longa sucessão de heresias, concílios e cismas.
- 4 Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Apocalipse 2:4 31 Serviu, pois, Israel ao Senhor todos os dias de Josué, e todos os dias dos anciãos que sobreviveram a Josué e que sabiam toda a obra que o Senhor tinha feito a favor de Israel. Josué 24:31 7 Poderás descobrir as coisas profundas de Deus, ou descobrir perfeitamente o Todo-Poderoso? Jó 11:7 33 Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Romanos 11:33
Para uma pessoa alheia à história da igreja, um estudo detalhado dessa controvérsia pode parecer destituído de interesse e valor prático. No entanto, deve-se considerar que, hoje, não menos do que nos tempos apostólicos, a fé cristã se centraliza no Cristo histórico do NT. Além disso, sob uma forma ou outra, várias heresias antigas acabaram sobrevivendo ou foram revividas. A partir de uma breve recapitulação dos rumos dessa controvérsia antiga, os cristãos modernos podem aprender a reconhecer os mesmos erros que deixaram perplexos seus antigos irmãos em eras passadas (ver João 8:32; 1 João 4:1) e a estar alertas, a fim de evitá-los.
- 32 e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:32 1 Amados, não creiais a todo espírito, mas provai se os espíritos vêm de Deus; porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo. 1 João 4:1
As duas principais fases desse longo debate geralmente são conhecidas como a, controvérsia trinitariana e a controvérsia cristológica. A primeira tinha que ver com o status de Cristo como Deus, e a segunda, com a relação entre Suas naturezas humana e divina durante a encarnação. A controvérsia trinitariana girou em torno das batalhas da igreja contra o docetismo, o monarquianismo e o arianismo, do primeiro ao quarto séculos. Por sua vez, a controvérsia cristológica tratava com o nestorianismo, o monofisismo e o monotelismo, do quinto ao sétimo séculos.
A igreja apostólica — A crença da igreja apostólica em relação a Jesus é bem resumida na afirmação de Pedro de que Jesus é “o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:16) e na simples declaração de fé citada por Paulo: “Jesus é o Senhor [gr. Kurius, equivalente aqui ao heb. Yahweh]” (1 Coríntios 12:3, ARC). Os cristãos primitivos acreditavam que Jesus era Deus no mais elevado sentido da palavra e fizeram dessa crença a pedra angular de sua fé (ver com. de Mateus 16:18). “Carne e sangue” não podiam revelar ou explicar essa verdade; ela precisa ser aceita pela fé (ver Mateus 16:17). Essa certeza implícita da igreja primitiva com respeito à Trindade e à natureza divino-humana de Cristo estava fundamentada nos claros ensinos de Jesus e dos apóstolos. Não muito tempo após a ascensão de Cristo, contudo, “lobos vorazes” começaram a devorar o rebanho, e dentro da própria igreja surgiram homens falando “coisas pervertidas” para arrastar os discípulos atrás deles (ver Atos 20:29,30).
- 16 Respondeu-lhe Simão Pedro: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Mateus 16:16 3 Portanto vos quero fazer compreender que ninguém, falando pelo Espírito de Deus, diz: Jesus é anátema! e ninguém pode dizer: Jesus é o Senhor! senão pelo Espírito Santo. 1 Coríntios 12:3 18 Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do hades não prevalecerão contra ela; Mateus 16:18 17 Disse-lhe Jesus: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelou, mas meu Pai, que está nos céus. Mateus 16:17 29 Eu sei que depois da minha partida entrarão no meio de vós lobos cruéis que não pouparão rebanho, 30 e que dentre vós mesmos se levantarão homens, falando coisas perversas para atrair os discípulos após si. Atos 20:29,30
Docetismo e gnosticismo — O primeiro erro concernente à natureza e à pessoa de Cristo é geral mente denominado docetismo. Este nome vem de uma palavra grega que significa “parecer”. O docetismo assumiu várias formas, mas a ideia básica era que Cristo somente parecia ter um corpo, que Ele era um fantasma e não um homem. O Verbo teria Se encarnado apenas na aparência. Essa heresia surgiu nos tempos apostólicos e persistiu até quase o final do segundo século.
O docetismo era característico de grupos como os ebionitas e os gnósticos. Os primeiros eram cristãos judeus que aderiam estritamente aos ritos e práticas do judaísmo. Os últimos eram primariamente cristãos gentios. O gnosticismo era pouco mais que uma mistura de várias filosofias pagãs ocultas sob o disfarce de uma terminologia cristã.
Uma tradição antiga e possivelmente autêntica identifica Simâo, o mago, (ver Atos 8:9-24) como o primeiro proponente do erro concernente à natureza e à pessoa de Cristo e como o primeiro cristão gnóstico. Anos mais tarde, surgiu em Alexandria um cristão de nome Cerinto, classificado por alguns como ebionita e, por outros, como gnóstico. Ele negava que Cristo tinha vindo em carne, afirmando que Sua suposta encarnação era apenas aparente, não real. Os ebionitas não eram gnósticos, mas tinham conceitos semelhantes a respeito cia humanidade de Cristo. Eles consideravam Cristo apenas como o filho literal de José, e que teria sido escolhido por Deus como o Messias por ter sido distinguido pela piedade e observância da lei; por isso, teria sido adotado como Filho de Deus no batismo. Um grupo dos ebionitas, os elcasitas, ensinavam que Cristo literalmente havia sido “gerado” pelo Pai em eras passadas e, assim, era inferior a Ele.
Em contraste com os ebionitas, que consideravam Cristo essencialmente como um tipo superior de ser humano, os gnósticos negavam que Ele fosse um ser humano. Concebiam Cristo como um fantasma, ou “aeon”, que temporariamente teria tomado posse de Jesus, um ser humano comum. A Divindade não teria Se encarnado de fato. Com respeito ao impacto do gnosticismo sobre o cristianismo, Kenneth Scott Latourette, o historiador da igreja, sugere que “durante certo tempo a maioria daqueles que se consideravam cristãos aderiam a uma ou outra de suas muitas formas” (K. S. Latourette, A History of Christianity, p. 123). Tendo surgido gradualmente nos tempos apostólicos, o gnosticismo alcançou o clímax de sua influência sohre a igreja durante o 2° século. Reconhecendo a grave ameaça provocada pelo gnosticismo, a igreja lutou heroicamente contra o mesmo.
Escrevendo durante a última metade do 2° século, Irineu diz que João escreveu seu evangelho com o propósito específico de refutar os conceitos docéticos de Cerinto (Irineu, Contra Heresias, xi.l; ver João 1:1,2,3,14; João 20:30,31). Nas epístolas, João adverte ainda mais claramente contra a heresia docética, cujos advogados ele rotula como anticristos (1 João 2:18-26; João 4:1,2,3,9,14; 2 João 1:7,10). Durante seu primeiro aprisionamento em Roma (c. 62 d.C.), Paulo advertiu os crentes de Colossos contra o docetismo (Colossenses 2:4,8,9,18); e, mais ou menos na mesma época, Pedro emitiu uma advertência ainda mais forte (2 Pedro 2:1-3). Judas (João 1:4) se refere à heresia docética. Os “nicolaítas” de Apocalipse 2:6 eram gnósticos, embora não necessariamente docetistas (Irineu, Contra Heresias, xi.l).
- 1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. 14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. João 1:1,2,3,14 30 Jesus, na verdade, operou na presença de seus discípulos ainda muitos outros sinais que não estão escritos neste livro; 31 estes, porém, estão escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome. João 20:30,31 18 Filhinhos, esta é a última hora; e, conforme ouvistes que vem o anticristo, já muitos anticristos se têm levantado; por onde conhecemos que é a última hora. 19 Saíram dentre nós, mas não eram dos nossos; porque, se fossem dos nossos, teriam permanecido conosco; mas todos eles saíram para que se manifestasse que não são dos nossos. 20 Ora, vós tendes a unção da parte do Santo, e todos tendes conhecimento. 21 Não vos escrevi porque não soubésseis a verdade, mas porque a sabeis, e porque nenhuma mentira vem da verdade. 22 Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Esse mesmo é o anticristo, esse que nega o Pai e o Filho. 23 Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; aquele que confessa o Filho, tem também o Pai. 24 Portanto, o que desde o princípio ouvistes, permaneça em vós. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também vós permanecereis no Filho e no Pai. 25 E esta é a promessa que ele nos fez: a vida eterna. 26 Estas coisas vos escrevo a respeito daqueles que vos querem enganar. 1 João 2:18-26 1 Quando, pois, o Senhor soube que os fariseus tinham ouvido dizer que ele, Jesus, fazia e batizava mais discípulos do que João 2 (ainda que Jesus mesmo não batizava, mas os seus discípulos) 3 deixou a Judéia, e foi outra vez para a Galiléia. 9 Disse-lhe então a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (Porque os judeus não se comunicavam com os samaritanos.) 14 mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que jorre para a vida eterna. João 4:1,2,3,9,14 7 Porque já muitos enganadores saíram pelo mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Tal é o enganador e o anticristo. 10 Se alguém vem ter convosco, e não traz este ensino, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis. 2 João 1:7,10 4 Digo isto, para que ninguém vos engane com palavras persuasivas. 8 Tendo cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo; 9 porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade, 18 Ninguém atue como árbitro contra vós, afetando humildade ou culto aos anjos, firmando-se em coisas que tenha visto, inchado vãmente pelo seu entendimento carnal, Colossenses 2:4,8,9,18 1 Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. 2 E muitos seguirão as suas dissoluções, e por causa deles será blasfemado o caminho da verdade; 3 também, movidos pela ganância, e com palavras fingidas, eles farão de vós negócio; a condenação dos quais já de largo tempo não tarda e a sua destruição não dormita. 2 Pedro 2:1-3 4 Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens; João 1:4 6 Tens, porém, isto, que aborreces as obras dos nicolaítas, as quais eu também aborreço. Apocalipse 2:6
Durante a primeira metade do 2° século, vários gnósticos perseguiram a igreja com suas heresias corruptoras. Entre esses, destacaram-se Basílides e Valentino (Valentim) de Alexandria. Mas talvez o mais influente e bem-sucedido proponente das ideias docéticas tenha sido Marcion, durante a última metade do 2° século. Ele não foi, de maneira alguma, um gnóstico, mas seus conceitos sobre Cristo se assemelhavam muito aos dos gnósticos. Ele afirmava que o nascimento, a vida física e a morte de Jesus não tinham sido reais, mas simplesmente uma aparência de realidade.
