Comentário Bíblico
Adventista
Não temas - (cba)
Apocalipse 2:10
Ver com. de Tiago 1:2; cf. João 16:33.
- 2 Meus irmãos, tende por motivo de grande gozo o passardes por várias provações, Tiago 1:2 33 Tenho-vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz. No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. João 16:33
Tens de sofrer - (cba)
Apocalipse 2:10
Ou, “estás prestes a sofrer”. Ao que parece, a igreja de Esmirna fora um alvo da difamação dos judeus, mas seus membros ainda não haviam sentido o peso da perseguição. No entanto, os cristãos certamente sabiam da perseguição que assolava outras igrejas e deviam estar prevendo problemas. Essa ideia é sugerida pela forma do verbo traduzido aqui por “temas”, subentendendo que eles já estavam com medo. Cristo os consola com a certeza de que, apesar da iminente perseguição, eles não precisavam temer (ver com. de Mateus 5:10-12).
Postos à prova - (cba)
Apocalipse 2:10
Ou, “testados”. Satanás os sujeitaria à perseguição a fim de prevalecer sobre eles, forçando-os a abandonar a fé. Deus permitiria a perseguição como meio de fortalecer e provar que a fé daqueles cristãos era genuína. Embora Satanás possa demonstrar sua ira contra a igreja, a mão de Deus cumpre Seu propósito (ver com. de Tiago 1:2; Apocalipse 2:9).
- 2 Meus irmãos, tende por motivo de grande gozo o passardes por várias provações, Tiago 1:2 9 Conheço a tua tribulação e a tua pobreza (mas tu és rico), e a blasfêmia dos que dizem ser judeus, e não o são, porém são sinagoga de Satanás. Apocalipse 2:9
O imperador Trajano (98-117 d.C.) promulgou a primeira política romana oficial favorável ao cristianismo. Na famosa carta 97, destinada a Plínio, o jovem, governador da Bitínia e de Ponto, na Ásia Menor, Trajano explicou o procedimento para lidar com os cristãos, que na época eram uma comunidade religiosa ilegal. Ele ordenou que os oficiais romanos não fossem atrás dos cristãos. Todavia, caso lhe fossem levadas pessoas por outras ofensas e elas demonstrassem ser cristãs, deveriam ser executadas, a menos que se retratassem. Embora essa lei não vigorasse de maneira uniforme, ela continuou a existir até Constantino promulgar o edito da tolerância, em 313 d.C.
Logo, durante dois séculos, os cristãos estiveram sujeitos a prisão e morte repentinas por causa da fé. Seu bem-estar dependia, em grande medida, do favor de seus vizinhos judeus e pagãos, que poderiam deixá-los em paz ou reclamar deles perante as autoridades. Isso pode ser chamado de perseguição permissiva. O imperador não tomava a iniciativa de perseguir os cristãos, mas deixava que seus representantes e as autoridades locais tomassem as medidas que julgassem adequadas contra os cristãos. Essa política deixava os cristãos a mercê das várias administrações locais de onde moravam. Eles foram alvos de ataque principalmente em épocas de fome, terremotos, tempestades e outras catástrofes, pois seus vizinhos pagãos supunham que a recusa dos cristãos em adorar seus deuses ocasionava o derramamento da ira desses deuses sobre toda a Terra.
Às vezes, porém, o governo romano empreendia uma perseguição agressiva à igreja (ver com. de Apocalipse 2:9). Os romanos observavam que o cristianismo estava crescendo em extensão e influência, através do império, e que era incompatível com seu estilo de vida. Percebiam que, com o tempo, o movimento acabaria destruindo o estilo de vida romano. Por isso, em geral, eram os imperadores mais capazes que perseguiam a igreja, ao passo que aqueles que levavam suas responsabilidades menos a sério se contentavam em não incomodar os cristãos. A primeira perseguição geral e sistemática da igreja foi realizada pelo imperador Décio, cujo edito imperial do ano 250 decretou a supressão universal do cristianismo por meio de tortura, morte e confisco de propriedades. A ocasião do decreto foi a celebração milenar da fundação de Roma, cerca de três anos antes, quando a condição decadente do império ficou ainda mais visível em comparação com as glórias do passado. O cristianismo se transformou no bode expiatório, e ficou decidido destruir a igreja de uma vez, supostamente para salvar o império. Essa política falhou com a morte de Décio, em 251 d.C., mas foi retomada pouco tempo depois por Valeriano. Com a morte deste, a medida foi deixada de lado mais uma vez, e somente no reinado de Diocleciano a igreja voltou a enfrentar uma grande crise.
