Comentário Bíblico
Adventista
Abusaria ele de nossa irmã? - (cba)
Gênesis 34:31
Mas os filhos de Jacó não viam as coisas como seu pai. Para eles, a represália parecia plenamente justificada. Não só vindicaram a si mesmos, mas deixaram implícito que o pai se preocupava menos com a filha do que eles haviam se preocupado com ela como irmã. A palavra "prostituta", zanah, que significa prostituição em troca de dinheiro, é aqui usada pela primeira vez na Bíblia . Esta passagem mostra que a prostituição já existia na Palestina e que era considerada uma profissão desonrosa.
Esta narrativa constitui um capítulo obscuro na história dos patriarcas. Ela ensina que uma causa justa para ira não é desculpa para atos impensados. A paciência sob injustiça tem a aprovação divina (1 Pedro 2:19,20; 1 Pedro 3:17), pois a vingança e a retribuição pertencem somente a Deus (Romanos 12:19). Só Ele tem a sabedoria para ministrá-la com justiça e temperá-la com misericórdia. Sob certas circunstâncias, a ira pode ser plenamente justificada, mas deve ser dirigida contra o pecado e não contra o pecador. Já foi declarado que a única ira sem pecado é a ira contra o pecado (Efésios 4:26). A ira contra o próximo desqualifica a pessoa irada de exercer juízo imparcial (ver Mateus 7:1,2).
- 19 Porque isto é agradável, que alguém, por causa da consciência para com Deus, suporte tristezas, padecendo injustamente. 20 Pois, que glória é essa, se, quando cometeis pecado e sois por isso esbofeteados, sofreis com paciência? Mas se, quando fazeis o bem e sois afligidos, o sofreis com paciência, isso é agradável a Deus. 1 Pedro 2:19,20 17 Porque melhor é sofrerdes fazendo o bem, se a vontade de Deus assim o quer, do que fazendo o mal. 1 Pedro 3:17 19 Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira de Deus, porque está escrito: Minha é a vingança, eu retribuirei, diz o Senhor. Romanos 12:19 26 Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira; Efésios 4:26 1 Não julgueis, para que não sejais julgados. Mateus 7:1,2).
Comentário Bíblico
Ellen G. White e Outros
Nota
Gênesis 34:1-31
O estupro de Diná e o massacre subsequente da po pulação masculina de Siquém pelos filhos de Jacó destacam os conflitos profundos que envolvem as tenses entre povos nativos e não nativos, as diferenças religiosas e o importante valor da hora familiar.
Comentário Bíblico
Mathew Henry
Nota - (Mathew Henry)
Gênesis 34:20-31
Os homens de siquém submeteram-se ao rito sagrado somente para agradarem ao seu príncipe e se enriquecerem; por esta razão, foi justo serem castigados por Deus. Nada é capaz de nos assegurar melhor do que a verdadeira religião; do mesmo modo, nada nos expõe mais do que a religião que é somente fingida. Simeão e Levi foram sumamente injustos. Os que atuam mal sob o pretexto da fé são os piores inimigos da verdade, e endurecem, para a destruição, o coração de muitos. Os crimes alheios não se constituem em escusas para nós.
Ah! Como um pecado leva a outro e, como chamas de fogo, espalha desolações em todas as direções! Os prazeres néscios conduzem à sedução; a sedução produz a ira; a ira tem sede de vingança; a sede de vingança recorre à traição; a traição termina em assassinato; e o assassinato é seguido por outras ações ilegais. se analisássemos a história do comércio ilícito entre os sexos, descobriríamos que ela termina em sangue, mais do que qualquer outro pecado.
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- Análise em Cadeia 13 Então os filhos de Jacó, respondendo, falaram enganosamente a Siquém e a Hamor, seu pai, porque Siquém havia contaminado a Diná, sua irmã, Gênesis 34:13 7 Maldito o seu furor, porque era forte! maldita a sua ira, porque era cruel! Dividi-los-ei em Jacó, e os espalharei em Israel. Gênesis 49:7 34 porque o ciúme enfurece ao marido, que de maneira nenhuma poupará no dia da vingança. Provérbios 6:34