Comentário Bíblico
Adventista
Ele porém, O dissuadia - (cba)
Mateus 3:14
O grego pode ser traduzido como “O teria impedido”, “tentou impedi-Lo”. Embora Jesus e João fossem parentes, não se conheciam (DTN, 109; cf. João 1:31-33). João tinha ouvido sobre os acontecimentos relacionados ao nascimento e à infância de Jesus, e cria que Ele era o Messias (DTN, 109). Além disso, fora revelado a João que Cristo viria para ser batizado por ele, e que seria dado um sinal para identificá-Lo como o Messias (DTN, 110; cf. João 1:31-33).
Eu é que preciso - (cba)
Mateus 3:14
João foi impressionado com a perfeição do caráter dAquele que estava diante dele e com sua própria necessidade como pecador (DTN, 110, 111; cf. Isaías 6:5; Lucas 5:8). Sempre que um pecador está na presença divina, primeiramente reconhece a majestade e perfeição de Deus e então tem a convicção da própria indignidade e necessidade do poder salvador de Deus. Quando o pecador percebe e reconhece sua condição de perdido, seu coração fica contrito e pronto para a obra transformadora do Espírito Santo (ver Salmos 34:18; Salmos 51:10,11,17; Isaías 57:15; Isaías 66:2). Onde não há primeiramente uma percepção da necessidade do Salvador, não há desejo pelo dom da graça que Deus tem a oferecer ao pecador arrependido. Consequentemente, não há nada que se possa fazer por ele (ver com. de Isaías 6:5).
- 5 Então disse eu: Ai de mim! pois estou perdido; porque sou homem de lábios impuros, e habito no meio dum povo de impuros lábios; e os meus olhos viram o rei, o Senhor dos exércitos! Isaías 6:5 8 Vendo isso Simão Pedro, prostrou-se aos pés de Jesus, dizendo: Retira-te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador. Lucas 5:8 18 Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito. Salmos 34:18 10 Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito estável. 11 Não me lances fora da tua presença, e não retire de mim o teu santo Espírito. 17 O sacrifício aceitável a Deus é o espírito quebrantado; ao coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus. Salmos 51:10,11,17 15 Porque assim diz o Alto e o Excelso, que habita na eternidade e cujo nome é santo: Num alto e santo lugar habito, e também com o contrito e humilde de espírito, para vivificar o espírito dos humildes, e para vivificar o coração dos contritos. Isaías 57:15 2 A minha mão fez todas essas coisas, e assim todas elas vieram a existir, diz o Senhor; mas eis para quem olharei: para o humilde e contrito de espírito, que treme da minha palavra. Isaías 66:2
E Tu vens a mim [...]? - (cba)
Mateus 3:14
Face a face com Aquele que era mais poderoso que ele (Mateus 3:11), João, com espírito de humildade e sentindo sua própria indignidade, não quis ministrar o “batismo de arrependimento para remissão de pecados” (Marcos 1:4) para Aquele que não tinha pecado (ver João 8:46; 2 Coríntios 5:21; Hebreus 4:15; 1 Pedro 2:22). Não lhe parecia adequado batizar Jesus. Sem dúvida, João não compreendia plenamente o fato de que Jesus devia ser um modelo a todo pecador salvo pela graça.
- 11 Eu, na verdade, vos batizo em água, na base do arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu, que nem sou digno de levar-lhe as alparcas; ele vos batizará no Espírito Santo, e em fogo. Mateus 3:11 4 assim apareceu João, o Batista, no deserto, pregando o batismo de arrependimento para remissão dos pecados. Marcos 1:4 46 Quem dentre vós me convence de pecado? Se digo a verdade, por que não me credes? João 8:46 21 Aquele que não conheceu pecado, Deus o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus. 2 Coríntios 5:21 15 Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer- se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Hebreus 4:15 22 Ele não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano; 1 Pedro 2:22
Nota Adicional 1 a Mateus 3 - (cba)
Mateus 3:1-17
De acordo com Mateus 3:4 e Marcos 1:6 a alimentação de João Batista consistia de “gafanhotos [do gr. akrides, plural de akris] e mel silvestre”. Não se sabe se com isso os escritores dos evangelhos quiseram dizer que João não comia nada mais, ou apenas que esses eram os principais alimentos de sua dieta. Também é possível que “gafanhotos e mel silvestre” fossem considerados a dieta difereneiada de um profeta, assim como as “vestes de pelo de camelo e um cinto de couro” indicavam que João Batista era sucessor dos profetas antigos (ver DTN, 102). João pode ter se alimentado de “gafanhotos e mel silvestre” apenas quando não havia outros alimentos disponíveis. Também pode ser que “gafanhotos e mel silvestre” representassem simplesmente os vários alimentos disponíveis no deserto e que a expressão fosse uma forma gráfica oriental para dar ênfase à sua vida solitária, sóbria, distante do convívio humano.
