Comentário Bíblico
Adventista
Ventos - (cba)
Hebreus 1:7
Do gr. pneumata, “ventos”; uma citação do Salmos 104:4 (ver com. ali). O objetivo do autor, ao citar esse texto, é mostrar que os anjos são servos, e que Deus os usa como Seus ministros, em contraste com o Filho, que é Deus.
Ministros - (cba)
Hebreus 1:7
Do gr. leitourgoi (ver com. de Romanos 13:6). Considerando que o Filho é Deus e deve ser adorado, os anjos são ministros, servos que se deleitam em fazer a vontade de Deus. Desde o início, eles tiveram uma parte definida no plano de Deus e têm atuado em diferentes funções. Depois que nossos primeiros pais pecaram, eles guardaram o caminho da árvore da vida (Gênesis 3:24). Quando os eventos finais tiverem lugar e Cristo voltar, eles virão com Ele (Mateus 25:31); Cristo os enviará, e eles “reunirão os Seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus” (Mateus 24:31).
- 6 Por esta razão também pagais tributo; porque são ministros de Deus, para atenderem a isso mesmo. Romanos 13:6 24 E havendo lançado fora o homem, pôs ao oriente do jardim do Éden os querubins, e uma espada flamejante que se volvia por todos os lados, para guardar o caminho da árvore da vida. Gênesis 3:24 31 Quando, pois vier o Filho do homem na sua glória, e todos os anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória; Mateus 25:31 31 E ele enviará os seus anjos com grande clangor de trombeta, os quais lhe ajuntarão os escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus. Mateus 24:31
Ao longo de toda a história, os anjos foram guardiães e protetores das pessoas, "enviados para serviço a favor dos que hão de herdar a salvação” (Hebreus 1:14). Os anjos participaram frequentemente no ministério de Cristo na Terra, desde o primeiro anúncio do nascimento até o momento da ascensão. Embora nem sempre estejamos conscientes da presença constante dos anjos em nossa vida, podemos saber com certeza que estamos sempre sob seu vigilante e amoroso cuidado.
Labareda de fogo - (cba)
Hebreus 1:7
Ver com. de Gênesis 3:24.
Comentário Bíblico
Ellen G. White e Outros
A Onipotência de Jesus
Hebreus 1:4-14
Nesta linguagem é representada a onipotência do Senhor Jesus. Ele é apresentado ao estudante da Bíblia como o Criador do mundo e era seu governante por direito.
O primeiro capítulo de Hebreus contrasta a posição dos anjos e a posição de Cristo. Deus falou palavras a respeito de Cristo que não devem ser aplicadas aos anjos. Eles são “enviados para ministrar em favor dos que hão de ser herdeiros da salvação”, mas Cristo, como Mediador, é o grande Ministro na obra da redenção. O Espírito Santo é Seu representante em nosso mundo, para executar o propósito divino de levar ao homem caído o poder do alto, para que ele seja um vencedor. Todos os que fazem um convênio com Jesus Cristo tornam-se por adoção filhos de Deus. Eles são limpos pelo poder regenerador da Palavra, e os anjos são comissionados para ministrar a eles ( Manuscrito 57, 1907 ).
Comentário Bíblico
Mathew Henry
Nota - (Mathew Henry)
Hebreus 1:4-14
Muitos judeus tinham um respeito supersticioso ou idólatra pelos anjos, porque haviam recebido a lei e outras notícias a respeito da vontade divina por meio da ministração destes. Consideravam-nos como mediadores entre Deus e os homens, e alguns chegaram tão longe que renderam-lhes uma espécie de homenagem religiosa ou adoração. Desta maneira, era necessário que não somente o apóstolo insistisse em que Cristo é o Criador de todas as coisas e, portanto, o Criador dos próprios anjos, e que era também o Messias em natureza humana, ressuscitado e exaltado, a quem estão sujeitos os anjos, bem como todas as autoridades e potestades. Para provar esta verdade cita várias passagens do Antigo Testamento.