A igreja lutou corajosamente contra o docetismo. Durante a última metade do 2° século, Irineu se destacou ousadamente como o grande paladino da ortodoxia contra a heresia. Sua obra argumentativa Contra Heresias, especificamente a heresia gnóstica, chegou até nossos dias. Irineu enfatizou a unidade de Deus.
Monarquianismo — Como o nome indica, a unidade da Divindade era a ênfase do monarquianismo (um “monarca” é, literalmente, um governante único ). Era, na verdade, uma reação contra os muitos deuses gnósticos e os dois deuses de Marcion: o Deus do AT, que ele considerava um Deus mau, e Cristo, um Deus de amor. Como ocorre frequentemente com os movimentos reacionários, o monarquianismo foi para o extremo oposto e, como resultado, se tornou uma heresia que a igreja, mais tarde, achou necessário condenar.
Talvez a tendência que caracterizava o monarquianismo possa, de maneira geral, receber o mérito de ter purificado a igreja dos ensinos gnósticos, mas o remédio causou quase tanto mal quanto a doença que ele pretendia curar. A luta contra o monarquianismo começou próximo ao final do 2° século e continuou durante parte do seguinte. Havia dois tipos de monarquianos: os dinamistas (da palavra grega que significa “poder”), os quais ensinavam que o corpo humano de Jesus era animado por um poder divino e que Ele não tinha divindade própria nem possuía uma alma humana verdadeira; e os modalistas, que concebiam um Deus que havia Se revelado de diferentes modos.
A fim de manter a unidade da Divindade, os dinamistas negavam completamente a divindade de Cristo, a quem consideravam um homem escolhido por Deus para ser o Messias e ser elevado ao nível da Divindade. Segundo o adocionismo, uma variante dessa teoria, o homem Jesus alcançou a perfeição e foi adotado como o Filho de Deus por ocasião do batismo.
Os modalistas ensinavam que um só Deus havia Se revelado de diferentes modos. Negando qualquer distinção de pessoas, eles abandonaram totalmente a crença numa natureza triúna da Divindade. Aceitavam a divindade tanto do Pai quanto do Filho, mas se apressavam a explicar que os dois eram apenas designações diferentes para o mesmo ser divino. Esse ponto de vista é, às vezes, chamado de patripassianismo, porque supõe que o Pai teria Se tornado o Filho na encarnação e assim teria sofrido e morrido. Semelhantemente, na ressurreição, o Filho teria Se tornado o Espírito Santo. Uma vez que Sabélio foi o mais famoso expoente desta teoria, ela é também chamada de sabelianismo. Os sabelianistas afirmavam que os nomes da Trindade eram meramente designações pelas quais a mesma pessoa divina realizava várias funções cósmicas. Assim, antes da encarnação, este ser divino seria o Pai; na encarnação o Pai teria Se tornado o Filho; e, na ressurreição, o Filho teria Se tornado o Espírito.
No início do 3° século, Tertuliano refutou o monarquianismo modalista, enfatizando tanto a personalidade do Filho de Deus como a unidade da Divindade. Contudo, ele propôs que Cristo era um tipo de Deus subordinado, teoria conhecida como subordinacionismo.
Na metade do 3° século, Orígenes propôs a teoria da geração eterna, segundo a qual somente o Pai é Deus no mais alto sentido. O Filho é coeterno com o Pai, mas é “Deus” apenas em sentido derivado. Orígenes cria que a alma de Cristo, como a alma de todos os seres humanos, segundo ele equivocadamente supunha, era preexistente, mas diferia de todas as outras por ser pura e sem pecado. O Logos, ou Verbo divino, teria entrado em união indissolúvel com a alma humana de Jesus. Ao fazer distinção entre theos, Deus, e ho theos, o Deus, em João 1:1, Orígenes concluiu que o Filho não é Deus no sentido primário e absoluto, mas “Deus” apenas em virtude de Lhe ter sido comunicada um tipo secundário de divindade que poderia ser chamado de theos, mas não de ho theos. Assim, Cristo estaria no meio termo entre as coisas criadas e as incriadas. Orígenes é considerado o pai do arianismo.
Arianismo - No início do 4° século, Ário, um presbítero da igreja de Alexandria, adotou a teoria do Logos proposta por Orígenes, a não ser pelo fato de que ele negava qualquer substância intermediária entre Deus e os seres criados. A partir daí, ele deduziu que o Filho não seria divino em qualquer sentido da palavra, mas estritamente uma criatura, embora a mais elevada e a primeira de todas, e que, portanto, “houve [um tempo] em que Ele não era”. Ario ensinava que há apenas um ser a quem pode ser atribuída uma existência atemporal: o Pai. Ele cria que o Pai criou o Filho do nada, e que o Filho não existia antes de Sua geração por um ato da vontade do Pai. Para Ário, Cristo não era nem verdadeiramente humano (pois não tinha uma alma humana) nem verdadeiramente divino (pois não tinha a essência e os atributos de Deus). Era simplesmente o mais exaltado de todos os seres criados. O ser humano Jesus teria sido escolhido para ser o Cristo devido ao fato de, por Sua presciência, Deus saber que Ele triunfaria.
No Primeiro Concílio de Niceia, convocado em 325 d.C. para resolver a controvérsia ariana, Atanásio se destacou como “o pai da ortodoxia”, afirmando que Jesus Cristo sempre existiu e que Ele não proveio de um estado de não existência prévia, mas que era da mesma essência do Pai. Ao aplicar a Cristo o termo homoousios, “da mesma substância , o concílio afirmou sua crença de que a substância de Cristo e a do Pai eram uma só e a mesma. Homoousios não podia ser entendido de outra forma. O concílio anatematizou tanto o arianismo quanto o sabelianismo como os dois dos principais desvios da verdade e declarou que não se negava a unidade da Divindade quando se afirmava a Trindade, nem se negava a Trindade quando se afirmava a unidade. Assim, o Credo Niceno declarou que o Filho é “gerado pelo Pai [... da essência do Pai, Deus de Deus], Luz da Luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, gerado, não feito, da mesma substância que o Pai (citado em Philip Schaíl, The Creeds of Christendom, v. 1, p. 29). Este credo se tornou o teste crucial da ortodoxia trinitariana.
Os arianos rejeitaram a decisão do concílio e provocaram um cisma, e durante séculos o arianismo se demonstrou o mais aguerrido inimigo da igreja católica romana (ver com. de Daniel 7:8). Após o Primeiro Concílio de Niceia, um grupo às vezes chamado de semiariano também perturbou a igreja. A palavra-chave deles era homoiousios, pela qual descreviam o Filho como sendo de “substância semelhante” ao Pai, em contraste com o homoousios (“mesma substância”) do Credo Niceno. Apolinário e Marcelo destacaram-se entre os oponentes da ortodoxia após o Concílio de Niceia. Ambos afirmavam a unidade do divino e do humano em Cristo, mas negavam Sua humanidade, afirmando que a vontade divina tornou a natureza humana de Jesus um instrumento passivo. Esses vários problemas levaram a outro concílio, no ano 381, em Constantinopla. Este concílio reafirmou o Credo Niceno, esclareceu seu significado e afirmou a presença de duas naturezas reais em Cristo.