Dez dias - (cba)
Apocalipse 2:10
Esta expressão tem sido compreendida de duas maneiras. Com base no princípio dia-ano de contagem dos períodos proféticos (ver com. de Daniel 7:25), é interpretada como um intervalo de dez anos literais e aplicada ao período de perseguição imperial mais intensa (303-313 d.C.). Foi iniciada por Diocleciano e continuada por seu associado e sucessor Galério. Esta foi uma tentativa de eliminar o cristianismo por meio da queima das Escrituras, destruição de igrejas e prisão dos líderes. Os governantes acreditavam que a igreja havia crescido tanto em força e popularidade dentro do império que, a menos que o cristianismo fosse detido, o estilo de vida romano tradicional deixaria de existir e o império se desintegraria. Por isso, deram início a uma política cujo propósito era exterminar a igreja. O primeiro decreto de Diocleciano contra os cristãos foi promulgado no ano 303, banindo a prática do cristianismo em todo o império.
A perseguição começou no exército e se espalhou por todas as regiões. As autoridades romanas concentraram seus terrores sobre o clero cristão, crendo que, se os pastores fossem retirados, o rebanho se espalharia. Os horrores dessa perseguição foram descritos em detalhes por Teodoreto, historiador da igreja (História Eclesiástica, i.6), que narra a reunião dos bispos da igreja no concílio de Niceia, alguns anos após o fim da crise (325 d.C.). Alguns chegaram ali sem olhos, outros sem braços, que foram amputados, e outros com o corpo terrivelmente lesado de diferentes formas. Muitos, é claro, não sobreviveram ao período de tribulação. Em 313, dez anos após o início das perseguições, Constantino e seu colega Licínio promulgaram um edito que concedeu aos cristãos (e a todos os outros) liberdade de prática religiosa.
Outros intérpretes não têm certeza de que os “dez dias” representem um tempo profético. Raciocinam que as “coisas que tens de sofrer”, o “diabo”, a "prisão” e a “morte” são literais. Por isso, seria natural esperar que os “dez dias” sejam literais também. Neste caso, o número “dez” seria um total aproximado, como acontece com frequência nas Escrituras (ver Eclesiastes 7:19; Isaías 5:10; Daniel 1:20; Amós 6:9; Ageu 2:16; Zacarias 8:23; Mateus 25:1,28; Lucas 15:8; etc.; cf. Mishnah, Aboth, 5.1-9). Como número aproximado, “dez dias” representariam o breve período de perseguição que a igreja local de Esmirna sofreu durante os tempos apostólicos. Para eles, isso seria consistente com os princípios de interpretação profética (ver com. de Apocalipse 1:11; Apocalipse 2:1,28; ver Nota Adicional a Apocalipse 2).
- 19 A sabedoria fortalece ao sábio mais do que dez governadores que haja na cidade. Eclesiastes 7:19 10 E dez jeiras de vinha darão apenas um bato, e um hômer de semente não dará mais do que uma efa. Isaías 5:10 20 E em toda matéria de sabedoria e discernimento, a respeito da qual lhes perguntou o rei, este os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos e encantadores que havia em todo o seu reino. Daniel 1:20 9 E se ficarem de resto dez homens numa casa, morrerão. Amós 6:9 16 quando alguém vinha a um montão de trigo de vinte medidas, havia somente dez; quando vinha ao lagar para tirar cinqüenta, havia somente vinte. Ageu 2:16 23 Assim diz o Senhor dos exércitos: Naquele dia sucederá que dez homens, de nações de todas as línguas, pegarão na orla das vestes de um judeu, dizendo: Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco. Zacarias 8:23 1 Então o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do noivo. 28 Tirai-lhe, pois, o talento e dai ao que tem os dez talentos. Mateus 25:1,28 8 Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas e perdendo uma dracma, não acende a candeia, e não varre a casa, buscando com diligência até encontrá-la? Lucas 15:8 11 que dizia: O que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas: a Éfeso, a Esmirna, a Pérgamo, a Tiatira, a Sardes, a Filadélfia e a Laodicéia. Apocalipse 1:11 1 Ao anjo da igreja em Éfeso escreve: Isto diz aquele que tem na sua destra as sete estrelas, que anda no meio dos sete candeeiros de ouro: 28 também lhe darei a estrela da manhã. Apocalipse 2:1,28
