Comentário Bíblico
Adventista
Cresceram as águas - (cba)
Gênesis 7:17
A tremenda extensão e intensidade do dilúvio é expressa de forma clara por uma vívida série de verbos e advérbios: as águas "cresceram" (Gênesis 7:17), "predominaram" e "cresceram sobremodo" (Gênesis 7:18), "prevaleceram [ ... ] excessivamente" (Gênesis 7:19) e até "prevaleceram" quinze côvados (cerca de 8 m) acima das montanhas (Gênesis 7:20). A descrição é direta, majestosa e vívida. Um imensurável volume de água cobriu toda a Terra. A extensão universal do dilúvio dificilmente poderia ter sido expressa em palavras mais fortes.
- 17 Veio o dilúvio sobre a terra durante quarenta dias; e as águas cresceram e levantaram a arca, e ela se elevou por cima da terra. Gênesis 7:17 18 Prevaleceram as águas e cresceram grandemente sobre a terra; e a arca vagava sobre as águas. Gênesis 7:18 19 As águas prevaleceram excessivamente sobre a terra; e todos os altos montes que havia debaixo do céu foram cobertos. Gênesis 7:19 20 Quinze côvados acima deles prevaleceram as águas; e assim foram cobertos. Gênesis 7:20
Essa descrição torna impossível o ponto de vista de alguns, de que o dilúvio foi um acontecimento local ocorrido no vale da Mesopotâmia. Os depósitos sedimentares descobertos por arqueólogos em Ur dos caldeus, por exemplo, não podem ser uma explicação para o que é descrito em Gênesis sobre o dilúvio (PP, 107, 108).
Em toda parte, sobre a superfície da Terra, encontram-se restos fósseis de plantas e animais, obviamente depositados pela água. Esses depósitos se estendem, em certos locais, a profundidades de até cinco quilômetros, mas a profundidade média é de pouco mais de 800 metros. A distribuição universal desses restos fósseis e a profundidade em que estão enterrados testificam inequivocamente tanto da extensão global quando da grande violência do dilúvio.
A universalidade dessa catástrofe é também atestada pelas lendas do dilúvio preservadas entre povos de quase todas as etnias sobre a face da Terra. Desses relatos, o mais completo é o dos antigos babilônios que se estabeleceram muito próximo ao local onde a arca repousou após o dilúvio e de onde a raça humana novamente começou a se espalhar. O épico de Gilgamés traz muitas semelhanças irrefutáveis com o relato de Gênesis, mas difere dele o suficiente para demonstrar que é uma versão alterada da mesma história. Uma comparação dos dois relatos apresenta impressionantes evidências da inspiração da narrativa do Gênesis.
Embora Gênesis 7:17 (ARA) haja apenas uma referência ao fato de a arca ser elevada, o texto hebraico usa duas expressões, como traz a ARC: "E cresceram as águas e levantaram a arca, e ela se elevou sobre a terra." O fato de que ela "vogava" seguramente "sobre as águas" (Gênesis 7:18) transmite a certeza da capacidade de Deus para salvar aqueles que nEle confiam e a Ele obedecem. Os próprios elementos desencadeados para destruir os ímpios levaram em segurança a fiel família de Noé. A Deus nunca faltam recursos para salvar. Ao mesmo tempo, é de Sua vontade que o homem exerça plenamente a inteligência e a força concedidas por Ele. Deus preservou miraculosamente a arca, mas ordenou que Noé a construísse.
Comentário Bíblico
Ellen G. White e Outros
O dilúvio cobriu tudo fora da arca
Gênesis 7:10-24
A descrição da destruição completa dos seres vivos da Terra reverte a criação universal do cap. 1. O Deus criador "descria" sua criação.
Comentário Bíblico
Mathew Henry
Nota - (Mathew Henry)
Gênesis 7:17-20
O Dilúvio progrediu durante quarenta dias. As águas subiram tão alto que os cumes dos montes mais elevados tornaram-se submersos por mais de vinte pés (pouco mas de seis metros). Não existe na terra sequer um lugar tão alto que seja capaz de colocar os homens fora dos juízos de Deus. A mão do Senhor alcançará todos os seus inimigos (Salmos 21:8). Quando parou de chover, a arca de Noé estava suspensa e as águas, que rompiam a tido, a sustentaram. o que para os incrédulos é sinal de morte para morte, para os fiéis é sinal de vida para a vida.
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