- 4 Ora, João usava uma veste de pelos de camelo, e um cinto de couro em torno de seus lombos; e alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre. Mateus 3:4 6 Ora, João usava uma veste de pêlos de camelo, e um cinto de couro em torno de seus lombos, e comia gafanhotos e mel silvestre. Marcos 1:6
Devido à palavra “gafanhoto” indicar um inseto, naturalmente se levanta a questão quanto a que alimento, além do mel, constituía a dieta de João.
Em outras partes nas Escrituras e também na literatura grega contemporânea, a palavra akris sempre se refere a um inseto, o gafanhoto. Esse fato inegável levou a maioria dos comentaristas atuais a concluir que o relato sobre João Batista trata desse inseto. Também é fato que o gafanhoto fazia parte da dieta dos povos do antigo Oriente Médio. A lei de Moisés classifica certos tipos de gafanhotos como limpos (Levítico 11:22), portanto, seriam permitidos na dieta de um judeu. Esses fatos levaram alguns comentaristas à conclusão de que akris em Mateus e Marcos deve ser compreendido como o inseto “gafanhoto”, em vez de uma espécie de árvore.
No entanto, há muito tempo existe uma tradição difundida e persistente de que em Mateus e Lucas a palavra akris denota algo diferente de inseto. Sugeriram-se pequenos pássaros, caranguejos, lagostim, peras silvestres ou outras frutas, bolos, vagem de alfarrobas, etc. Em Diatessaron, de Taciano, a palavra foi traduzida como “leite”, em vez de “gafanhotos". Grande parte dessa discussão obviamente é apenas suposição, mas parece haver evidência linguística e antropológica para a vagem de alfarroba.
A alfarrobeira (Ceratonia siliqua) é cultivada em grande quantidade na fronteira com o mar Mediterrâneo e é comum na Palestina. Seu fruto, que amadurece no final da primavera, é uma vagem com feijões e tem de 15 a 25 em de comprimento. As vagens e feijões podem ser comidos crus, cozidos ou moídos como farinha de trigo. Podem ser secados e preservados por tempo indefinido. Embora não seja saborosa, a alfarroba tem valor nutritivo substancial e é, há muito, um artigo básico da dieta das classes mais pobres do Oriente Médio. A Toseftah (Maaseroth, 2.19, Talmude, p. 84) alista vagens de alfarroba como um tipo de alimento, e a Mishnah (Maaseroth, 1.3, ed. Soncino, Talmude, p. 256) especifica que, como alimento, devem ser dizimadas. O filho pródigo dava alfarrobas aos porcos (ver com. de Lucas 15:16). Incidentalmente, na língua inglesa, a alfarroba é comumente conhecida como gafanhoto, e as vagens são chamadas popularmente de “pão de São João”. Diz-se que agricultores dão alfarrobas chamadas de “gafanhotos” como alimento para o gado.
A seguir estão algumas evidências que favorecem a crença de que a alfarroba é o “gafanhoto” do qual se alimentava João Batista:
1. Evidências disponíveis indicam que o inseto gafanhoto é uma fonte pobre de alimento e que seria incapaz de sustentar a vida humana. De acordo com a Encyclopaedia of Religion and Ethics (verbete “gafanhoto”) de James Hastings, “o valor nutritivo do inseto gafanhoto é extremamente baixo e insuficiente, [mesmo] com mel, para sustentar a vida”. O fato de o “gafanhoto” que João comia aparentemente ter sido o elemento principal de sua dieta depõe contra o inseto e favorece o fruto da alfarrobeira. A inadequação do gafanhoto como alimento deve ser considerada um argumento válido de que a palavra akris indica outro tipo de alimento e não o inseto.
E um fato interessante que os feijões da alfarroba foram alimento de muitos pobres em várias partes do Oriente Médio, e ainda o são. Antigamente, os judeus tinham um ditado que dizia: “quando um judeu tem que se servir de uma alfarroba, ele se arrepende” (Midrash Rahhah, sobre Levítico 11:1, ed. Soncino, Talmude, p. 168). Não é irrelevante observar que João foi o grande pregador do arrependimento e que uma dieta de feijões de alfarroba e mel silvestre certamente seria apropriada para um pregador da justiça. Como já observado, a rigorosa dieta de João pode, assim como sua vestimenta rude, ter tido o propósito de caracterizá-lo na mente do povo como alguém semelhante aos profetas antigos.