Sê fiel - (cba)
Apocalipse 2:10
A forma verbal no grego indica “continua a ser fiel”. Esmirna demonstrara ser uma igreja fiel.
Coroa - (cba)
Apocalipse 2:10
Do gr. Stephanos, uma “grinalda" ou "guirlanda” de vitória, não um diadema da realeza. Esta palavra era usada para a coroa de louros dada aos vencedores nos jogos gregos. Aqui, simboliza a recompensa entregue ao vencedor na luta contra o pecado.
Da vida - (cba)
Apocalipse 2:10
É provável que a melhor tradução para a expressão “coroa da vida” seja “coroa que é vida”. Esta coroa é uma evidência da vitória sobre o diabo e a “tribulação” que ele causa (comparar com 2 Timóteo 4:8).
Nota Adicional a Apocalipse 2 - (cba)
Apocalipse 2:1-29
A aplicação das mensagens às sete igrejas a sete períodos consecutivos da história da igreja (ver com. de Apocalipse 2:1) naturalmente sugere a necessidade de uma série de datas de transição a fim de facilitar a coordenação das diversas mensagens com seus respectivos períodos. Contudo, na tentativa de definir essas datas, é importante lembrar que: (1) A profecia das sete igrejas não é temporal no sentido comum do termo, pois não há datas cronológicas específicas associadas a ela. Essa profecia se refere, em primeiro lugar, às experiências sucessivas da igreja e difere consideravelmente de profecias como a dos 1.260 dias (Daniel 7:25), das 2.300 tardes e manhãs (Daniel 8:14) e das setenta semanas (Daniel 9:25). (2) As grandes eras da história não são marcadas por datas exatas. Quando usadas, as datas funcionam como pontos convenientes de natureza geral, não como delimitadores exatos. A transição de um período para o outro é um processo gradual. Contudo, não há problema em indicar datas aproximadas a fim de ajudar a relacionar as mensagens com eventos correspondentes da história. Alguns sugerem datas diferentes das citadas abaixo e expressões distintas para nomear os períodos. Contudo, essa variação de datas e nomes não afeta substancialmente a mensagem geral encontrada nas cartas às sete igrejas.
- 1 Ao anjo da igreja em Éfeso escreve: Isto diz aquele que tem na sua destra as sete estrelas, que anda no meio dos sete candeeiros de ouro: Apocalipse 2:1 25 Proferirá palavras contra o Altíssimo, e consumirá os santos do Altíssimo; cuidará em mudar os tempos e a lei; os santos lhe serão entregues na mão por um tempo, e tempos, e metade de um tempo. Daniel 7:25 14 Ele me respondeu: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; então o santuário será purificado. Daniel 8:14 25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o ungido, o príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos. Daniel 9:25
1. Efeso. Há consenso de que o período representado por esta igreja abrange a era apostólica. Logo, pode ser datado de aproximadamente 31 d.C., o ano da ascensão do Senhor, até o ano 100 d.C.
2. Esmirna. As mensagens à segunda e terceira igrejas identificam a transição de Esmirna para Pérgamo como a mudança da situação de perseguição para a de popularidade. A transição é marcada pelo reinado de Constantino, o Grande, de 306 a 337, o primeiro imperador romano supostamente cristão. Antes do famoso Edito de Milão, em 313, o cristianismo era uma religião ilegal e enfrentou vários períodos de intensa perseguição por parte do estado. O edito decretou direitos iguais para todas as religiões do império e restaurou as propriedades cristãs confiscadas. No mesmo ano, Constantino dispensou o clero cristão do serviço civil e militar e isentou suas propriedades da cobrança de impostos. O ano de 313, ou o de sua suposta conversão ao cristianismo, em 323/325, pode ser considerado a data apropriada para a transição do período de Esmirna para Pérgamo.