Nestorianismo - Após o Concílio de Constantinopla, a atenção da igreja se voltou para o chamado aspecto cristológico do problema da natureza e da pessoa de Cristo. Foram feitas tentativas de se definir a natureza dos elementos divino e humano em Cristo, a fim de se esclarecer a relação entre os dois. Como poderiam coexistir duas naturezas pessoais em uma pessoa?
Essa fase da controvérsia se polarizou em duas escolas de pensamento opostas: uma em Alexandria e outra em Antioquia, na Síria. Ambas reconheciam a verdadeira unidade da divindade e da humanidade em uma só pessoa, Jesus Cristo, mas a escola alexandrina enfatizava a unidade das duas naturezas e a importância da divindade, enquanto que a escola antioquina enfatizava a distinção entre as duas naturezas e a importância do aspecto humano.
Os partidários de Antioquia afirmavam que a divindade e a humanidade teriam entrado numa relação de constante coexistência e cooperação sem, na verdade, se mesclar. Eles separavam as duas naturezas numa única pessoa, declarando que não havia uma união completa, mas uma permanente associação. Faziam uma nítida distinção entre Cristo como o Filho de Deus e Cristo como o Filho do Homem, atribuindo à natureza humana um reconhecimento mais distinto. Entendiam que a unidade das duas naturezas se realizava através da unidade das respectivas vontades. Preservavam a realidade e a totalidade da natureza humana de Cristo, mas colocavam em perigo a unidade da pessoa. Era uma união imperfeita, incompleta, indefinida e mecânica, na qual as duas naturezas não estavam verdadeiramente unidas numa única pessoa autoconsciente.
Os alexandrinos, por outro lado, concebiam uma mistura completa das duas naturezas, sendo que a humana se fundia em uma só com a divina e se tornava subordinada a ela.
Deus, assim, teria entrado na humanidade e, por meio dessa união da divindade com a humanidade, teria se tornado possível que Cristo levasse a humanidade de volta a Deus.
A colisão entre essas duas escolas de pensamento alcançou o clímax na controvérsia nestoriana, no início do 5° século. Nestório, de Antioquia, admitia a verdadeira divindade e a verdadeira humanidade, mas negava a união delas numa única pessoa autoconsciente. O Cristo nestoriano era, na verdade, duas pessoas que desfrutavam uma união moral e de afinidades, mas sem que qualquer das duas fosse decisivamente afetada pela outra. A divindade não é humilhada; a humanidade não é exaltada. Havia um Deus e havia um homem, mas não havia um Deus-homem.
Assim, foi convocado em Efeso, em 431, o terceiro concílio ecumênico da igreja, com o propósito de resolver a disputa entre as escolas de Antioquia e Alexandria. O concílio condenou Nestório e seus ensinos, mas não considerou necessário elaborar um novo credo para substituir o Credo Niceno. Na verdade nada foi estabelecido ou realizado, exceto o alargamento da brecha, e a controvérsia resultante tomou tal proporção que todos os outros problemas doutrinários foram colocados de lado.
Monofisismo — Após o Concílio de Efeso, surgiu ainda outra teoria, conhecida como monofisismo ou eutiquianismo, que se caracterizava por apresentar um conceito de Cristo precisamente oposto ao de Nestório. Eutico (ou Eutiques), seu principal expoente, defendia que a natureza humana original de Jesus teria se transmutado na natureza divina por ocasião da encarnação, e o resultado era que o Jesus humano e o Cristo divino se tornaram uma só pessoa e uma só natureza. Ele afirmava a unidade da autoconsciência, mas mesclava as duas naturezas de tal forma que, para propósitos práticos, elas perdiam sua identidade individual.
O Concílio de Calcedônia, convocado em 451 para discutir o nestorianismo e o monofisismo, condenou a ambos. Tanto Nestório quanto Eutico rejeitaram a decisão do concílio e fundaram seitas cristãs independentes, como Ário havia feito mais de um século antes. 4 O Concílio de Calcedônia afirmou a perfeita divindade e a perfeita humanidade de Cristo. Declarou que Ele é da mesma substância que o Pai, concernente à Sua natureza divina, e da mesma substância que nós, concernente à Sua natureza humana, a não ser pelo pecado. O concílio preservou a identidade de cada natureza e declarou que as duas eram distintas, não misturadas, imutáveis, indivisíveis e inseparáveis. A Divindade, não a humanidade, foi reconhecida como a base da personalidade de Cristo. Pelo fato de que numa única pessoa há a união de duas naturezas, o sofrimento do Deus-homem foi verdadeiramente infinito. Ele sofreu em Sua natureza humana e não na natureza divina, mas a paixão foi infinita porque a pessoa é infinita. O que mais tarde veio a ser conhecido como o Símbolo de Calcedônia diz, em parte:
Nós, então, seguindo os santos pais, todos, unanimemente, ensinamos os homens a confessarem a um só e ao mesmo Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, sendo o mesmo perfeito em Divindade e também perfeito em humanidade; verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem, constando de alma racional e corpo; consubstanciai ao Pai segundo a Divindade, e consubstanciai a nós segundo a humanidade; em tudo semelhante a nós, excetuando o pecado; gerado antes de todos os séculos pelo Pai, segundo a Divindade, e nestes últimos dias, por nós e para nossa salvação, nascido da Virgem Maria, a Mãe de Deus, segundo a Humanidade; um só e o mesmo Cristo, Filho, Senhor, Unigénito, que deve ser reconhecido em duas naturezas inconfundíveis, imutáveis, indivisíveis e inseparáveis; sendo que a distinção de naturezas de maneira alguma é removida pela união; antes, as propriedades de cada natureza são preservadas e reunidas em uma só Pessoa e uma só Hipóstase (Philip Schaff, The Creeds of Christendom, v. 2, p. 62).
O resultado do Concílio de Calcedônia iria perpetuar e intensificar o cisma no Oriente. Finalmente, o imperador Justiniano, convencido de que a segurança do império exigia uma resolução do problema, fechou permanentemente as escolas de Antioquia e Alexandria, os dois centros da controvérsia. Num segundo concílio em Constantinopla, em 553, a igreja decidiu pela forçosa supressão do monofisismo, o que causou um cisma permanente e que persiste até hoje em seitas cristãs como as dos jacobitas, os coptas e os abissínios. Reafirmando o Símbolo de Calcedônia, a igreja chegou a uma distinção definitiva entre ortodoxia e heterodoxia.
Monotelismo — É verdade que uma pergunta permaneceu sem resposta: As duas naturezas, a divina e a humana, são movidas por uma só vontade que controla ambas as naturezas, ou por duas vontades? Os monotelistas consideravam que a vontade divina era dominante, e que a vontade humana estava imersa nela.
No Terceiro Concílio de Constantinopla, em 680, a igreja decidiu que a vontade é um assunto das naturezas e não da pessoa única, e decidiu a favor de duas vontades em uma só pessoa volitiva. Isto completou a definição ortodoxa da natureza e da pessoa de Cristo para a igreja ocidental e, formalmente, encerrou as longas controvérsias trinitárias e cristológicas. Por volta do ano 730, João de Damasco recapitulou essas doutrinas para a igreja oriental. Tanto para o Oriente quanto para o Ocidente, as decisões dos concílios se tornaram dogmas.
Na época da Reforma - A Reforma evidenciou que tanto o ramo católico quanto o protestante do cristianismo estavam fundamentalmente de acordo sobre a Trindade e a natureza de Cristo. O Credo Niceno e o Símbolo de Calcedônia se demonstraram, de maneira geral, aceitáveis para ambos. Lutero ensinou um intercâmbio mútuo de características entre as duas naturezas, de maneira que o que era próprio de cada uma delas se tornou comum a ambas. A natureza divina se apropriou de tudo o que era humano em Cristo, e a humanidade recebeu o que pertencia à natureza divina. As igrejas reformadas enfatizaram a fraternidade do divino com o humano em Cristo.
Dois grupos menores da Reforma discordaram da posição de Niceia. O primeiro foi o dos soeinianos, que reavivaram basicamente a ideia monarquista de que uma Irindade divina é inconcebível. O unitarismo (unitarianismo) moderno é um continuador desse conceito. O segundo grupo foi o dos arminianos, que adotaram um ponto de vista semelhante, em alguns aspectos, ao de certos grupos anteriores: o de que o Filho é subordinado ao Pai. Este conceito, da mesma forma, é refletido por várias seitas cristãs da atualidade.
Os adventistas do sétimo dia - Os escritores e editores deste Comentário confessam que há grandes mistérios na Bíblia que transcendem os limites da compreensão finita e, assim, não podem ser definidos de maneira precisa em linguagem humana. A união do divino com o humano em Cristo é um desses mistérios. Ao lidar com questões teológicas desse tipo os adventistas do sétimo dia sempre procuraram evitar a especulação e as minúcias filosóficas, a fim de não obscurecer os desígnios divinos com palavras sem conhecimento (ver T8, 279). Se os escritores inspirados não tornaram claro cada detalhe dos mistérios divinos, por que escritores não inspirados tentariam fazê-lo? Contudo, a Escritura provê informações suficientes para nos capacitar a compreender em parte o mistério do plano da salvação. Os adventistas do sétimo dia creem em:
1. A Divindade. A Divindade, ou Trindade, consiste de três pessoas: o Pai eterno, o Senhor Jesus Cristo, Filho do Pai eterno, e o Espírito Santo (ver Mateus 28:19; João 1:1,2; João 6:27; João 14:16,17,26; Atos 5:3,4; Efésios 4:4-6; Hebreus 1:1,2,3,8; ver com. de João 1:1,2,3,14).
