Comentário Bíblico
Ellen G. White e Outros
Nota
Gênesis 49:1-28
O testamento final de Jacó (incluindo bênçãos e algumas maldições) as filhos era um documento legal importante. Em conformidade com sua natureza solene, foi escrito em poesia. A maioria das profecias de louvor ou culpa é elaborada com base em jogos de palavras com o nome dos filhos ou em comparações com animas. Tais artifícios não são reproduzidos facilmente numa tradução.
Nota
Gênesis 49:8-12
Observe a extensão e o conteúdo da bênção de Judá. Embora não fosse o primogênito, sua transformação de caráter e sua liderança o prepararam para missões mais elevadas. O título messiânico Leão de Judá se baseia nesta passagem. O termo "Silo", em Gênesis 49:10, traz dificuldade especial. Ele se repete quase que nas mesmas palavras em Ezequiel 21:27, em que é relacionado a um rei da linhagem de Davi. Aponta para um rei futuro de Israel, que viria da tribo de Judá. Em termos de tipologia, vai além de Davi, indicando Cristo, o Rei messiânico ideal.
- 10 O cetro não se arredará de Judà, nem o bastão de autoridade dentre seus pés, até que venha aquele a quem pertence; e a ele obedecerão os povos. Gênesis 49:10 27 Ao revés, ao revés, ao revés o porei; também o que é não continuará assim, até que venha aquele a quem pertence de direito; e lho darei a ele. Ezequiel 21:27
Comentário Bíblico
Mathew Henry
Nota - (Mathew Henry)
Gênesis 49:8-12
O nome Judá significa louvor. Deus era louvado por sua causa (Gênesis 24:35); era louvado por ele e nele; portanto, os seus irmãos o louvariam. Judá será uma tribo forte e valente, e foi comparado não a um leão enfurecido e que ruge, mas é como o leão que desfruta a satisfação de sua força e êxito, sem vexar os demais; isto é ser verdadeiramente grande. Judá será a tribo real, a tribo da qual virá o Messias, o Príncipe. Ele que é a semente prometida em quem a terra será abençoada. Este "Pacífico e Próspero", o "salvador" virá de Judá. Jacó viu, de longe, o dia de Cristo, e isto foi para ele consolo e sustento em seu leito de morte. Até a vinda de Cristo, Judá possuiu autoridade; porém, após a sua crucificação, esta foi diminuída. Conforme o que foi anunciado por Cristo, Jerusalém foi destruída e todo o remanescente pobre e perseguido dos judeus foi confundido.
Muito do que aqui se diz sobre Judá deve ser aplicado ao nosso Senhor Jesus Cristo. Nele há abundância de tudo o que alimenta e refresca a alma, e que mantém e alegra a vida divina nela. Ele é a videira verdadeira; o vinho é o símbolo e o sinal do seu sangue, que se bebe, que é derramado a favor dos pecadores e aplicado por fé; todas as bênçãos do seu Evangelho são vinho e leite, sem dinheiro e sem preço, ao qual toda a alma sedenta é bem-vinda (Isaías 55:1).
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