3. Pérgamo. A revelação caracterizou o período de Pérgamo como uma época de concessões, apostasia e popularidade, durante a qual a igreja romana consolidou seu poder e autoridade. Em consequência, no encerramento do período de Pérgamo, Roma imperial estava fora do caminho, e o papado totalmente constituído e pronto para sua carreira de governante do mundo ocidental (ver Nota Adicional a Daniel 7).
Qualquer um dos vários acontecimentos a seguir pode servir de ponto aceitável para o fim desse período. A deposição do último imperador romano, em 476, é uma delas. Outra seria a conversão do rei franco Clóvis, o primeiro governante germânico a aceitar o cristianismo romano e a se aliar aos interesses da igreja na conquista de outros povos germânicos, em 496. O decreto de Justiniano, promulgado em 533, concedendo ao papa plenos poderes eclesiásticos no Oriente e no Ocidente, começou a vigorar em 538.
De modo geral, os historiadores consideram que o pontificado de Gregório, o Grande (590-604), marca a transição do período antigo para o medieval, e seu reinado como papa pode ser considerado um divisor de águas. Gregório é visto como o primeiro dos prelados medievais. Ele assumiu ousadamente o papel de imperador do Ocidente, e sua administração lançou os fundamentos para as reivindicações posteriores de absolutismo papal.
O ano 756 marca o início do governo territorial papal e a ascensão da França ao papel de “filho mais velho do papado". Nesse ano, Pepino, da França, derrotou os lombardos do norte da Itália que ameaçavam o papa e cedeu a este o território. Essa concessão, comumente chamada de Doação de Pepino, marca o início dos estados papais, nos quais o pontífice governou como monarca absolutista por mais de mil anos.
No entanto, a importância de 538 como ponto de partida para os 1.260 anos (ver com. de Daniel 7:25) sugere que seja uma data mais apropriada para a conclusão do período de Pérgamo do que as demais.
4. Tiatira. Essa época é caracterizada como a era da supremacia papal. A importância do intervalo de 1.260 anos na profecia bíblica (ver com. de Daniel 7:25; Apocalipse 12:6) sugere que 1798 pode ser uma data final adequada para Tiatira. Contudo, considerando a importância da Reforma para a ruptura da supremacia papal, o ano 1517 também seria uma data de término apropriada. Alguns podem defender que a perda dos estados papais, em 1870, e o consequente status do papa de “prisioneiro do Vaticano”, imposto por ele mesmo, também poderia tornar esse ano uma data possível. Contudo, 1870 parece um ano tardio para acomodar a profecia dos 1.260 anos e também os outros períodos da história da igreja, conforme apresentados em Apocalipse 2 e 3.
- 25 Proferirá palavras contra o Altíssimo, e consumirá os santos do Altíssimo; cuidará em mudar os tempos e a lei; os santos lhe serão entregues na mão por um tempo, e tempos, e metade de um tempo. Daniel 7:25 6 E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias. Apocalipse 12:6
5. Sardes. Esta é a igreja característica da época da Reforma. É possível definir seu início em 1517 ou 1798. Aqueles que apontam 1798 como data final para a igreja de Tiatira e início do período seguinte sugerem que 1833 seria o ano apropriado para o término da igreja de Sardes. Outros entendem que 1755 seja uma data adequada para esse término.
6. Filadélfia. A revelação determina que esta é a igreja do grande despertamento para o segundo advento. Várias datas de início foram sugeridas para esse período. Alguns propõem 1833, o ano do grande sinal na natureza, predito pelo Senhor (ver com. de Mateus 24:33). Essa data está ligada ao início da proclamação da mensagem do advento por Guilherme Miller. Outros sugerem que o ano de 1798, início do tempo do fim (ver com. de Daniel 11:35), também seria aceitável. Outros ainda favorecem o ano 1755, comumente aceito como a data do primeiro dos sinais específicos do fim, durante o sexto selo (ver com. de Apocalipse 6:12), considerando que esta escolha combina bem com o caráter da igreja de Filadélfia, que foi a igreja do despertamento para a segunda vinda. Há consenso entre os eruditos adventistas do sétimo dia de que 1844 deve marcar o término do período de Filadélfia e o início do de Laodiceia (ver com. de Daniel 8:14).