- 19 Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Mateus 28:19 1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. João 1:1,2 27 Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; pois neste, Deus, o Pai, imprimiu o seu selo. João 6:27 16 E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Ajudador, para que fique convosco para sempre. 17 a saber, o Espírito da verdade, o qual o mundo não pode receber; porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque ele habita convosco, e estará em vós. 26 Mas o Ajudador, o Espírito Santo a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto eu vos tenho dito. João 14:16,17,26 3 Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo e retivesses parte do preço do terreno? 4 Enquanto o possuías, não era teu? e vendido, não estava o preço em teu poder? Como, pois, formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus. Atos 5:3,4 4 Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; 5 um só Senhor, uma só fé, um só batismo; 6 um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos. Efésios 4:4-6 1 Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, 2 nestes últimos dias a nós nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, e por quem fez também o mundo; 3 sendo ele o resplendor da sua glória e a expressa imagem do seu Ser, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo ele mesmo feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade nas alturas, 8 Mas do Filho diz: O teu trono, ó Deus, subsiste pelos séculos dos séculos, e cetro de eqüidade é o cetro do teu reino. Hebreus 1:1,2,3,8 1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. 14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. João 1:1,2,3,14
“Há três pessoas vivas pertencentes à Trindade celeste [...] o Pai, o Filho e o Espírito Santo” (Ev, 615). Cristo e o Pai são “um em natureza, caráter, propósito” (PP, 34), mas “não em pessoa” (T8, 269; cf. T9, 68). O Espírito Santo “é tanto uma pessoa como o próprio Deus” (Ev, 616; ver Ellen White, Material Suplementar sobre Romanos 1:20-25).
2. A divindade e preexistência de Cristo. Cristo é Deus no sentido supremo e absoluto do termo - em natureza, em sabedoria, em autoridade e em poder (ver Isaías 9:6; Miquéias 5:2; João 1:1-3; João 8:58; João 14:8-11; Colossenses 1:15-17; Colossenses 2:9; Hebreus 1:8; ver com. de Miquéias 5:2; Mateus 1:1,23; Lucas 1:35; João 1:1-3; João 16:28; Filipenses 2:6-8; Colossenses 2:9).
- 6 Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz. Isaías 9:6 2 Mas tu, Belém Efrata, posto que pequena para estar entre os milhares de Judá, de ti é que me sairá aquele que há de reinar em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade. Miquéias 5:2 1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. João 1:1-3 58 Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou. João 8:58 8 Disse-lhe Felipe: Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta. 9 Respondeu-lhe Jesus: Há tanto tempo que estou convosco, e ainda não me conheces, Felipe? Quem me viu a mim, viu o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai? 10 Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, é quem faz as suas obras. 11 Crede-me que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim; crede ao menos por causa das mesmas obras. João 14:8-11 15 o qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; 16 porque nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele. 17 Ele é antes de todas as coisas, e nele subsistem todas as coisas; Colossenses 1:15-17 9 porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade, Colossenses 2:9 8 Mas do Filho diz: O teu trono, ó Deus, subsiste pelos séculos dos séculos, e cetro de eqüidade é o cetro do teu reino. Hebreus 1:8 1 Livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão. 23 Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, o qual será chamado EMANUEL, que traduzido é: Deus conosco. Mateus 1:1,23 35 Respondeu-lhe o anjo: Virá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso o que há de nascer será chamado santo, Filho de Deus. Lucas 1:35 28 Saí do Pai, e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo, e vou para o Pai. João 16:28 6 o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, 7 mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; 8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Filipenses 2:6-8
“Cristo é o Filho de Deus, preexistente, existente por Si mesmo. [...] Nunca houve tempo em que Ele não estivesse em íntima comunhão com o eterno Deus. [...] Ele era igual a Deus, infinito e onipotente” (Ev, 615; cf. DTN, 469, 470; Ev, 614; PP, 38, 63).
“Cristo era, essencialmente e no mais alto sentido, Deus. Estava Ele com Deus desde toda a eternidade, Deus sobre todos, bendito para todo o sempre. O Senhor Jesus Cristo, o divino Filho de Deus, existiu desde a eternidade, como pessoa distinta, mas um com o Pai” (ME1, 247; cf. DTN, 19; ver Ellen White, Material Suplementar sobre João 1:1,2,3,14; Colossenses 3:10).
- 1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. 14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. João 1:1,2,3,14 10 e vos vestistes do novo, que se renova para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou; Colossenses 3:10
3. A humanidade de Cristo. O Senhor Jesus Cristo era um ser humano verdadeiro e completo, semelhante a outros homens em todos os aspectos, exceto pelo fato de que Ele “não conheceu pecado” (2 Coríntios 5:21; ver Lucas 24:39; João 1:14; Romanos 1:3,4; Romanos 5:15; Gálatas 4:4; Filipenses 2:7; 1 Timóteo 2:5; Hebreus 2:14,17; 1 João 1:1; 1 João 4:2; 2 João 1:7; ver com. de Mateus 1:23; João 1:14; Filipenses 2:6-8).
- 21 Aquele que não conheceu pecado, Deus o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus. 2 Coríntios 5:21 39 Olhai as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede; porque um espírito não tem carne nem ossos, como percebeis que eu tenho. Lucas 24:39 14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. João 1:14 3 acerca de seu Filho, que nasceu da descendência de Davi segundo a carne, 4 e que com poder foi declarado Filho de Deus segundo o espírito de santidade, pela ressurreição dentre os mortos - Jesus Cristo nosso Senhor, Romanos 1:3,4 15 Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus, e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, abund muitos. Romanos 5:15 4 mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo de lei, Gálatas 4:4 7 mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; Filipenses 2:7 5 Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, 1 Timóteo 2:5 14 Portanto, visto como os filhos são participantes comuns de carne e sangue, também ele semelhantemente participou das mesmas coisas, para que pela morte derrotasse aquele que tinha o poder da morte, isto é, o Diabo; 17 Pelo que convinha que em tudo fosse feito semelhante a seus irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas concernentes a Deus, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo. Hebreus 2:14,17 1 O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam, a respeito do Verbo da vida 1 João 1:1 2 Nisto conheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; 1 João 4:2 7 Porque já muitos enganadores saíram pelo mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Tal é o enganador e o anticristo. 2 João 1:7 23 Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, o qual será chamado EMANUEL, que traduzido é: Deus conosco. Mateus 1:23 6 o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, 7 mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; 8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Filipenses 2:6-8
“Cristo foi um homem real” (ME1, 244), “plenamente humano” (ST, 17/06/1897), “participante de nossa natureza” (ME1, 408). “Ele veio como um bebê indefeso, tendo a mesma humanidade que nós temos” (Ms 21, 1895), e “como membro da família humana ... [era] mortal” (DTN, 484). “Ele orou por Seus discípulos e por Si mesmo, identificando-Se assim com nossas necessidades, fraquezas e falhas” (T2, 508; cf. CBV, 422; ver Ellen White, Material Suplementar sobre João 1:1,2,3,14; Colossenses 1:26,27; Hebreus 2:14-18).
- 1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. 14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. João 1:1,2,3,14 26 o mistério que esteve oculto dos séculos, e das gerações; mas agora foi manifesto aos seus santos, 27 a quem Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, a esperança da glória; Colossenses 1:26,27 14 Portanto, visto como os filhos são participantes comuns de carne e sangue, também ele semelhantemente participou das mesmas coisas, para que pela morte derrotasse aquele que tinha o poder da morte, isto é, o Diabo; 15 e livrasse todos aqueles que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à escravidão. 16 Pois, na verdade, não presta auxílio aos anjos, mas sim à descendência de Abraão. 17 Pelo que convinha que em tudo fosse feito semelhante a seus irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas concernentes a Deus, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo. 18 Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados. Hebreus 2:14-18
4. A encarnação de Cristo. A encarnação foi uma união verdadeira, completa e indissolúvel das naturezas divina e humana na pessoa de Jesus Cristo, sendo, porém, que cada natureza foi preservada intacta e distinta da outra (ver Mateus 1:20; Lucas 1:35; João 1:14; Filipenses 2:5-8; 1 Timóteo 3:16; 1 João 4:2,3; ver com. de Mateus 1:18; João 1:14; João 16:28; Filipenses 2:6-8).