2. Dentre os primeiros a questionarem a ideia de que a dieta de João incluía o inseto gafanhoto estavam os ebionitas, um grupo de judeus-cristãos da Síria cuja origem pode ser traçada a elementos judaizantes da época do NT. Como os essênios, eram de certa forma ascéticos em suas tendências e defendiam a dieta vegetariana. Aparentemente, os ebionitas omitiram a menção de “gafanhotos” em Mateus 3:4, embora Epifânio, escritor cristão do 4° século, afirme que eles substituíram egkrides, “bolos”, por akrides, “gafanhotos” (ver M. R. James, The Apocryphal New Testament, p. 9; H. A. W. Meyer, Commentary on the New Testament, sobre Mateus 3:4). Não parece que os ebionitas receberam manuscritos do evangelho que dissessem egkrides, mas que devem ter feito essa substituição ou alteração em harmonia com seus princípios de alimentação. Todos os manuscritos bíblicos antigos trazem akrides.
3. Os pais da igreja grega, que supostamente tinham melhor entendimento do uso do grego bíblico do que escritores posteriores, estavam muito longe de concordar que akris em Mateus e Marcos significava o inseto conhecido como gafanhoto. Na verdade, a maioria deles parece ter pensado diferentemente. Por exemplo, muitos consideravam o akrides (ou akridas) dos evangelhos como equivalente a akrodrua, “frutas”, ou ponta de galhos de árvores ou ervas.
Num sermão sobre a profecia de Zacarias, erroneamente atribuído a Crisóstomo (c. 400 d.C.), faz-se uma comparação entre Elias e João Batista na qual se diz: “um viveu nas montanhas, o outro passou o tempo no deserto; um foi alimentado por corvos, o outro comia gafanhotos de plantas [akridas botanõn]”. A frase akridas botanõn é traduzida para o latim como herbarum summitates, que quer dizer “extremidades” ou “brotos de plantas” (ver Migne, Patrologia Graeca, vol. 50, colunas 786, 787). Em outro sermão também atribuído a Crisóstomo, sobre João Batista, a expressão akridas ek botanõn ocorre numa descrição de sua dieta e é traduzida para o latim como summitates plantarum, “brotos de plantas" (ibid., vol. 59, col. 762). Uma nota da tradução para o latim explica que a Vulgata Latina traz locustas para akrides, e acrescenta que com locustas a Vulgata quer dizer não só gafanhotos, mas também summitates plantarum, “pontas de plantas”. Uma nota do texto grego declara que Isidoro de Pelusiota e muitos outros escritores dão a mesma explicação para akrides. Isidoro de Pelusiota (c. de 425 d.C.) declara especificamente (Epístola 132) que “os gafanhotos que João comia não são o que algumas pessoas ignorantes imaginam, criaturas parecidas com besouros. Longe disso, pois na realidade são pontas [gr. akremones; latim summitates] de plantas ou árvores” (ibid., vol. 78 col. 270). Na Epístola 5, Isidoro outra vez fala do alimento de João como “pontas de plantas e folhas” (ibid., cols. 183, 184). Em seu comentário sobre Mateus (Mateus 3:4), Teofilacto da Bulgária (c. 1075 d.C.) observa: “Alguns dizem que gafanhotos \akrides] são plantas, chamadas chifres pretos; outros [dizem que são] frutas silvestres de verão” (ibid., vol. 123, cols. 173, 174). Em Historia Ecclesiastica (i. 14) Callistus Nicephorus (c. 1400 d.C.) diz que João “se retirou a lugares remotos, alimentando-se de partes de árvores” (ibid., vol. 145, col. 675, 676). Os autores gregos e seus tradutores latinos aparentemente entendem que os “gafanhotos’’ de Mateus 3:4 fazem parte da dieta vegetariana.
Não se pode dizer que o pensamento dos pais da igreja foi influenciado, como parece ter sido o dos ebionitas, por alguma hesitação em aceitar a ideia de que João Batista comeu alimento cárneo. Até onde se sabe, os pais da igreja não eram vegetarianos. Talvez seja mais difícil fornecer uma explicação válida para o consenso dos pais da igreja de que os akrides dos evangelhos designa algo diferente de gafanhotos (insetos), a menos que houvesse alguma base linguística ou indicação nos hábitos das pessoas que viveram nos primeiros séculos do cristianismo.
4. Parece que o nome “pão de São João”, dado ao fruto da alfarrobeira, foi introduzido em várias línguas europeias por peregrinos medievais que voltavam da Terra Santa. Por exemplo, em alemão, esse é o nome específico para essa fruta. De acordo com o Oxford English Dictionary, “St.-John’s-bread”, a expressão “pão de São João”, foi explicada num dicionário do inglês para o espanhol do ano 1591, como sinônimo de “alfarroba”.
