Comentário Bíblico
Adventista
A quinta parte - (cba)
Gênesis 41:34
O fato de que apenas um quinto da colheita devia ser recolhido cada ano implica que mesmo nos anos de fome a terra iria produzir algo. A fertili dade do Egito sempre dependeu da inundação anual ela terra pelo Nilo, uma vez que a chuva é pratica mente desconhecida.
Antes ela construção da represa de Assuã e de barragens para regular a inundação ao longo do Nilo, no século 19, foram construídos diques para controlar uma elevação normal do nível do rio. Isso significava 7,5 ou oito metros acima do nível baixo do rio na estação seca em Assuã. Se a inundação chegasse a mais de 8 m, os diques eram varridos; se chegasse a mais de nove metros, aldeias eram destruídas e vidas se perdiam. Por out rolado, uma inundação de apenas sete metros não traria água a campos que fica ssem a 3,2 km de distância do rio, e resultaria em seca parcial. Plínio escreveu a respeito da inundação do Nilo: "A altura normal [da inundação] é de 16 côvados [c. 8m]. Quando as águas ficam abaixo desse nível, não inundam o solo todo; quando fic am acima, levam muito tempo para retroceder. No primeiro caso, o solo não fica sat urado; no segundo, as águas permanecem durante tanto tempo no solo que passa o tempo da semeadura . A administração toma conhecimento de ambos os casos. A uma altura de apenas 12 côvados [c. 6m], a consequência é a fome. Mesmo com 13 côvados [c. 6,5m] ainda há fome; 14 côvados [c . 7m] produzem um regozijo geral; 15 [c. 7,5m], perfeita segurança; e 16, todas as comodidades ela vida" (Natural History, v. 10).
O Egito produzia mais cereais nos anos normais do que era necessário para o consumo domés tico. Por isso, era capaz de exportar grandes quantidades, e o recolhimento de 20% da colh eita nos anos de fartura não representaria nenhuma dificuldade. Ao mesmo tempo, isso armaze naria um enorme volume de grãos. Não seria sábio exigir uma quantidade muito grande, pois assim se perderiam a boa vontade e a cooperação dos fazendeiros e proprietários de terras. Se as colheitas fossem abundantes, eles poderiam pagar facilmente o aumento nos impostos sem considerá-lo opressivo.
Comentário Bíblico
Ellen G. White e Outros
Nota
Gênesis 41:33-36
José se aventurou a aconselhar o faraó, muito embora não tenha sido solicitado que o fizesse.
Comentário Bíblico
Mathew Henry
Nota - (Mathew Henry)
Gênesis 41:33-45
José interpretou os sonhos de faraó e deu-lhe um bom conselho. A boa advertência deve sempre ser seguida por um bom conselho. Deus nos disse em sua Palavra que existe um dia de prova para nós, quando precisamos de toda a graça que possamos ter. Portanto, faça agora a provisão necessária. Faraó deu um testemunho honrado a respeito de José. É um homem em quem está o Espírito de Deus; e tais homens devem ser estimados.
Faraó colocou em José sinais de honra. Deu-lhe um nome que falava do valor que José tinha para ele: Zafenate-Panéia, que significa "revelador de segredos". Esta ascensão de José anima a todos nós para confiarmos em Deus. Alguns traduzem este nome dado a José como "o salvador do mundo". As glórias mais resplandecentes, mesmo sendo pertencentes ao mundo superior, estão depositadas em Cristo; a maior confiança foi depositada em suas mãos, e todo o poder no céu e na terra lhe foram dados.
- Veja também

O Grande Conflito, Pág. 323

Patriarcas e Profetas, Pág. 221
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- Análise em Cadeia 14 E indignou-se Moisés contra os oficiais do exército, chefes dos milhares e chefes das centenas, que vinham do serviço da guerra, Números 31:14 11 E os da guarda, cada um com as armas na mão, se puseram em volta do rei, desde o lado direito da casa até o lado esquerdo, ao longo do altar e da casa. 12 Então Jeoiada lhes apresentou o filho do rei, pôs-lhe a coroa, e lhe deu o testemunho; e o fizeram rei e o ungiram e, batendo palmas, clamaram: Viva o rei! 2 Reis 11:11,12 12 E os homens trabalhavam fielmente na obra; e os superintendentes sobre eles eram Jaate e Obadias, levitas, dos filhos de Merári, como também Zacarias e Mesulão, dos filhos dos coatitas, para adiantarem a obra; e todos os levitas que eram entendidos em instrumentos de música. 2 Crônicas 34:12 9 Joel, filho de Zicri, superintendente sobre eles; e Judá, filho de Senua, o segundo sobre a cidade. Neemias 11:9 20 Na fome te livrará da morte, e na guerra do poder da espada. Jó 5:20 19 para os livrar da morte, e para os conservar vivos na fome. Salmos 33:19 6 Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus caminhos, e sê sábio; 7 a qual, não tendo chefe, nem superintendente, nem governador, 8 no verão faz a provisão do seu mantimento, e ajunta o seu alimento no tempo da ceifa. Provérbios 6:6-8 3 O prudente vê o perigo e esconde-se; mas os simples passam adiante e sofrem a pena. Provérbios 22:3 12 O prudente vê o mal e se esconde; mas os insensatos passam adiante e sofrem a pena. Provérbios 27:12 5 E chamando a si cada um dos devedores do seu senhor, perguntou ao primeiro: Quanto deves ao meu senhor? Lucas 16:5