Comentário Bíblico
Adventista
Do pó - (cba)
Jó 5:6
Ver Jó 4:8, trecho ao qual Elifaz provavelmente faz alusão. A tristeza e os problemas, afirma ele, não crescem do solo como ervas daninhas. O solo precisa ser preparado e a má semente, plantada. O homem é naturalmente pecaminoso; portanto, é natural que sofra.
Comentário Bíblico
Mathew Henry
Nota - (Mathew Henry)
Jó 5:6-16
Elifaz lembra a Jó que nenhuma aflição acontece por acaso, nem deve ser atribuída a causas secundárias. A diferença entre a prosperidade e a adversidade não se dá exatamente como o dia e a noite, o verão e o inverno, mas segundo a vontade e o conselho de Deus. Não devemos atribuir as nossas aflições à sorte, porque elas são permitidas por Deus; nem nossos pecados ao destino, porque são nossos. O homem nasce em pecado; portanto, possui a tendência para pecar. Não há algo neste mundo para o qual tenhamos nascido, e que possamos chamar próprio, salvo o pecado e as adversidades da vida.
As transgressões concretas são faíscas que voam do forno da corrupção que há em nós. Tal é a fragilidade de nossos corpos e a vaidade de nossos prazeres, que nossos problemas surgem deles como as labaredas enormes: são tantos, e rapidamente seguem uns após outros.
Elifaz reprova Jó por não buscar a Deus, ao invés de discutir com Ele. Alguém está aflito? Ore. A tranquilidade do coração é um bálsamo para toda a ferida.
Elifaz fala da chuva, e que somos propensos a considerá-la como algo comum; porém, se pensamos na maneira como ela é produzida, e o que por ela se produz, veremos que é uma grande obra de poder e bondade. com frequência não percebemos o grande Autor de todo o nosso consolo, nem a maneira pela qual Ele nos foi enviado, porque são apenas tidos como dádivas. Nos caminhos da providência, as experiências de uns são estímulos para outros, a fim de se esperar o melhor nos piores momentos; porque é gloria de Deus enviar ajuda ao indefeso e esperança ao desesperado. E os pecadores atrevidos confundem-se e vêem-se obrigados a reconhecer a justiça dos procedimentos de Deus.
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- Análise em Cadeia 29 Se ele dá tranqüilidade, quem então o condenará? Se ele encobrir o rosto, quem então o poderá contemplar, quer seja uma nação, quer seja um homem só? Jó 34:29 27 se eu não receasse a vexação da parte do inimigo, para que os seus adversários, iludindo-se, não dissessem: A nossa mão está exaltada; não foi o Senhor quem fez tudo isso. Deuteronômio 32:27 9 Reparai então: se ela subir pelo caminho do seu termo a Bete-Semes, foi ele quem nos fez este grande mal; mas, se não, saberemos que não foi a sua mão que nos feriu, e que isto nos sucedeu por acaso. 1 Samuel 6:9 7 Pois somos consumidos pela tua ira, e pelo teu furor somos conturbados. Salmos 90:7 7 Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio o mal; eu sou o Senhor, que faço todas estas coisas. Isaías 45:7 38 Não sai da boca do Altíssimo tanto o mal como o bem? Lamentações 3:38 6 Tocar-se-á a trombeta na cidade, e o povo não estremecerá? Sucederá qualquer mal à cidade, sem que o Senhor o tenha feito? Amós 3:6 4 Falam palavras vãs; juram falsamente, fazendo pactos; por isso brota o juízo como erva peçonhenta nos sulcos dos campos. Oséias 10:4 15 tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem; Hebreus 12:15 35 Concebem a malícia, e dão à luz a iniqüidade, e o seu coração prepara enganos. Jó 15:35