5. Thomas Kelly Cheyne, um eminente erudito da Bíblia, da virada do século 19 para o 20, defende que o alimento de João Batista consistia em alfarrobas e mel silvestre. Ele raciocinava que a palavra akrides, em todos os casos conhecidos de seu uso, significa especificamente “inseto”, que o inseto gafanhoto é comido desde antigamente, mas que “o senso comum, no entanto, nos diz que gafanhotos não teriam sido preferidos por João Batista como seu alimento habitual em lugar da nutrição que o solo poderia prover. Sua humildade não ignoraria o alimento comum da classe mais pobre, isto é, alfarrobas” (Encyclopaedia Bíblica, verbete “casca”).
6. A confusão quanto ao significado de akris nos evangelhos parece estar relacionada ao fato de que, em vários idiomas, a palavra “gafanhoto” designa tanto um tipo de inseto quanto uma espécie de árvore. A palavra inglesa locust vem do latim locusta, que originalmente denota uma lagosta ou crustáceo similar, e, mais tarde, devido à semelhança no formato, também representa o inseto gafanhoto. O verdadeiro gafanhoto é um inseto que pertence à família Acridiidae, termo derivado do latim que, por sua vez, deriva do gr. akrides.
Ao explicar a aplicação do termo “gafanhoto’’ para a alfarroba e algumas outras árvores, o Oxford English Dictionary comenta: “O substantivo gr. akris, que apropriadamente indica o inseto, é empregado no Oriente para designar a alfarroba, devido à semelhança no formato; e, desde antigamente, muitos creem que os gafanhotos’ de João Batista eram essas alfarro-bas” (verbete “gafanhoto ”). No árabe moderno, a palavra nahat, que designa o inseto gafanhoto, também se aplica ao fruto da alfarrobeira. A razão para se aplicar o termo “gafanhotos’’ a alfarrobas está no fato de que, no grego, são chamados de keratia, literalmente, “chifres pequenos”, nome que descreve seu formato, e que o tipo de gafanhoto chamado akris, da família Acridiidae, é “caracterizado por chifres pequenos” (Oxford English Dictionary, verbete “gafanhoto”). Essa semelhança no formato parece ser a base para o duplo significado da palavra “gafanhoto” na língua inglesa, bem como no grego e árabe coloquial. De acordo com a Encyclopaedia of Religion and Ethics, de James Hastings, verbete “gafanhoto”, “a semelhança [na língua inglesa] entre o inseto e a vagem é a razão para o nome”.
7. Não se pode dizer se o hebraico e o aramaico refletiram a semelhança. Contudo, pode-se notar que o heb. chagah, “gafanhoto”, é traduzido como akris pela LXX (ver Levítico 11:22; Números 13:33; 2 Crônicas 7:13; Eclesiastes 12:5; Isaías 40:22). No hebraico da Mishnah, charuh denota a alfarroba, e é equivalente ao árabe kharrüh, do qual vem a palavra alfarroba, e ao gr. keratia. Alguns sugeriram que, na Palestina e na Síria, onde o aramaico era usado pelos cristãos, a forma consonantal ch-r-b pode em algum momento ter sido confundida com ch-g-h, devido a uma semelhança de som e grafia. De acordo com essa explicação, charuh, “alfarroba”, se tornou chagai7, “gafanhoto”, e essa substituição se refletiu no texto grego de Mateus 3:4 e Marcos 1:6.
- 22 isto é, deles podereis comer os seguintes: o gafanhoto segundo a sua espécie, o solham segundo a sua espécie, o hargol segundo a sua espécie e o hagabe segundo a sua especie. Levítico 11:22 33 Também vimos ali os nefilins, isto é, os filhos de Anaque, que são descendentes dos nefilins; éramos aos nossos olhos como gafanhotos; e assim também éramos aos seus olhos. Números 13:33 13 Se eu cerrar o céu de modo que não haja chuva, ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra, ou se enviar a peste entre o meu povo; 2 Crônicas 7:13 5 como também quando temerem o que é alto, e houver espantos no caminho; e florescer a amendoeira, e o gafanhoto for um peso, e falhar o desejo; porque o homem se vai à sua casa eterna, e os pranteadores andarão rodeando pela praça; Eclesiastes 12:5 22 E ele o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e o desenrola como tenda para nela habitar. Isaías 40:22 4 Ora, João usava uma veste de pelos de camelo, e um cinto de couro em torno de seus lombos; e alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre. Mateus 3:4 6 Ora, João usava uma veste de pêlos de camelo, e um cinto de couro em torno de seus lombos, e comia gafanhotos e mel silvestre. Marcos 1:6
Alguns sugerem que o heb. cheryonim do texto massorético deve ser charubim e creem que 2 Reis 6:25 se refere a alfarrobas (ver com. ali). Também sugerem que o heb. chereb, traduzido como “espada” em Isaías 1:20, deveria ser charuh, “alfarroba ”. No texto hebraico consonantal, as duas palavras são idênticas. A tradução então seria: “comerás a alfarroba ”, que se ajusta bem ao contexto. Alguns imaginam que Mateus, sendo hebreu e tendo em mente charuh, “alfarroba”, com seu nome coloquial chagah, “gafanhoto”, pode ter escolhido o gr. akris, “gafanhoto”, ao escrever. Também é possível que existisse no grego daquela época uma terminologia coloquial similar.
