Comentário Bíblico
Adventista
Soltou um corvo - (cba)
Gênesis 8:7
Quarenta dias após o aparecimento do cimo dos montes, Noé ficou ansioso para saber até onde as águas tinham secado e se podia sair da arca com segurança. À medida que as águas baixavam, a arca já havia encontrado segurança das tempestades num local abrigado no alto das montanhas. Dessa posição era difícil confirmar em que extensão o nível das águas havia diminuído nos vales mais baixos. Portanto, foi enviado um corvo, para que Noé pudesse observar, a partir do comportamento do pássaro, algo sobre a condição da Terra. Não conseguindo achar lugar para pousar, o corvo voava pela superfície das águas e voltava de tempos em tempos para a arca (PP, 105).
Comentário Bíblico
Mathew Henry
Nota - (Mathew Henry)
Gênesis 8:4-12
A arca repousou sobre uma montanha, onde foi dirigida pela sábia e bondosa providência de Deus, para que pudesse repousar mais rapidamente. Deus possui tempos e lugares de repouso para o seu povo, após este ter sido provado; e muitas vezes Ele providencia para que o seu povo se estabeleça confortável e oportunamente, sem estratagemas deles mesmos, e muito além daquilo que eles poderiam prever.
Deus disse a Noé quando viria o Dilúvio, mesmo não lhe tendo concedido uma revelação detalhada dos tempos e dos passos pelos quais ele se realizaria. o conhecimento prévio era necessário para a preparação da arca; porém, o conhecimento do desfecho final teria sido útil somente para a satisfação da curiosidade de Noé; ocultando-o, Deus exercitaria a fé e a paciência do patriarca.
Noé soltou primeiramente um corvo, que sumiu, a fim de comer os cadáveres que boiavam sobre as águas. Em seguida, enviou uma pomba que voltou, na primeira vez, sem boas notícias; porém, no seu retorno, trouxe em seu bico uma folha que arrancara de uma oliveira, a fim de mostrar simplesmente que as árvores e os frutos começavam a aparecer sobre as águas. Noé soltou a pomba novamente, sete dias após tê-la enviado pela primeira vez. E a terceira vez aconteceu também sete dias após a segunda vez; provavelmente, no dia do repouso. Tendo guardado o dia de descanso com a sua pequena igreja, ele aguardava uma bênção especial dos céus, e perguntou por ela. A pomba é o emblema de uma alma bondosa que, não encontrando paz ou satisfação de modo firme neste mundo inundado e corrupto, regressa tanto a Cristo como à sua arca, assim como esta pomba retornou a Noé, e ao seu repouso. O coração carnal, como o corvo, acomoda-se com o mundo, e alimenta-se da carriça que encontra ali; porém, volta a teu repouso, ó minha alma, a teu Noé, como registra o Salmo 116.7. Assim como Noé estendeu a sua mão, tomou a pomba e trouxe-a a si mesmo, ao interior da arca, do mesmo modo Cristo salvará, ajudará e acolherá aqueles que nEle se refugiarem em busca de repouso.
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- Análise em Cadeia 15 todo corvo segundo a sua espécie, Levítico 11:15 4 Beberás do ribeiro; e eu tenho ordenado aos corvos que ali te sustentem. 6 E os corvos lhe traziam pão e carne pela manhã, como também pão e carne à tarde; e ele bebia do ribeiro. 1 Reis 17:4,6 41 Quem prepara ao corvo o seu alimento, quando os seus pintainhos clamam a Deus e andam vagueando, por não terem o que comer? Jó 38:41 9 que dá aos animais o seu alimento, e aos filhos dos corvos quando clamam. Salmos 147:9