Comentário Bíblico
Adventista
Avante! - (cba)
Jó 39:25
Talvez uma descrição do resfolegar ou do relincho do cavalo (cf. a tradução da NTLH: "Eles respondem com rinchos"); ou pode, figurativamente, descrever o cavalo como se emitisse uma expressão de sati sfação quando ouve a trombeta de guerra (cf. a tradução da NVI: Ao "toque da trombeta [ ... ] ele relincha: 'Eia! "').
O trovão - (cba)
Jó 39:25
Ver Isaías 5:28-30. Layard assim descreveu o cavalo árabe: "Embora seja dócil como um cordeiro e não exija outra guia senão o cabresto, quando a égua árabe ouve o grito de guerra da tribo e vê a tremulante lança de seu cavaleiro, seus olhos brilham como se fossem de fogo, suas narinas vermelhas como sangue se dilatam, seu pescoço se arqueia nobremente, e sua cauda e crina se levantam e esvoaçam com o vento" (A. H. Layard, Discoveries at Nineveh and Babylon [G. P. Putnam and Co, 1853], p. 330).
Comentário Bíblico
Mathew Henry
Deus interroga a Jó a respeito de diversos animais - (Mathew Henry)
Jó 39:1-30
O Senhor humilha Jó com estas perguntas. Neste capítulo, fala-se de diversos animais, cuja natureza ou situação demonstra, em particular, o poder, a sabedoria, e as múltiplas obras de Deus, como o cavalo selvagem, por exemplo. Melhor é trabalhar e ser bom para algo, do que perambular sem rumo definido e não servir para coisa alguma. Através da característica indomável destas e de outras criaturas, podemos ver que não somos bons para dar leis à providência, uma vez que nem sequer podemos domar um burrinho selvagem. O unicórnio, criatura orgulhosa, imponente e forte, é capaz de servir, mas não tem a disposição; Deus desafia Jó que o force a isto. Grande misericórdia é quando Deus coloca força onde está o coração para servir; por isso, devemos orar e nos convencermos racionalmente, coisa que os brutos não podem fazer. Os dons mais valiosos nem sempre são os que causam o maior espetáculo. Quem não preferiria ter a voz do rouxinol, ao invés da cauda do pavão real; e olho da águia e suas asas poderosas, e o afeto natural da cegonha, ao invés das belas plumas da avestruz, que nunca pode elevar-se da terra e não possui afeto natural? A descrição do cavalo de guerra nos ajuda a entender o caráter dos pecadores presunçosos.
Cada um se vai por seu caminho como o cavalo que leva a carga na batalha. Quando o coração do homem está totalmente disposto a fazer o mal, e é levado pela violência de seus apetites e paixões, não há forma de fazer com que tema a ira de Deus e as consequências fatais da transgressão. Os pecadores seguros pensam que estão a salvo em seus pecados, como a águia em seu ninho, nas fendas das altas roxas. "Porém, eu os derrubarei dali", diz o Senhor (Jeremias 49:16).
Todas estas belas referências à natureza devem nos ensinar o enfoque correto da rica sabedoria divina, daquEle tudo fez e que sustenta todas as coisas. A falta de uma visão correta sobre a sabedoria de Deus, que sempre está presente em todas as coisas, conduziu Jó a pensar e a falar indignamente a respeito da providência divina.
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- Análise em Cadeia 3 Sejam cobertos de vergonha os que dizem: Ah! Ah! Salmos 70:3 2 Filho do homem, visto como Tiro disse no tocante a Jerusalém: Ah! está quebrada a porta dos povos; está aberta para mim; eu me encherei, agora que ela está assolada; Ezequiel 26:2 2 Assim diz o Senhor Deus: Pois que disse o inimigo contra vós: Ah! ah! e: As alturas antigas são nossas para as possuirmos; Ezequiel 36:2