- 25 E houve grande fome em Samária, porque mantiveram o cerco até que se vendeu uma cabeça de jumento por oitenta siclos de prata, e a quarta parte dum cabo de esterco de pombas por cinco siclos de prata. 2 Reis 6:25 20 mas se recusardes, e fordes rebeldes, sereis devorados à espada; pois a boca do Senhor o disse. Isaías 1:20
8. A partir do ponto de vista estritamente linguístico, o argumento favorece a correspondência de akris com o inseto. Mas, tendo em vista todas as evidências contrárias apresentadas, não há certeza de que essa seja a compreensão correta do termo de Mateus 3:4 e Marcos 1:6. A evidência disponível não garante uma conclusão dogmática quanto a que alimentos João comia. É digno de nota que Ellen G. White caracteriza João como vegetariano (T3, 62; CS, 72).
- 4 Ora, João usava uma veste de pelos de camelo, e um cinto de couro em torno de seus lombos; e alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre. Mateus 3:4 6 Ora, João usava uma veste de pêlos de camelo, e um cinto de couro em torno de seus lombos, e comia gafanhotos e mel silvestre. Marcos 1:6
Nota Adicional 2 a Mateus 3 - (cba)
Mateus 3:1-17
Em várias partes dos evangelhos, os escritores relatam as palavras de Cristo de maneira diferente. Também apresentam relatos distintos sobre certos temas, como por exemplo, a inscrição na cruz. Os céticos têm se valido dessas variações como prova de que os evangelhos não são confiáveis, ou até mesmo falsos e, assim, não teriam sido inspirados. Uma análise cuidadosa prova o contrário. Aqueles que escreveram os evangelhos, junto com outros seguidores de Cristo, consideravam-se testemunhas dos eventos da vida de nosso Senhor. Tudo foi baseado na veracidade de seu testemunho.
Atualmente, num tribunal, se as testemunhas todas testificam precisamente o mesmo com respeito a um incidente, a conclusão é que estão mentindo. Por quê? Porque a experiência nos ensina que duas pessoas não veem um evento exatamente do mesmo modo. Um ponto impressiona uma testemunha, e outro ponto, outra. Pode ser que tenham ouvido exatamente as mesmas palavras ditas sobre o acontecimento, mas cada um as relata de forma um pouco diferente. Uma testemunha pode até relatar certas partes de um diálogo que a outra testemunha não relata. Mas, contanto que não exista clara contradição de ideias ou significado nas declarações diferentes, pode-se considerar que as testemunhas disseram a verdade. De fato, declarações aparentemente contraditórias podem com frequência se provar não contraditórias, mas complementares (ver com. de Mateus 27:37; Marcos 5:2; Marcos 10:46).
- 37 Puseram-lhe por cima da cabeça a sua acusação escrita: ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS. Mateus 27:37 2 E, logo que Jesus saíra do barco, lhe veio ao encontro, dos sepulcros, um homem com espírito imundo, Marcos 5:2 46 Depois chegaram a Jericó. E, ao sair ele de Jericó com seus discípulos e uma grande multidão, estava sentado junto do caminho um mendigo cego, Bartimeu filho de Timeu. Marcos 10:46
Observa-se que somente uma pessoa honesta pode se dar ao luxo de ter memória limitada. Aqueles que contam mentiras precisam decorar sua história para sustentá-la. A pessoa honesta pode não recontar sua história toda vez com as mesmas palavras - é quase certo que não o fará - mas sua consistência e harmonia internas são evidentes a todos. Além disso, tal história tem vida e reluz diante dos olhos porque quem a conta revive o espírito e o sentimento da situação. Mas, quando alguém conta e reconta uma história como um fonógrafo, o melhor que se pode dizer dele é que se tornou um tedioso escravo de uma mera forma de palavras e não apresenta um quadro vívido do que aconteceu realmente ou do que na verdade foi dito. E, se não formos bondosos, podemos até suspeitar de sua veracidade, ou ao menos estarmos certos de sua senilidade.
A experiência e, principalmente, a experiência dos tribunais ao longo dos anos, leva à conclusão de que o verdadeiro testemunho não precisa e não deve ser uma cópia dos vários testemunhos de um fato, incluindo o testemunho do que foi dito num determinado evento.