- 20 E, projetando ele isso, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, pois o que nela se gerou é do Espírito Santo; Mateus 1:20 35 Respondeu-lhe o anjo: Virá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso o que há de nascer será chamado santo, Filho de Deus. Lucas 1:35 14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. João 1:14 5 Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus, 6 o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, 7 mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; 8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Filipenses 2:5-8 16 E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Aquele que se manifestou em carne, foi justificado em espírito, visto dos anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo, e recebido acima na glória. 1 Timóteo 3:16 2 Nisto conheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; 3 e todo espírito que não confessa a Jesus não é de Deus; mas é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que havia de vir; e agora já está no mundo. 1 João 4:2,3 18 Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, ela se achou ter concebido do Espírito Santo. Mateus 1:18 28 Saí do Pai, e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo, e vou para o Pai. João 16:28 6 o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, 7 mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; 8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Filipenses 2:6-8
“Cristo era um homem real. [...] Mas era Deus em carne” (YI, 13/10/1898). “Sua divindade ocultou-se na humanidade — a glória invisível na visível forma humana” (DTN, 23). “Ele tem uma natureza dupla, ao mesmo tempo humana e divina. Ele é tanto Deus quanto homem” (Ms 76, 1903).
Foi a natureza humana do Filho de Maria transformada na natureza divina do Filho de Deus? Não; as duas naturezas fundiram-se misteriosamente numa só pessoa - o homem Cristo Jesus” (Ex [MM 92], 77). “O humano não tomou o lugar do divino, nem o divino, do humano’ (ST, 10/05/1899). “A divindade não se degradou, para tornar-se humanidade; a divindade conservou seu lugar” (MEl, 408).
“Ele exibia uma humanidade perfeita, combinada com a divindade: [...] preservando distinta cada uma das naturezas” (CCB, 4° trim/1899, 102). “A humanidade de Cristo não podia ser separada de Sua divindade” (Ms 106, 1897; ver Ellen White, Material Suplementar sobre João 1:1,2,3,14; Efésios 3:8; Filipenses 2:6-8; Colossenses 2:9).
- 1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. 14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. João 1:1,2,3,14 8 A mim, o mínimo de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar aos gentios as riquezas inescrutáveis de Cristo, Efésios 3:8 6 o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, 7 mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; 8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Filipenses 2:6-8 9 porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade, Colossenses 2:9
5. A subordinação de Cristo. Assumindo voluntariamente as limitações da natureza humana na encarnação, o Senhor Jesus Cristo, dessa forma, subordinou-Se ao Pai enquanto durou Seu ministério terrestre (ver Salmos 40:8; Mateus 26:39; João 3:16; João 4:34; João 5:19,30; João 12:49; João 14:10; João 17:4,8; 2 Coríntios 8:9; Filipenses 2:7,8; Hebreus 2:9; ver com. de Lucas 1:35; Lucas 2:49; João 3:16; João 4:34; Filipenses 2:7,8).
- 8 Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração. Salmos 40:8 39 E adiantando-se um pouco, prostrou-se com o rosto em terra e orou, dizendo: Meu Pai, se é possível, passa de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres. Mateus 26:39 16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16 34 Disse-lhes Jesus: A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e completar a sua obra. João 4:34 19 Disse-lhes, pois, Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que o Filho de si mesmo nada pode fazer, senão o que vir o Pai fazer; porque tudo quanto ele faz, o Filho o faz igualmente. 30 Eu não posso de mim mesmo fazer coisa alguma; como ouço, assim julgo; e o meu juízo é justo, porque não procuro a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. João 5:19,30 49 Porque eu não falei por mim mesmo; mas o Pai, que me enviou, esse me deu mandamento quanto ao que dizer e como falar. João 12:49 10 Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, é quem faz as suas obras. João 14:10 4 Eu te glorifiquei na terra, completando a obra que me deste para fazer. 8 porque eu lhes dei as palavras que tu me deste, e eles as receberam, e verdadeiramente conheceram que saí de ti, e creram que tu me enviaste. João 17:4,8 9 pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre, para que pela sua pobreza fôsseis enriquecidos. 2 Coríntios 8:9 7 mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; 8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Filipenses 2:7,8 9 vemos, porém, aquele que foi feito um pouco menor que os anjos, Jesus, coroado de glória e honra, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos. Hebreus 2:9 35 Respondeu-lhe o anjo: Virá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso o que há de nascer será chamado santo, Filho de Deus. Lucas 1:35 49 Respondeu-lhes ele: Por que me procuráveis? Não sabíeis que eu devia estar na casa de meu Pai? Lucas 2:49
“Pondo de lado Suas vestes e coroa reais” (Ev, 614), o Filho de Deus “preferiu entregar o cetro nas mãos de Seu Pai, e descer do trono do Universo” (DTN, 22, 23). “Assumiu voluntariamente a natureza humana. Ele o fez por vontade própria, e por Seu próprio consentimento” (RH, 04/09/1900).
“Jesus condescendeu em humilhar-Se a Si mesmo, em tomar a natureza humana (S l, 20/01/1890; cf. T5, 702). “Ele Se humilhou a Si mesmo, e tomou sobre Si a mortalidade” (FV [MM 1959], 46).
“O Filho de Deus era submisso à vontade de Seu Pai e dependente de Seu poder. 1 ao plenamente vazio do próprio eu era Jesus, que não elaborava planos para Si mesmo. Aceitava os que Deus fazia a Seu respeito, e o Pai os desdobrava dia a dia” (DTN, 208; cf. 664). “Embora possuísse a natureza humana, Ele [Cristol dependia do Onipotente quanto a Sua vida. Em Sua humanidade, Ele Se apoderava da divindade de Deus” (Mar [MM 77], 300; ver Ellen White, Material Suplementar sobre Lucas 1:35).
6. A perfeição de Cristo no que diz respeito à ausência de pecado. Embora suscetível à tentação e “tentado em todas as coisas, à nossa semelhança”, Jesus, contudo, era totalmente “sem pecado” (ver Mateus 4:1-11; Romanos 8:3,4; 2 Coríntios 5:21; Hebreus 2:10; Hebreus 4:15; 1 Pedro 2:21,22; 1 João 3:5; ver com. de Mateus 4:1-11; Mateus 26:38,41; Lucas 2:40,52; Hebreus 2:17; Hebreus 4:15).
- 1 Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo Diabo. 2 E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome. 3 Chegando, então, o tentador, disse-lhe: Se tu és Filho de Deus manda que estas pedras se tornem em pães. 4 Mas Jesus lhe respondeu: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus. 5 Então o Diabo o levou à cidade santa, colocou-o sobre o pináculo do templo, 6 e disse-lhe: Se tu és Filho de Deus, lança-te daqui abaixo; porque está escrito: Aos seus anjos dará ordens a teu respeito; e: eles te susterão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra. 7 Replicou-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus. 8 Novamente o Diabo o levou a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles; 9 e disse-lhe: Tudo isto te darei, se, prostrado, me adorares. 10 Então ordenou-lhe Jesus: Vai-te, Satanás; porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. 11 Então o Diabo o deixou; e eis que vieram os anjos e o serviram. Mateus 4:1-11 3 Porquanto o que era impossível à lei, visto que se achava fraca pela carne, Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança da carne do pecado, e por causa do pecado, na carne condenou o pecado. 4 para que a justa exigência da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito. Romanos 8:3,4 21 Aquele que não conheceu pecado, Deus o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus. 2 Coríntios 5:21 10 Porque convinha que aquele, para quem são todas as coisas, e por meio de quem tudo existe, em trazendo muitos filhos à glória, aperfeiçoasse pelos sofrimentos o autor da salvação deles. Hebreus 2:10 15 Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer- se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Hebreus 4:15 21 Porque para isso fostes chamados, porquanto também Cristo padeceu por vós, deixando-vos exemplo, para que sigais as suas pisadas. 22 Ele não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano; 1 Pedro 2:21,22 5 E bem sabeis que ele se manifestou para tirar os pecados; e nele não há pecado. 1 João 3:5 38 Então lhes disse: A minha alma está triste até a morte; ficai aqui e vigiai comigo. 41 Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca. Mateus 26:38,41 40 E o menino ia crescendo e fortalecendo-se, ficando cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele. 52 E crescia Jesus em sabedoria, em estatura e em graça diante de Deus e dos homens. Lucas 2:40,52 17 Pelo que convinha que em tudo fosse feito semelhante a seus irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas concernentes a Deus, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo. Hebreus 2:17
Nosso Salvador “assumiu as vulnerabilidades da natureza humana, para ser provado e tentado” (ME1, 226). “Como qualquer filho de Adão, aceitou os resultados da operação da grande lei da hereditariedade” (DTN, 49).
“Ele poderia haver pecado; [...] mas nem por um momento houve nEle uma propensão má” (FV [MM 59], 49). Ele tomou “a natureza mas não a pecaminosidade do homem” (ST, 29/05/1901). “Ele venceu a Satanás na mesma natureza sobre a qual, no Éden, Satanás obteve a vitória [sobre Adão]” (Yl, 25/04/1901).