- 33 Igualmente, quando virdes todas essas coisas, sabei que ele está próximo, mesmo às portas. Mateus 24:33 35 Alguns dos entendidos cairão para serem acrisolados, purificados e embranquecidos, até o fim do tempo; pois isso ainda será para o tempo determinado. Daniel 11:35 12 E vi quando abriu o sexto selo, e houve um grande terremoto; e o sol tornou-se negro como saco de cilício, e a lua toda tornou-se como sangue; Apocalipse 6:12 14 Ele me respondeu: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; então o santuário será purificado. Daniel 8:14
7. Laodiceia. Por ser o último de sete, o período de Laodiceia continua até a segunda vinda de Cristo.
Comentário Bíblico
Ellen G. White e Outros
tribulação de dez dias
Apocalipse 2:10
Ver Apocalipse 11:12; . Pode se tratar da perseguição aos cristãos desencadeada pelo imperador Diocleciano. A opressão durou dez anos, de 303 a 313 d.C.
coroa
Apocalipse 2:10
Não a coroa real, mas os concedidos ao vencedor em competições atléticas.
Coroas concedidas por Cristo
Apocalipse 2:10
Naquele dia de punição e recompensa final, tanto santos como pecadores reconhecerão naquele que foi crucificado o Juiz de todos os viventes. Cada coroa que é dada aos santos do Altíssimo será concedida pelas mãos de Cristo - aquelas mãos que sacerdotes e príncipes cruéis condenaram a serem pregadas na cruz. Só ele pode dar aos homens o consolo da vida eterna ( The Review and Herald, 22 de novembro de 1898 ).
Referências cruzadas
Apocalipse 2:10
Mateus 10:22; Mateus 24:13; Tiago 1:12.
- 22 E sereis odiados de todos por causa do meu nome, mas aquele que perseverar até o fim, esse será salvo. Mateus 10:22 13 Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo. Mateus 24:13 12 Bem-aventurado o homem que suporta a provação; porque, depois de aprovado, receberá a coroa da vida, que o Senhor prometeu aos que o amam. Tiago 1:12
Comentário Bíblico
Mathew Henry
Nota - (Mathew Henry)
Apocalipse 2:8-11
Nosso Senhor Jesus é o primeiro porque por Ele foram feitas todas as coisas; Ele estava com Deus antes de todas as coisas, e é o próprio Deus. Ele é o último porque será o Juiz de todos.
Como Primeiro e Último, que foi morto e reviveu, é o Irmão e Amigo do crente. Este deve ser rico na mais profunda pobreza, digno de honra em meio à mais profunda humilhação e sentir-se feliz quando submetido à mais pesada tribulação, como a igreja de Esmirna. Muitos dos ricos deste mundo são pobres quanto ao vindouro; e alguns que são pobres por fora, são ricos por dentro em fé, boas obras, privilégios, ricos em dons e em esperança. Onde há abundância espiritual, a pobreza externa pode ser suportada; quando o povo de Deus é empobrecido quanto a esta vida por amor à Cristo e à boa consciência, Ele os compensa em tudo com riquezas espirituais. Cristo nos dá forças contra as tribulações iminentes. Não temais nenhuma destas coisas; não somente proibais o temor servil, mas submetei-o, proporcionando fortaleza e valor à alma. Será para prová-los, não para destruí-los.
Observe a certeza da recompensa: "Te darei"; eles receberão a recompensa da própria mão de Cristo. Além disso, quão adequada é: "a coroa da vida"; a vida gasta a seu serviço ou entregue à sua causa será recompensada como uma vida muito melhor, aquela que será eterna.
A segunda morte é indizivelmente pior do que a primeira, tanto em suas agonias quanto por ser eterna: sem dúvida é espantoso morrer e continuar morrendo para sempre. Se um homem for livrado da segunda morte e da ira vindoura, poderá suportar com paciência o que quer que encontre neste mundo.
- Veja também