Portanto, a acusação de que os escritores dos evangelhos não são dignos de confiança porque seus relatos diferem se revela sem fundamento. Pelo contrário, esses escritores fornecem a prova mais clara de que não houve conspiração entre eles, que eles de forma independente relataram o que mais impressionou sua mente divinamente iluminada com respeito à vida de Cristo. Eles escreveram seus relatos mais ou menos diferentes em épocas e lugares diferentes. Contudo, não há dificuldade em se descobrir harmonia e unidade no que escreveram sobre incidentes e eventos, incluindo as palavras de nosso Senhor ou a inscrição na cruz (ver com. de Mateus 27:37).
À luz desses fatos, a acusação de que os diferentes relatos das palavras de Cristo provam que os evangelhos não foram inspirados parece absurda. Que garantia tem o cético para supor que, se fossem inspirados, teriam escrito ao pé da letra as palavras de nosso Senhor? Nenhuma. Palavras são meramente um veículo para expressar ideias e, infelizmente, a linguagem humana muitas vezes é inadequada para expressar plenamente a ideia de alguém. O fato de os escritores dos evangelhos apresentarem as palavras de nosso Senhor de formas diferentes não fornece em si uma prova de seu discernimento inspirado quanto ao alcance e intenções de Suas palavras? Cristo falava aramaico; os evangelhos foram escritos em grego. E não é verdade que diferentes eruditos podem fazer traduções fiéis dos escritos de determinado autor e ainda divergir nas palavras usadas? De fato, traduções demasiadamente literais em geral sacrificam algo da verdadeira ideia ou intenção da mente do autor original.
Feitas as devidas adaptações, podemos aplicar aqui as palavras das Escrituras: “A letra mata, mas o espírito vivifica” (2 Coríntios 3:6). Há um espírito vivificante ao longo dos quatro evangelhos, um espírito que facilmente poderia ter sido sufocado ou apagado se os escritores se conformassem com o padrão artificial dos céticos e apresentassem quatro relatos idênticos. Deus inspirou Seus escritores milhares de anos antes de as técnicas de cópia terem sido inventadas.
Comentário Bíblico
Ellen G. White e Outros
Anjos e uma pomba de ouro
Mateus 3:13-17
Ver Marcos 1:9-11; Lucas 3:21,22; João 1:32,33. Jesus foi nosso exemplo em todas as coisas que dizem respeito à vida e à piedade. Ele foi batizado no Jordão, assim como aqueles que vão a Ele devem ser batizados. Os anjos celestiais estavam olhando com intenso interesse para a cena do batismo do Salvador, e se os olhos daqueles que estavam olhando fossem abertos, eles teriam visto a hoste celestial em torno do Filho de Deus quando Ele se curvou às margens do Jordão . O Senhor havia prometido dar a João um sinal pelo qual ele poderia saber quem era o Messias, e agora quando Jesus saiu da água, o sinal prometido foi dado; pois ele viu os céus abertos, e o Espírito de Deus, como uma pomba de ouro polido, pairou sobre a cabeça de Cristo, e uma voz veio do céu, dizendo: “Este é meu Filho amado, em quem me comprazo” ( The Youth's Instructor, 23 de junho de 1892 ).
