Comentário Bíblico
Adventista
O apoio - (cba)
Atos 25:9
Ou um favor (ver com. de Atos 24:27). A princípio, Festo recusara o pedido dos judeus de que Paulo fosse levado a Jerusalém (Atos 25:3,4). Tenha ele se deixado influenciar contra Paulo pelas acusações feitas ou não, pelo menos percebeu ainda mais a intensidade do sentimento dos judeus contra o apóstolo. Tudo que ele pudesse fazer para agradar os judeus contribuiría, é claro, para o sucesso de sua administração.
- 27 Mas passados dois anos, teve Félix por sucessor a Pórcio Festo; e querendo Félix agradar aos judeus, deixou a Paulo preso. Atos 24:27 3 lhe rogavam o favor de o mandar a Jerusalém, armando ciladas para o matarem no caminho. 4 Mas Festo respondeu que Paulo estava detido em Cesaréia, e que ele mesmo brevemente partiria para lá. Atos 25:3,4
Queres tu [...]? - (cba)
Atos 25:9
Ficou claro que as acusações contra Paulo eram questões da lei judaica, não da romana; portanto, parecia razoável para Festo investigar o assunto em Jerusalém, a capital dos judeus.
Por mim - (cba)
Atos 25:9
A presença de Festo na audiência era uma garantia de que Paulo continuaria sob custódia e proteção romanas. Contudo, os líderes judeus estariam à frente do procedimento judicial, e Festo desempenharia mais o papel de um observador interessado. Ele não estava transferindo o apóstolo para a jurisdição judaica, embora a proposta sugira uma possível disposição em fazê-lo. Essa sugestão praticamente declarou Paulo inocente de qualquer ofensa “contra César”. Todas as acusações que talvez fossem dignas de consideração estariam ligadas à lei e aos costumes judaicos. Embora, como representante de Roma, Festo não tivesse mais interesse direto no caso, seu desejo de conquistar o favor dos líderes de seu novo distrito administrativo o deixaram disposto a ceder ao máximo a seus desejos. Ao que tudo indica, a proposta não se baseou na suspeita de que Paulo fosse culpado de algum delito aberto ou da intenção de cometer algo assim, mas somente em uma medida política.
Comentário Bíblico
Mathew Henry
Nota - (Mathew Henry)
Atos 25:1-12
Observe como a maldade é incansável. Os perseguidores consideram como um favor especial a sua maldade ser satisfeita. Pregar a Cristo, o fim da lei, não era ofensa contra a lei.
Nos tempos de sofrimento se prova a prudência e a paciência do povo do Senhor. Os inocentes devem insistir em sua inocência. Paulo estava disposto a obedecer aos regulamentos da lei e deixar que seguissem o seu curso. Se merecia a morte, aceitaria o castigo, mas se nenhuma das coisas de que era acusado fosse verdadeira, ninguém poderia entregá-lo a eles com justiça. Paulo não é liberto nem condenado. Este é um caso dos passos lentos que a providência dá, pelos quais costumamos ter as nossas esperanças e os nossos temores envergonhados, e que nos mantém esperando em Deus.
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- Análise em Cadeia 3 lhe rogavam o favor de o mandar a Jerusalém, armando ciladas para o matarem no caminho. 20 E, estando eu perplexo quanto ao modo de investigar estas coisas, perguntei se não queria ir a Jerusalém e ali ser julgado no tocante às mesmas. Atos 25:3,20 3 Vendo que isso agradava aos judeus, continuou, mandando prender também a Pedro. (Eram então os dias dos pães ázimos.) Atos 12:3 27 Mas passados dois anos, teve Félix por sucessor a Pórcio Festo; e querendo Félix agradar aos judeus, deixou a Paulo preso. Atos 24:27 15 Então Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou-lhe Barrabás; e tendo mandado açoitar a Jesus, o entregou para ser crucificado. Marcos 15:15