“Jesus não revelou qualidades, nem exerceu poderes que os homens não possam possuir mediante a fé nEle. Sua perfeita humanidade é a que todos os Seus seguidores podem possuir” (DTN, 664; cf. 24). “Com a natureza humana, manteve a pureza de Seu caráter divino” (CT [MM 2002], 246). “Nenhum traço de pecado desfigurava nEle a imagem divina” (DTN, 71; cf. 123; ver Ellen White, Material Suplementar sobre Mateus 4:1-11; Lucas 2:40,52; Colossenses 2:9,10; Hebreus 2:14-18; Hebreus 4:15).
- 1 Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo Diabo. 2 E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome. 3 Chegando, então, o tentador, disse-lhe: Se tu és Filho de Deus manda que estas pedras se tornem em pães. 4 Mas Jesus lhe respondeu: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus. 5 Então o Diabo o levou à cidade santa, colocou-o sobre o pináculo do templo, 6 e disse-lhe: Se tu és Filho de Deus, lança-te daqui abaixo; porque está escrito: Aos seus anjos dará ordens a teu respeito; e: eles te susterão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra. 7 Replicou-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus. 8 Novamente o Diabo o levou a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles; 9 e disse-lhe: Tudo isto te darei, se, prostrado, me adorares. 10 Então ordenou-lhe Jesus: Vai-te, Satanás; porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. 11 Então o Diabo o deixou; e eis que vieram os anjos e o serviram. Mateus 4:1-11 40 E o menino ia crescendo e fortalecendo-se, ficando cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele. 52 E crescia Jesus em sabedoria, em estatura e em graça diante de Deus e dos homens. Lucas 2:40,52 9 porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade, 10 e tendes a vossa plenitude nele, que é a cabeça de todo principado e potestade, Colossenses 2:9,10 14 Portanto, visto como os filhos são participantes comuns de carne e sangue, também ele semelhantemente participou das mesmas coisas, para que pela morte derrotasse aquele que tinha o poder da morte, isto é, o Diabo; 15 e livrasse todos aqueles que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à escravidão. 16 Pois, na verdade, não presta auxílio aos anjos, mas sim à descendência de Abraão. 17 Pelo que convinha que em tudo fosse feito semelhante a seus irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas concernentes a Deus, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo. 18 Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados. Hebreus 2:14-18 15 Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer- se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Hebreus 4:15
7. A morte vicária de Cristo. O sacrifício de Cristo proveu expiação plena e completa para os pecados do mundo (ver Isaías 53:4-6; João 3:14-17; 1 Coríntios 15:3; Hebreus 9:14; 1 Pedro 3:18; 1 Pedro 4:1; 1 João 2:2; ver com. de Isaías 53:4; Mateus 16:13).
- 4 Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e carregou com as nossas dores; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. 5 Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. 6 Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós. Isaías 53:4-6 14 E como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado; 15 para que todo aquele que nele crê tenha a vida eterna. 16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. 17 Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. João 3:14-17 3 Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras; 1 Coríntios 15:3 14 quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará das obras mortas a vossa consciência, para servirdes ao Deus vivo? Hebreus 9:14 18 Porque também Cristo morreu uma só vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; sendo, na verdade, morto na carne, mas vivificado no espírito; 1 Pedro 3:18 1 Ora pois, já que Cristo padeceu na carne, armai-vos também vós deste mesmo pensamento; porque aquele que padeceu na carne já cessou do pecado; 1 Pedro 4:1 2 E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo. 1 João 2:2 4 Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e carregou com as nossas dores; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Isaías 53:4 13 Tendo Jesus chegado às regiões de Cesaréia de Felipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem? Mateus 16:13
“Cristo foi tratado como nós merecíamos, para que pudéssemos receber o tratamento a que Ele tinha direito. Foi condenado pelos nossos pecados, nos quais não tinha participação, para que fôssemos justificados por Sua justiça, na qual não tínhamos parte. Solrcu a morte que nos cabia, para que recebêssemos a vida que a Ele pertencia (D TN. 25).
“No Jardim do Getsêmani, Cristo sofreu em lugar do homem, e a natureza humana do Filho de Deus tremeu soh o terrível horror da culpa do pecado” (MG [MM 74], 166). “Naquele momento e ali mesmo teria morrido a natureza humana, sob o horror do senso do pecado, não tivesse um anjo do Céu fortalecido-O para suportar a agonia” (ibid.)
“O sacrifício de Cristo em favor do ser humano foi amplo e completo. A condição da expiação tinha sido preenchida. A obra para que viera a este mundo tinha sido realizada” (AA, 29; cf. T5, 575; ver Ellen White, Material Suplementar sobre Mateus 26:36-46; Mateus 27:50; Colossenses 2:9; 1 Timóteo 2:5).
- 36 Então foi Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmane, e disse aos discípulos: Sentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar. 37 E levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se. 38 Então lhes disse: A minha alma está triste até a morte; ficai aqui e vigiai comigo. 39 E adiantando-se um pouco, prostrou-se com o rosto em terra e orou, dizendo: Meu Pai, se é possível, passa de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres. 40 Voltando para os discípulos, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Assim nem uma hora pudestes vigiar comigo? 41 Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca. 42 Retirando-se mais uma vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, faça-se a tua vontade. 43 E, voltando outra vez, achou-os dormindo, porque seus olhos estavam carregados. 44 Deixando-os novamente, foi orar terceira vez, repetindo as mesmas palavras. 45 Então voltou para os discípulos e disse-lhes: Dormi agora e descansai. Eis que é chegada a hora, e o Filho do homem está sendo entregue nas mãos dos pecadores. 46 Levantai-vos, vamo-nos; eis que é chegado aquele que me trai. Mateus 26:36-46 50 De novo bradou Jesus com grande voz, e entregou o espírito. Mateus 27:50 9 porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade, Colossenses 2:9 5 Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, 1 Timóteo 2:5
8. A ressurreição de Cristo. Em Sua divindade, Cristo tinha poder não somente para depor Sua vida, mas também para retomá-la, quando chamado por Seu Pai a sair da tumba (ver João 10:18; Atos 13:32,33; Romanos 1:3,4; 1 Coríntios 15:3-22; Hebreus 13:20; 1 Pedro 1:3; ver Nota Adicional a Mateus 28).
- 18 Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho autoridade para a dar, e tenho autoridade para retomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai. João 10:18 32 E nós vos anunciamos as boas novas da promessa, feita aos pais, 33 a qual Deus nos tem cumprido, a nós, filhos deles, levantando a Jesus, como também está escrito no salmo segundo: Tu és meu Filho, hoje te gerei. Atos 13:32,33 3 acerca de seu Filho, que nasceu da descendência de Davi segundo a carne, 4 e que com poder foi declarado Filho de Deus segundo o espírito de santidade, pela ressurreição dentre os mortos - Jesus Cristo nosso Senhor, Romanos 1:3,4 3 Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras; 4 que foi sepultado; que foi ressuscitado ao terceiro dia, segundo as Escrituras; 5 que apareceu a Cefas, e depois aos doze; 6 depois apareceu a mais de quinhentos irmãos duma vez, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormiram; 7 depois apareceu a Tiago, então a todos os apóstolos; 8 e por derradeiro de todos apareceu também a mim, como a um abortivo. 9 Pois eu sou o menor dos apóstolos, que nem sou digno de ser chamado apóstolo, porque persegui a igreja de Deus. 10 Mas pela graça de Deus sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã, antes trabalhei muito mais do que todos eles; todavia não eu, mas a graça de Deus que está comigo. 11 Então, ou seja eu ou sejam eles, assim pregamos e assim crestes. 12 Ora, se se prega que Cristo foi ressucitado dentre os mortos, como dizem alguns entre vós que não há ressurreição de mortos? 13 Mas se não há ressurreição de mortos, também Cristo não foi ressuscitado. 14 E, se Cristo não foi ressuscitado, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. 15 E assim somos também considerados como falsas testemunhas de Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual, porém, não ressuscitou, se, na verdade, os mortos não são ressuscitados. 16 Porque, se os mortos não são ressuscitados, também Cristo não foi ressuscitado. 17 E, se Cristo não foi ressuscitado, é vã a vossa fé, e ainda estais nos vossos pecados. 18 Logo, também os que dormiram em Cristo estão perdidos. 19 Se é só para esta vida que esperamos em Cristo, somos de todos os homens os mais dignos de lástima. 20 Mas na realidade Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. 21 Porque, assim como por um homem veio a morte, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. 22 Pois como em Adão todos morrem, do mesmo modo em Cristo todos serão vivificados. 1 Coríntios 15:3-22 20 Ora, o Deus de paz, que pelo sangue do pacto eterno tornou a trazer dentre os mortos a nosso Senhor Jesus, grande pastor das ovelhas, Hebreus 13:20 3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, 1 Pedro 1:3
“Quando foi ouvida no túmulo de Cristo a voz do poderoso anjo, dizendo: ‘Teu Pai Te chama’, o Salvador saiu do sepulcro pela vida que havia em Si mesmo. [...] Em Sua divindade possuía Cristo o poder de quebrar as algemas da morte” (DTN, 785; cf. 780; ver Ellen White, Material Suplementar sobre Marcos 16:6).