- 9 E aconteceu naqueles dias que veio Jesus de Nazaré da Galiléia, e foi batizado por João no Jordão. 10 E logo, quando saía da água, viu os céus se abrirem, e o Espírito, qual pomba, a descer sobre ele; 11 e ouviu-se dos céus esta voz: Tu és meu Filho amado; em ti me comprazo. Marcos 1:9-11 21 Quando todo o povo fora batizado, tendo sido Jesus também batizado, e estando ele a orar, o céu se abriu; 22 e o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea, como uma pomba; e ouviu-se do céu esta voz: Tu és o meu Filho amado; em ti me comprazo. Lucas 3:21,22 32 E João deu testemunho, dizendo: Vi o Espírito descer do céu como pomba, e repousar sobre ele. 33 Eu não o conhecia; mas o que me enviou a batizar em água, esse me disse: Aquele sobre quem vires descer o Espírito, e sobre ele permanecer, esse é o que batiza no Espírito Santo. João 1:32,33
O céu aberto às petições
Mateus 3:13-17
Ver Romanos 8:26; Hebreus 4:16. O que esta cena significa para nós? Como lemos irrefletidamente o relato do batismo de nosso Senhor, sem perceber que seu significado era da maior importância para nós, e que Cristo foi aceito pelo Pai em favor do homem. Quando Jesus se curvou nas margens do Jordão e ofereceu Sua petição, a humanidade foi apresentada ao Pai por Aquele que revestiu Sua divindade com humanidade. Jesus ofereceu-se ao Pai em favor do homem, para que aqueles que foram separados de Deus pelo pecado, pudessem ser trazidos de volta a Deus pelos méritos do divino Peticionário. Por causa do pecado, a terra foi cortada do céu, mas com Seu braço humano Cristo envolve a raça caída, e com Seu braço divino Ele agarra o trono do Infinito, e a terra é levada ao favor do céu, e o homem em comunhão com seu Deus. A oração de Cristo em favor da humanidade perdida abriu caminho através de cada sombra que Satanás lançou entre o homem e Deus, e deixou um claro canal de comunicação até o próprio trono de glória. As portas foram deixadas entreabertas, os céus abertos, e o Espírito de Deus, em forma de pomba, envolveu a cabeça de Cristo, e a voz de Deus foi ouvida dizendo: “Este é o meu Filho amado, em quem estou bem satisfeito. ”
- 26 Do mesmo modo também o Espírito nos ajuda na fraqueza; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inexprimíveis. Romanos 8:26 16 Cheguemo-nos, pois, confiadamente ao trono da graça, para que recebamos misericórdia e achemos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno. Hebreus 4:16
A voz de Deus foi ouvida em resposta ao pedido de Cristo, e isso diz ao pecador que sua oração encontrará abrigo no trono do pai. O Espírito Santo será dado àqueles que buscam seu poder e graça, e ajudará nossas enfermidades quando tivermos audiência com Deus. O Céu está aberto às nossas petições, e somos convidados a vir “com ousadia ao trono da graça, a fim de obter misericórdia e encontrar graça para socorro em tempos de necessidade”. Devemos vir com fé, crendo que obteremos exatamente as coisas que Lhe pedimos ( The Signs of the Times, 18 de abril de 1892 ).
O som de uma sentença de morte
Mateus 3:13-17
Quando Cristo se apresentou a João para o batismo, Satanás estava entre as testemunhas desse evento. Ele viu os relâmpagos brilharem nos céus sem nuvens. Ele ouviu a majestosa voz de Jeová que ressoou pelo céu e ecoou pela terra como o estrondo de um trovão, anunciando: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”. Ele viu o resplendor da glória do Pai ofuscando a forma de Jesus, indicando assim com certeza inequívoca Aquele que Ele reconheceu como Seu Filho naquela multidão. As circunstâncias relacionadas com essa cena batismal foram do maior interesse para Satanás. Ele sabia então com certeza que, a menos que pudesse vencer a Cristo, daí em diante haveria um limite para seu poder.
Quando Satanás levou o homem a pecar, ele esperava que a aversão de Deus ao pecado o separasse para sempre do homem e quebrasse o elo de ligação entre o céu e a terra. Quando dos céus que se abriram ele ouviu a voz de Deus se dirigindo a Seu Filho, foi para ele como o som de uma sentença de morte. Disse-lhe que agora Deus estava prestes a unir o homem mais intimamente a Si mesmo e dar poder moral para vencer a tentação e escapar das armadilhas dos dispositivos satânicos. Satanás conhecia bem a posição que Cristo ocupara no céu como o Filho de Deus, o Amado do Pai; e que Cristo deveria deixar a alegria e honra do céu, e vir a este mundo como um homem, encheu-o de apreensão. Ele sabia que essa condescendência da parte do Filho de Deus não era um bom presságio para ele. ...
Chegara o tempo em que o império de Satanás sobre o mundo seria contestado, seu direito contestado, e ele temeu que seu poder fosse quebrado. Ele sabia, por meio de profecia, que um Salvador foi predito e que Seu reino não seria estabelecido em triunfo terreno e com honra e ostentação mundanas. Ele sabia que as profecias predisseram um reino a ser estabelecido pelo Príncipe do céu na Terra, que ele reivindicou como seu domínio. Este reino abrangeria todos os reinos do mundo, e então o poder e a glória de Satanás cessariam, e ele receberia sua retribuição pelos pecados que introduziu no mundo e pela miséria que trouxe sobre a raça humana. Ele sabia que tudo o que dizia respeito à sua prosperidade dependia de seu sucesso ou fracasso em vencer a Cristo com suas tentações;The Signs of the Times, 4 de agosto de 1887 ).