Este Dia com Deus, Pág. 150

Exaltai-O, Pág. 330

Cristo Triunfante, Pág. 343

Cristo Triunfante, Pág. 358

Vidas Que Falam, Pág. 366

O Grande Conflito, Pág. 41

Atos dos Apóstolos, Pág. 588

Profetas e Reis, Pág. 84

Filhas de Deus, Pág. 89
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- Análise em Cadeia 22 E sereis odiados de todos por causa do meu nome, mas aquele que perseverar até o fim, esse será salvo. Mateus 10:22 16 Responderam Sadraque, Mesaque e Abednego, e disseram ao rei: Ó Nabucodonozor, não necessitamos de te responder sobre este negócio. 17 Eis que o nosso Deus a quem nós servimos pode nos livrar da fornalha de fogo ardente; e ele nos livrará da tua mão, ó rei. 18 Mas se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste. Daniel 3:16-18 28 E não temais os que matam o corpo, e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo. Mateus 10:28 4 Digo-vos, amigos meus: Não temais os que matam o corpo, e depois disso nada mais podem fazer. 5 Mas eu vos mostrarei a quem é que deveis temer; temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno; sim, digo, a esse temei. 6 Não se vendem cinco passarinhos por dois asses? E nenhum deles está esquecido diante de Deus. 7 Mas até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais, pois mais valeis vós do que muitos passarinhos. Lucas 12:4-7 9 E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, que se chama o Diabo e Satanás, que engana todo o mundo; foi precipitado na terra, e os seus anjos foram precipitados com ele. 10 Então, ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora é chegada a salvação, e o poder, e o reino do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo; porque já foi lançado fora o acusador de nossos irmãos, o qual diante do nosso Deus os acusava dia e noite. 11 E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até a morte. Apocalipse 12:9-11 2 E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder e o seu trono e grande autoridade. 7 Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua e nação. 15 Foi-lhe concedido também dar fôlego à imagem da besta, para que a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. 16 E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte, 17 para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Apocalipse 13:2,7,15-17 12 Mas antes de todas essas coisas vos hão de prender e perseguir, entregando-vos às sinagogas e aos cárceres, e conduzindo-vos à presença de reis e governadores, por causa do meu nome. Lucas 21:12 2 Enquanto ceavam, tendo já o Diabo posto no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, que o traísse, 27 E, logo após o bocado, entrou nele Satanás. Disse-lhe, pois, Jesus: O que fazes, faze-o depressa. João 13:2,27 2 nos quais outrora andastes, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos de desobediência, Efésios 2:2 12 pois não é contra carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, conta os príncipes do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes. Efésios 6:12 8 Sede sóbrios, vigiai. O vosso adversário, o Diabo, anda em derredor, rugindo como leão, e procurando a quem possa tragar; 1 Pedro 5:8 9 Conheço a tua tribulação e a tua pobreza (mas tu és rico), e a blasfêmia dos que dizem ser judeus, e não o são, porém são sinagoga de Satanás. Apocalipse 2:9 3 Pois a visão é ainda para o tempo determinado, e se apressapara o fim. Ainda que se demore, espera-o; porque certamente virá, não tardará. Habacuque 2:3 6 na qual exultais, ainda que agora por um pouco de tempo, sendo necessário, estejais contristados por várias provações, 7 para que a prova da vossa fé, mais preciosa do que o ouro que perece, embora provado pelo fogo, redunde para louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo; 1 Pedro 1:6,7 11 E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até a morte. Apocalipse 12:11 22 E sereis odiados de todos por causa do meu nome, mas aquele que perseverar até o fim, esse será salvo. Mateus 10:22 13 Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo. Mateus 24:13 35 Pois quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas quem perder a sua vida por amor de mim e do evangelho, salvá-la-á. Marcos 8:35 13 E sereis odiados de todos por causa do meu nome; mas aquele que perseverar até o fim, esse será salvo. Marcos 13:13 16 E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos sereis entregues; e matarão alguns de vós; 17 e sereis odiados de todos por causa do meu nome. 18 Mas não se perderá um único cabelo da vossa cabeça. 19 Pela vossa perseverança ganhareis as vossas almas. Lucas 21:16-19 25 Quem ama a sua vida, perdê-la-á; e quem neste mundo odeia a a sua vida, guardá-la-á para a vida eterna. João 12:25 24 mas em nada tenho a minha vida como preciosa para mim, contando que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus. Atos 20:24 13 Então Paulo resppondeu: Que fazeis chorando e magoando-me o coração? Porque eu estou pronto não só a ser ligado, mas ainda a morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus. Atos 21:13 7 Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. 8 Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda. 2 Timóteo 4:7,8 11 Venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. Apocalipse 3:11 12 Bem-aventurado o homem que suporta a provação; porque, depois de aprovado, receberá a coroa da vida, que o Senhor prometeu aos que o amam. Tiago 1:12 4 E, quando se manifestar o sumo Pastor, recebereis a imarcescível coroa da glória. 1 Pedro 5:4 10 Porquanto guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para pôr à prova os que habitam sobre a terra. Apocalipse 3:10 12 Experimenta, peço-te, os teus servos dez dias; e que se nos dêem legumes a comer e água a beber. 14 Assim ele lhes atendeu o pedido, e os experimentou dez dias. Daniel 1:12,14 13 Sei onde habitas, que é onde está o trono de Satanás; mas reténs o meu nome e não negaste a minha fé, mesmo nos dias de Antipas, minha fiel testemunha, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita. Apocalipse 2:13 25 E todo aquele que luta, exerce domínio próprio em todas as coisas; ora, eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível, nós, porém, uma incorruptível. 1 Coríntios 9:25
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- Veja também

Este Dia com Deus, Pág. 150

Exaltai-O, Pág. 330

Cristo Triunfante, Pág. 343

Cristo Triunfante, Pág. 358

Vidas Que Falam, Pág. 366

O Grande Conflito, Pág. 41

Atos dos Apóstolos, Pág. 588

Profetas e Reis, Pág. 84

Filhas de Deus, Pág. 89