Comparando aquilo que Deus disse acerca dos anjos, com o que disse ao Senhor Jesus Cristo, é claramente manifestada a inferioridade dos anjos em relação a Ele. Aqui está o trabalho dos anjos: são ministros ou servos de Deus para fazerem a sua vontade. Que coisas grandiosas foram ditas pelo Pai do Senhor Jesus Cristo! Reconheçamo-lo e honremo-lo como Deus, porque se não fosse Deus, jamais teria feito a obra de mediação, e jamais teria a coroa de Mediador.
É declarado como Cristo foi apto para o ofício de Mediador e como foi confirmado neste: tem o nome de Messias por ser o Ungido. Somente como homem possui semelhantes, e como ungido pelo Espírito Santo; porém, está acima de todos os profetas, sacerdotes e reis que já foram empregados no serviço a Deus na terra.
Cita-se outra passagem das Escrituras (Salmos 102:25-27), na qual declara-se o poder onipotente do Senhor Jesus Cristo, tanto ao criar o mundo como ao mudá-lo. Cristo envolverá este mundo como se fosse uma roupagem, para que não se abuse mais dele, nem seja utilizado como o foi. Como soberano, mesmo enquanto a roupagem de seu estado real esteja dobrada e guardada, continua sendo o soberano; da mesma maneira que o nosso Senhor continuará sendo o Senhor quando tiver deixado de lado a terra e os céus como uma roupa. Então, não coloquemos o nosso coração naquilo que não é o que cremos ser, e que não será o que é agora. O pecado trouxe uma grande mudança ao mundo, para pior, e Cristo traz uma mudança ainda maior, porém para melhor. Que estes pensamentos nos alertem, e nos tornem diligentes e desejosos em relação ao mundo melhor.
O Salvador fez muito para que todos os homens fossem seus amigos, porém, tem inimigos que ainda serão postos por estrado de seus pés, pela humilde sujeição, ou pela extrema destruição. Cristo continuará vencendo e agindo para vencer. Os anjos mais excelsos são espíritos ministradores, servos de Cristo para executarem as suas ordens. Os santos são, no presente, herdeiros que ainda não tomaram a posse completa de sua herança. Os anjos ministram-lhes opondo-se à maldade e ao poder dos maus espíritos, protegendo e cuidando de seus corpos, instruindo e consolando as suas almas, sujeitos a Cristo e ao Espírito Santo. Os anjos reunirão todos os santos no último dia, quando todos aqueles que colocaram o seu coração e as suas esperanças nos tesouros perecíveis, e nas glórias passageiras, serão lançados da presença de Cristo à miséria eterna.
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- Análise em Cadeia 14 Não são todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor dos que hão de herdar a salvação? Hebreus 1:14 11 E, indo eles caminhando e conversando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho. 2 Reis 2:11 17 E Eliseu orou, e disse: Ó senhor, peço-te que lhe abras os olhos, para que veja. E o Senhor abriu os olhos do moço, e ele viu; e eis que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo em redor de Eliseu. 2 Reis 6:17 4 que fazes dos ventos teus mensageiros, dum fogo abrasador os teus ministros. Salmos 104:4 2 Ao seu redor havia serafins; cada um tinha seis asas; com duas cobria o rosto, e com duas cobria os pés e com duas voava. Isaías 6:2 13 No meio dos seres viventes havia uma coisa semelhante a ardentes brasas de fogo, ou a tochas que se moviam por entre os seres viventes; e o fogo resplandecia, e do fogo saíam relâmpagos. 14 E os seres viventes corriam, saindo e voltando à semelhança dum raio. Ezequiel 1:13,14 10 Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e miríades de miríades assistiam diante dele. Assentou-se para o juízo, e os livros foram abertos. Daniel 7:10 5 Respondeu-me o anjo: Estes estão saindo aos quatro ventos do céu, depois de se apresentarem perante o Senhor de toda a terra. Zacarias 6:5