Comentário Bíblico
Mathew Henry
Nota - (Mathew Henry)
João 18:33-40
És tu o Rei dos judeus, este Rei que os judeus tem esperado por tanto tempo? És tu o Messias, o Príncipe? Tu te chamas deste modo e desejas que assim todos pensem de ti? Cristo respondeu a esta pergunta com outra, não por evadir-se, mas para que Pilatos considerasse aquilo que fez. o Senhor jamais reivindicou e nem tomou para si a algum poder terreno; jamais foram atribuídos a Ele quaisquer princípios ou costumes ligados à traição.
Cristo dá conta da natureza de seu reino. A sua natureza não pertence a este mundo; o seu reino é um reino que está dentro dos homens, instalado em suas consciências e corações; as suas riquezas são espirituais, o seu poder é espiritual, e a sua glória é interior. Seu reino não é sustentado por algum recurso mundano. Suas armas são espirituais, e não necessita e nem utiliza a força para manter-se e avançar, e não faz oposição a nenhum outro reino, exceto ao do pecado e de Satanás. o objetivo e o desígnio de seu reino não são mundanos. Quando Cristo disse que Ele mesmo é a verdade, estava dizendo efetivamente: Eu sou Rei. Ele vence por meio da evidência da verdade que convence; Ele reina pelo poder e pela autoridade da verdade. os súditos deste reino são aqueles que são da verdade.
Pilatos formulou uma boa pergunta quando disse: "O que é a verdade?". Quando esquadrinhamos as Escrituras e damos atenção ao ministério da Palavra, devemos ter esta pergunta em mente: O que é a verdade? E devemos orar da seguinte maneira: Dirija-me à tua verdade; a toda a verdade. contudo, muitos daqueles que fazem esta pergunta, não têm a paciência necessária para perseverar na busca da verdade, nem têm a humildade suficiente para recebê-la.
Desta solene declaração a respeito da inocência de Cristo, surge que, ainda que o Senhor Jesus tenha sido tratado como o pior dos malfeitores, jamais mereceu este tratamento. Isto mostra o objetivo de sua morte: que Ele morreu como sacrifício por nossos pecados. Pilatos queria agradar a ambos os grupos, e era mais governado pela vontade humana do que pelas regras da justiça.
O pecado é um ladrão, e numa atitude néscia, muitos o escolhem ao invés de escolherem a Cristo, que é aquEle que verdadeiramente nos enriquece. Tenhamos o propósito de envergonhar os nossos acusadores, assim como Cristo o fez, e cuidemo-nos para não tornar a crucificá-lo.
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- Análise em Cadeia 16 Nesse tempo tinham um preso notório, chamado Barrabás. 26 Então lhes soltou Barrabás; mas a Jesus mandou açoitar, e o entregou para ser crucificado. Mateus 27:16,26 7 E havia um, chamado Barrabás, preso com outros sediciosos, os quais num motim haviam cometido um homicídio. 15 Então Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou-lhe Barrabás; e tendo mandado açoitar a Jesus, o entregou para ser crucificado. Marcos 15:7,15 18 Mas todos clamaram à uma, dizendo: Fora com este, e solta-nos Barrabás! 19 Ora, Barrabás fora lançado na prisão por causa de uma sedição feita na cidade, e de um homicídio. 25 e soltou-lhes o que fora lançado na prisão por causa de sedição e de homicídio, que era o que eles pediam; mas entregou Jesus à vontade deles. Lucas 23:18,19,25 13 O Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Deus de nossos pais, glorificou a seu Servo Jesus, a quem vós entregastes e perante a face de Pilatos negastes, quando este havia resolvido soltá-lo. 14 Mas vós negastes o Santo e Justo, e pedistes que se vos desse um homicida; Atos 3:13,14