9. A ascensão de Cristo. Nosso Salvador ascendeu ao Céu em Seu corpo glorificado, para ali ministrar em nosso favor (ver Marcos 16:19; Lucas 24:39; João 14:1-3; João 16:28; João 20:17; Atos 1:9-11; Romanos 8:34; 1 Timóteo 3:16; Hebreus 7:25; Hebreus 8:1,2; Hebreus 9:24; 1 João 2:1,2; ver com. de Atos 1:9-11).
- 19 Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-se à direita de Deus. Marcos 16:19 39 Olhai as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede; porque um espírito não tem carne nem ossos, como percebeis que eu tenho. Lucas 24:39 1 Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. 2 Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. 3 E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também. João 14:1-3 28 Saí do Pai, e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo, e vou para o Pai. João 16:28 17 Disse-lhe Jesus: Deixa de me tocar, porque ainda não subi ao Pai; mas vai a meus irmãos e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus. João 20:17 9 Tendo ele dito estas coisas, foi levado para cima, enquanto eles olhavam, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos. 10 Estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles apareceram dois varões vestidos de branco, 11 os quais lhes disseram: Varões galileus, por que ficais aí olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi elevado para o céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir. Atos 1:9-11 34 Quem os condenará? Cristo Jesus é quem morreu, ou antes quem ressurgiu dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós; Romanos 8:34 16 E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Aquele que se manifestou em carne, foi justificado em espírito, visto dos anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo, e recebido acima na glória. 1 Timóteo 3:16 25 Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, porquanto vive sempre para interceder por eles. Hebreus 7:25 1 Ora, do que estamos dizendo, o ponto principal é este: Temos um sumo sacerdote tal, que se assentou nos céus à direita do trono da Majestade, 2 ministro do santuário, e do verdadeiro tabernáculo, que o Senhor fundou, e não o homem. Hebreus 8:1,2 24 Pois Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, mas no próprio céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus; Hebreus 9:24 1 Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; mas, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. 2 E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo. 1 João 2:1,2
“Deus deu Seu Filho unigénito a fim de que Se tornasse membro da família humana, retendo para sempre Sua natureza humana. [...] Deus adotou a natureza humana na pessoa de Seu Filho, levando a mesma ao mais alto Céu” (DTN, 25), “Todos precisam compreender melhor a obra da expiação que está sendo efetuada no santuário do Céu" (Ex [MM 92], 284; ver Ellen White, Material Suplementar sobre Atos 1:9-11; Hebreus 2:14-18).
- 9 Tendo ele dito estas coisas, foi levado para cima, enquanto eles olhavam, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos. 10 Estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles apareceram dois varões vestidos de branco, 11 os quais lhes disseram: Varões galileus, por que ficais aí olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi elevado para o céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir. Atos 1:9-11 14 Portanto, visto como os filhos são participantes comuns de carne e sangue, também ele semelhantemente participou das mesmas coisas, para que pela morte derrotasse aquele que tinha o poder da morte, isto é, o Diabo; 15 e livrasse todos aqueles que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à escravidão. 16 Pois, na verdade, não presta auxílio aos anjos, mas sim à descendência de Abraão. 17 Pelo que convinha que em tudo fosse feito semelhante a seus irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas concernentes a Deus, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo. 18 Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados. Hebreus 2:14-18
10. A exaltação de Cristo. Por ocasião de Seu retorno ao Céu, Cristo reassumiu a posição que tinha com o Pai antes da encarnação (ver Mateus 28:18; João 12:23; João 17:5; Efésios 1:19-22; Filipenses 2:8,9; Colossenses 1:18; 1 Timóteo 2:5; Hebreus 1:3; Hebreus 2:9; 1 Pedro 1:11; ver com. de Filipenses 2:9).
- 18 E, aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Mateus 28:18 23 Respondeu-lhes Jesus: É chegada a hora de ser glorificado o Filho do homem. João 12:23 5 Agora, pois, glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que eu tinha contigo antes que o mundo existisse. João 17:5 19 e qual a suprema grandeza do seu poder para conosco, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder, 20 que operou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar-se à sua direita nos céus, 21 muito acima de todo principado, e autoridade, e poder, e domínio, e de todo nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro; 22 e sujeitou todas as coisas debaixo dos seus pés, e para ser cabeça sobre todas as coisas o deu à igreja, Efésios 1:19-22 8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. 9 Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu o nome que é sobre todo nome; Filipenses 2:8,9 18 também ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio, o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência, Colossenses 1:18 5 Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, 1 Timóteo 2:5 3 sendo ele o resplendor da sua glória e a expressa imagem do seu Ser, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo ele mesmo feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade nas alturas, Hebreus 1:3 9 vemos, porém, aquele que foi feito um pouco menor que os anjos, Jesus, coroado de glória e honra, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos. Hebreus 2:9 11 indagando qual o tempo ou qual a ocasião que o Espírito de Cristo que estava neles indicava, ao predizer os sofrimentos que a Cristo haviam de vir, e a glória que se lhes havia de seguir. 1 Pedro 1:11 9 Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu o nome que é sobre todo nome; Filipenses 2:9
“Ao transpor as portas celestiais, foi Jesus entronizado em meio à adoração dos anjos. [...] Cristo foi de fato glorificado com aquela glória que tinha com o Pai desde toda a eternidade. [...] Ele, como Sacerdote e Rei, recebera todo o poder no Céu e na Terra” (AA, 38, 39; cf. T8, 268, 269).
Estes e muitos outros grandes mistérios ligados ao plano da salvação serão objeto de estudo dos redimidos por toda a eternidade.
Comentário Bíblico
Mathew Henry
Nota - (Mathew Henry)
João 1:15-18
De forma cronológica em relação à obra que realizou na terra, o Senhor Jesus Cristo veio após João, porém em todas as demais coisas foi antes deste. A expressão mostra claramente que Jesus já existia antes de viver na terra como homem. Nele habita toda a plenitude. E os pecadores caídos recebem dEle, e somente dEle, e têm por fé tudo o que os torna sábios, fortes, santos, úteis e felizes. Tudo o que recebemos de Cristo se resume na seguinte palavra: Graça. Recebemos "Graça sobre graça", um dom tão grande, tão rico, cujo valor é inestimável; a boa vontade de Deus para conosco, e a boa obra de Deus em nós.
A lei de Deus é santa, justa e boa; e devemos utilizá-la de modo apropriado. Porém não podemos derivar desta o perdão, a justiça ou a força. Nos ensina a adornar a doutrina de Deus, nosso Salvador, porém, nada pode tomar o lugar desta doutrina. Como nenhuma das misericórdias de Deus para os pecadores vem de outra maneira senão por meio de Jesus Cristo, nenhum homem pode ir ao Pai exceto por meio dEle; ninguém pode conhecer a Deus, exceto aquele a quem Ele mesmo permitir que o conheça através de seu Filho unigênito e amado.
