Comentário Bíblico
Adventista
As ovelhas fortes - (cba)
Gênesis 30:41
Os rabis da Antiguidade entendiam o significado desta passagem como se Jacó praticasse seu truque apenas durante o período de reprodução na primavera, uma vez que os antigos consideravam os animais concebidos na primavera e nascidos no outono mais fortes do que os concebidos no outono e nascidos na primavera. Os comentaristas modernos se inclinam, porém, a aplicá-la aos cordeiros nascidos mais cedo ou mais tarde dentro do mesmo período, uma vez que os cordeiros nascidos no início da primavera são mais valiosos do que os nascidos mais tarde nesse período. Segundo essa opinião, Jacó não fez seus experimentos com a segunda remessa de animais, porque sabia que seriam mais fracos, mas com a primeira, que era mais forte. Qualquer que seja o método que Jacó tenha usado, ele o fez para fortalecer e aumentar seus próprios rebanhos, obviamente à revelia de enfraquecer e diminuir os de Labão.
Comentário Bíblico
Ellen G. White e Outros
Nota
Gênesis 30:1-43
Este capitulo contém uma unidade que inicia em Gênesis 29:31 e termina em Gênesis 30:24. Relata o nascimento dos 12 filhos de Jacó e dá uma explicação para algumas das tensões e para a pressão vivenciadas pela familia (e, de modo especial, por seus filhos). Como tudo no AT, o dom dos filhos é ligado claramente à ação divina. O nome de cada filho é dado pela esposa, que nem sempre era a mãe biológica, mas recebia o filho da serva como se fosse próprio.
Comentário Bíblico
Mathew Henry
Nota - (Mathew Henry)
Gênesis 30:25-43
Passados os catorze anos, Jacó estava desejoso de partir sem provisão alguma, exceto com a promessa de Deus. Porém, em muitas formas, tinha uma justa reclamação sobre a fortuna de Labão, e a vontade do Senhor era que ele recebesse uma provisão desta. Ele atribuiu a sua causa a Deus, ao invés de acordar os salários estipulados com Labão, cujo egoísmo era muito grande. Parecia que agiu honestamente quando não foi encontrado o gado entre os seus, além dos que tinham as cores e as marcas acordadas. Labão pensou de modo egoísta que o seu gado produzia muito pouco das cores ou marcas diferentes de si mesmos.
Tem-se considerado que a conduta de Jacó após este acordo é um exemplo de sua política e administração. Porém, tudo isto ocorreu dentro da vontade de Deus, e como sinal de seu poder. o Senhor defenderá a causa do oprimido, de um ou outro modo, e honrará os que simplesmente confiam em sua providência. Labão também não podia queixar-se de Jacó, porque não tinha algo mais do que o que fora livremente acordado; também não sofreu dano, mas foi muito beneficiado pelos serviços de Jacó. Que todas as misericórdias sejam por nós recebidas com ação de graças e oração, para que, vivendo de sua generosidade, sejamos conduzidos a louvar a Deus.
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