Comentário Bíblico
Mathew Henry
Nota - (Mathew Henry)
Mateus 3:13-17
As condescendências da graça de Cristo são tão surpreendentes, que mesmo os crentes mais firmes apenas podem acreditar nelas a princípio; tão profundas e misteriosas que mesmo os que conhecem bem a sua mente estarão prontos a oferecer objeções contra a vontade de Cristo. Aqueles que são cheios do Espírito de Deus, enquanto estão aqui, percebem que precisam pedir mais de Cristo. Não há dúvida de que João tinha necessidade de ser batizado por Ele, porém Jesus declarou que Ele deveria ser batizado por João. Cristo estava naquela ocasião em estado de humilhação. Nosso Senhor Jesus considerou conveniente, para cumprir toda justiça, apropriar-se de cada instituição divina, e mostrar sua disposição para cumprir com todos os justos preceitos de Deus.
Em Cristo e por meio dEle, os céus estão abertos para os filhos dos homens.
A descida do Espírito sobre Cristo, demonstra que estava dotado sem medida com seus poderes sagrados. O fruto do Espírito Santo é amor, gozo, paz, paciência, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.
No batismo de Jesus houve uma manifestação das três Pessoas da Santa Trindade. o Pai confirmando o Filho como Mediador; o Filho que solenemente se encarregada da obra; o Espírito Santo que desce sobre Ele para ser comunicado ao povo por seu intermédio. NEle os nossos sacrifícios espirituais são aceitáveis, porque Ele é o altar que santifica todo dom (1 Pedro 2:5). Para aqueles que estão fora de Cristo, Deus é um fogo consumidor; para aqueles que estão em Cristo, um Pai reconciliado. Este é um resumo do Evangelho, o qual devemos abraçar com júbilo por fé.
- Veja também

O Desejado de Todas as Nações, Pág. 111

A Fé Pela Qual Eu Vivo, Pág. 140
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- Análise em Cadeia 43 E donde me provém isto, que venha visitar-me a mãe do meu Senhor? Lucas 1:43 6 Chegou, pois, a Simão Pedro, que lhe disse: Senhor, lavas-me os pés a mim? 7 Respondeu-lhe Jesus: O que eu faço, tu não o sabes agora; mas depois o entenderás. 8 Tornou-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Replicou-lhe Jesus: Se eu não te lavar, não tens parte comigo. João 13:6-8 16 Pois todos nós recebemos da sua plenitude, e graça sobre graça. João 1:16 3 Respondeu-lhe Jesus: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. 4 Perguntou-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? porventura pode tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer? 5 Jesus respondeu: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. 6 O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito. 7 Não te admires de eu te haver dito: Necessário vos é nascer de novo. João 3:3-7 5 Porque, na verdade, João batizou em água, mas vós sereis batizados no Espírito Santo, dentro de poucos dias. 6 Aqueles, pois, que se haviam reunido perguntavam-lhe, dizendo: Senhor, é nesse tempo que restauras o reino a Israel? 7 Respondeu-lhes: A vós não vos compete saber os tempos ou as épocas, que o Pai reservou à sua própria autoridade. 8 Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra. Atos 1:5-8 23 Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; 25 ao qual Deus propôs como propiciação, pela fé, no seu sangue, para demonstração da sua justiça por ter ele na sua paciência, deixado de lado os delitos outrora cometidos; Romanos 3:23,25 22 Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos que crêem. 27 Porque todos quantos fostes batizados em Cristo vos revestistes de Cristo. 28 Não há judeu nem grego; não há escravo nem livre; não há homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus. 29 E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa. Gálatas 3:22,27-29 6 E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai. Gálatas 4:6 3 entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como também os demais. 4 Mas Deus, sendo rico em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, 5 estando nós ainda mortos em nossos delitos, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos), Efésios 2:3-5 9 Depois destas coisas olhei, e eis uma grande multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, que estavam em pé diante do trono e em presença do Cordeiro, trajando compridas vestes brancas, e com palmas nas mãos; 10 e clamavam com grande voz: Salvação ao nosso Deus, que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro. 11 E todos os anjos estavam em pé ao redor do trono e dos anciãos e dos quatro seres viventes, e prostraram-se diante do trono sobre seus rostos, e adoraram a Deus, 12 dizendo: Amém. Louvor, e glória, e sabedoria, e ações de graças, e honra, e poder, e força ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos. Amém. 13 E um dos anciãos me perguntou: Estes que trajam as compridas vestes brancas, quem são eles e donde vieram? 14 Respondi-lhe: Meu Senhor, tu sabes. Disse-me ele: Estes são os que vêm da grande tribulação, e levaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro. 15 Por isso estão diante do trono de Deus, e o servem de dia e de noite no seu santuário; e aquele que está assentado sobre o trono estenderá o seu tabernáculo sobre eles. 16 Nunca mais terão fome, nunca mais terão sede; nem cairá sobre eles o sol, nem calor algum; 17 porque o Cordeiro que está no meio, diante do trono, os apascentará e os conduzirá às fontes das águas da vida; e Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima. Apocalipse 7:9-17