- Veja também

Jesus Meu Modelo, Pág. 218

A Maravilhosa Graça de Deus, Pág. 306
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- Análise em Cadeia 45 Não penseis que eu vos hei de acusar perante o Pai. Há um que vos acusa, Moisés, em quem vós esperais. João 5:45 29 Sabemos que Deus falou a Moisés; mas quanto a este, não sabemos donde é. João 9:29 1 Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: 2 Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. 3 Não terás outros deuses diante de mim. 4 Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. 5 Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. 6 e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos. 7 Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão. 8 Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. 9 Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; 10 mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. 11 Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou. 12 Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá. 13 Não matarás. 14 Não adulterarás. 15 Não furtarás. 16 Não dirás falso testemunho contra o teu proximo. 17 Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo. Êxodo 20:1-17 44 Esta é a lei que Moisés propôs aos filhos de Israel; Deuteronômio 4:44 1 Chamou, pois, Moisés a todo o Israel, e disse-lhes: Ouve, ó Israel, os estatutos e preceitos que hoje vos falo aos ouvidos, para que os aprendais e cuideis em os cumprir. Deuteronômio 5:1 4 Moisés nos prescreveu uma lei, uma herança para a assembléia de Jacó. Deuteronômio 33:4 38 Este é o que esteve na congregação no deserto, com o anjo que lhe falava no monte Sinai, e com nossos pais, o qual recebeu palavras de vida para vo-las dar; Atos 7:38 23 Havendo-lhe eles marcado um dia, muitos foram ter com ele à sua morada, aos quais desde a manhã até a noite explicava com bom testemunho o reino de Deus e procurava persuadí-los acerca de Jesus, tanto pela lei de Moisés como pelos profetas. Atos 28:23 19 Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz, aos que estão debaixo da lei o diz, para que se cale toda boca e todo o mundo fique sujeito ao juízo de Deus; 20 porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele; pois o que vem pela lei é o pleno conhecimento do pecado. Romanos 3:19,20 20 Sobreveio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; 21 para que, assim como o pecado veio a reinar na morte, assim também viesse a reinar a graça pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor. Romanos 5:20,21 7 Ora, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fixar os olhos no rosto de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual se estava desvanecendo, 8 como não será de maior glória o ministério do espírito? 9 Porque, se o ministério da condenação tinha glória, muito mais excede em glória o ministério da justiça. 10 Pois na verdade, o que foi feito glorioso, não o é em comparação com a glória inexcedível. 2 Coríntios 3:7-10 10 Pois todos quantos são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque escrito está: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las. 11 É evidente que pela lei ninguém é justificado diante de Deus, porque: O justo viverá da fé; 12 ora, a lei não é da fé, mas: O que fizer estas coisas, por elas viverá. 13 Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro; 17 E digo isto: Ao testamento anteriormente confirmado por Deus, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não invalida, de forma a tornar inoperante a promessa. Gálatas 3:10-13,17 5 Moisés, na verdade, foi fiel em toda a casa de Deus, como servo, para testemunho das coisas que se haviam de anunciar; 6 mas Cristo o é como Filho sobre a casa de Deus; a qual casa somos nós, se tão-somente conservarmos firmes até o fim a nossa confiança e a glória da esperança. Hebreus 3:5,6 8 Porque repreendendo-os, diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, em que estabelecerei com a casa de Israel e com a casa de Judá um novo pacto. 9 Não segundo o pacto que fiz com seus pais no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; pois não permaneceram naquele meu pacto, e eu para eles não atentei, diz o Senhor. 10 Ora, este é o pacto que farei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor; porei as minhas leis no seu entendimento, e em seu coração as escreverei; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo; 11 e não ensinará cada um ao seu concidadão, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até o maior. 12 Porque serei misericordioso para com suas iniquidades, e de seus pecados não me lembrarei mais. Hebreus 8:8-12 32 e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:32 6 Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. João 14:6 15 Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar. Gênesis 3:15 18 e em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à minha voz. Gênesis 22:18 10 A benignidade e a fidelidade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram. Salmos 85:10 1 Cantarei para sempre as benignidades do Senhor; com a minha boca proclamarei a todas as gerações a tua fidelidade. 2 Digo, pois: A tua benignidade será renovada para sempre; tu confirmarás a tua fidelidade até nos céus, dizendo: Salmos 89:1,2 3 Lembrou-se da sua misericórdia e da sua fidelidade para com a casa de Israel; todas as extremidades da terra viram a salvação do nosso Deus. Salmos 98:3 20 Mostrarás a Jacó a fidelidade, e a Abraão a benignidade, conforme juraste a nossos pais desde os dias antigos. Miquéias 7:20 54 Auxiliou a Isabel, seu servo, lembrando-se de misericórdia 55 (como falou a nossos pais) para com Abraão e a sua descendência para sempre. 68 Bendito, seja o Senhor Deus de Israel, porque visitou e remiu o seu povo, 69 e para nós fez surgir uma salvação poderosa na casa de Davi, seu servo; 70 assim como desde os tempos antigos tem anunciado pela boca dos seus santos profetas; 71 para nos livrar dos nossos inimigos e da mão de todos os que nos odeiam; 72 para usar de misericórdia com nossos pais, e lembrar-se do seu santo pacto 73 e do juramento que fez a Abrão, nosso pai, 74 de conceder-nos que, libertados da mão de nossos inimigos, o servíssemos sem temor, 75 em santidade e justiça perante ele, todos os dias da nossa vida. 76 E tu, menino, serás chamado profeta do Altíssimo, porque irás ante a face do Senhor, a preparar os seus caminhos; 77 para dar ao seu povo conhecimento da salvação, na remissão dos seus pecados, 78 graças à entrenhável misericórdia do nosso Deus, pela qual nos há de visitar a aurora lá do alto, 79 para alumiar aos que jazem nas trevas e na sombra da morte, a fim de dirigir os nossos pés no caminho da paz. Lucas 1:54,55,68-79 34 E no tocante a que o ressuscitou dentre os mortos para nunca mais tornar à corrupção, falou Deus assim: Dar-vos-ei as santas e fiéis bênçãos de Davi; 35 pelo que ainda em outro salmo diz: Não permitirás que o teu Santo veja a corrupção. 36 Porque Davi, na verdade, havendo servido a sua própria geração pela vontade de Deus, dormiu e foi depositado junto a seus pais e experimentou corrupção. 37 Mas aquele a quem Deus ressuscitou nenhuma corrupção experimentou. 38 Seja-vos pois notório, varões, que por este se vos anuncia a remissão dos pecados. 39 E de todas as coisas de que não pudestes ser justificados pela lei de Moisés, por ele é justificado todo o que crê. Atos 13:34-39 21 Mas agora, sem lei, tem-se manifestado a justiça de Deus, que é atestada pela lei e pelos profetas; 22 isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos os que crêem; pois não há distinção. 23 Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; 24 sendo justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, 25 ao qual Deus propôs como propiciação, pela fé, no seu sangue, para demonstração da sua justiça por ter ele na sua paciência, deixado de lado os delitos outrora cometidos; 26 para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e também justificador daquele que tem fé em Jesus. Romanos 3:21-26 21 para que, assim como o pecado veio a reinar na morte, assim também viesse a reinar a graça pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor. Romanos 5:21 14 Pois o pecado não terá domínio sobre vós, porquanto não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça. Romanos 6:14 8 Digo pois que Cristo foi feito ministro da circuncisão, por causa da verdade de Deus, para confirmar as promessas feitas aos pais; 9 e para que os gentios glorifiquem a Deus pela sua misericórdia, como está escrito: Portanto eu te louvarei entre os gentios, e cantarei ao teu nome. 10 E outra vez diz: Alegrai-vos, gentios, juntamente com o povo. 11 E ainda: Louvai ao Senhor, todos os gentios, e louvem-no, todos os povos. 12 E outra vez, diz também Isaías: Haverá a raiz de Jessé, aquele que se levanta para reger os gentios; nele os gentios esperarão. Romanos 15:8-12 20 Pois, tantas quantas forem as promessas de Deus, nele está o sim; portanto é por ele o amém, para glória de Deus por nosso intermédio. 2 Coríntios 1:20 22 E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão. Hebreus 9:22 4 porque é impossível que o sangue de touros e de bodes tire pecados. 5 Pelo que, entrando no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste, mas um corpo me preparaste; 6 não te deleitaste em holocaustos e oblações pelo pecado. 7 Então eu disse: Eis-me aqui (no rol do livro está escrito de mim) para fazer, ó Deus, a tua vontade. 8 Tendo dito acima: Sacrifício e ofertas e holocaustos e oblações pelo pecado não quiseste, nem neles te deleitaste (os quais se oferecem segundo a lei); 9 agora disse: Eis-me aqui para fazer a tua vontade. Ele tira o primeiro, para estabelecer o segundo. 10 É nessa vontade dele que temos sido santificados pela oferta do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez para sempre. Hebreus 10:4-10 39 E todos estes, embora tendo recebido bom testemunho pela fé, contudo não alcançaram a promessa; 40 visto que Deus provera alguma coisa melhor a nosso respeito, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados. Hebreus 11:39,40 8 Logo que tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos. 9 E cantavam um cântico novo, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, e língua, e povo e nação; 10 e para o nosso Deus os fizeste reino, e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra. Apocalipse 5:8-10 9 Depois destas coisas olhei, e eis uma grande multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, que estavam em pé diante do trono e em presença do Cordeiro, trajando compridas vestes brancas, e com palmas nas mãos; 10 e clamavam com grande voz: Salvação ao nosso Deus, que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro. 11 E todos os anjos estavam em pé ao redor do trono e dos anciãos e dos quatro seres viventes, e prostraram-se diante do trono sobre seus rostos, e adoraram a Deus, 12 dizendo: Amém. Louvor, e glória, e sabedoria, e ações de graças, e honra, e poder, e força ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos. Amém. 13 E um dos anciãos me perguntou: Estes que trajam as compridas vestes brancas, quem são eles e donde vieram? 14 Respondi-lhe: Meu Senhor, tu sabes. Disse-me ele: Estes são os que vêm da grande tribulação, e levaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro. 15 Por isso estão diante do trono de Deus, e o servem de dia e de noite no seu santuário; e aquele que está assentado sobre o trono estenderá o seu tabernáculo sobre eles. 16 Nunca mais terão fome, nunca mais terão sede; nem cairá sobre eles o sol, nem calor algum; 17 porque o Cordeiro que está no meio, diante do trono, os apascentará e os conduzirá às fontes das águas da vida; e Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima. Apocalipse 7:9-17 40 E retirou-se de novo para além do Jordão, para o lugar onde João batizava no princípio; e ali ficou. João 10:40