Comentário Bíblico
Adventista
Tire Ele a Sua vara - (cba)
Jó 9:34
Jó recua ante o castigo de Deus. Ele está aterrorizado. Acha que poderia falar em sua própria defesa se Deus cessasse de infligir-lhe sofrimentos.
Comentário Bíblico
Mathew Henry
Nota - (Mathew Henry)
Jó 9:25-35
Que pouca necessidade temos de passatempos, e que grande necessidade de remir o tempo, quando este corre tão veloz para a eternidade! Quão vãos são os prazeres temporais, os quais podemos perder completamente enquanto o tempo segue sua marcha! A memória de haver cumprido com nosso dever será sempre agradável posteriormente; porém, não será assim a memória de haver tido riquezas terrenas, quando estas se perdem e se acabam.
A queixa de Jó em relação a Deus referia-se à dificuldade de apaziguá-lo e fazer com que Ele deixasse de ser tão rigoroso; e esta foi a linguagem da corrupção de Jó. Existe um Mediador, um Intermediário, um Árbitro para nós, o Amado Filho de Deus, que adquiriu a paz para nós com o sangue que derramou na cruz, que é capaz de salvar a todos os que vêm a Deus por meio dEle. Se confiamos em seu nome, nossos pecados serão lançados nas profundezas do mar (Miquéias 7:19), seremos lavados de toda nossa 1nlundícia e mais alvos que a neve, de maneira que ninguém poderá acrescentar algo à nossa conta. Seremos vestidos com as vestes da justiça e da salvação, adornados com a graça do Espírito Santo, e apresentados irrepreensíveis diante da presença de sua glória, com gozo supremo. Aprendamos a diferença entre justificarmonos a nós mesmos, e sermos justificados pelo próprio Deus.
Que a alma tempestuosa considere o caso de Jó, e esteja atenta aos demais que já passaram por este abismo espantoso; ainda que lhes pareça difícil acreditar que Deus os ouve e os livra, ainda assim Ele repreendeu a tormenta e levou os seus ao porto desejado. Resisti ao Diabo; não deis lugar aos pensamentos maus acerca de Deus, nem às conclusões desesperadas sobre vós mesmos. Ide àquEle que convida ao cansado e sobrecarregado, e promete que de maneira alguma os lançará fora.
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- Análise em Cadeia 11 Não vos amedrontará a sua majestade? E não cairá sobre vós o seu terror? 20 Concede-me somente duas coisas; então não me esconderei do teu rosto: 21 desvia a tua mão rara longe de mim, e não me amedronte o teu terror. 22 Então chama tu, e eu responderei; ou eu falarei, e me responde tu. Jó 13:11,20-22 15 Por isso me perturbo diante dele; e quando considero, tenho medo dele. Jó 23:15 23 Pois a calamidade vinda de Deus seria para mim um horror, e eu não poderia suportar a sua majestade. Jó 31:23 7 Eis que não te perturbará nenhum medo de mim, nem será pesada sobre ti a minha mão. Jó 33:7 1 Sobre isso também treme o meu coração, e salta do seu lugar. Jó 37:1 10 Tira de sobre mim o teu flagelo; estou desfalecido pelo golpe da tua mão. Salmos 39:10 11 Quem conhece o poder da tua ira? e a tua cólera, segundo o temor que te é devido? Salmos 90:11 2 Ah! quem me dera ser como eu fui nos meses do passado, como nos dias em que Deus me guardava; 3 quando a sua lâmpada luzia sobre o minha cabeça, e eu com a sua luz caminhava através das trevas; 4 como era nos dias do meu vigor, quando o íntimo favor de Deus estava sobre a minha tenda; 5 quando o Todo-Poderoso ainda estava comigo, e os meus filhos em redor de mim; 6 quando os meus passos eram banhados em leite, e a rocha me deitava ribeiros de azeite! 7 Quando eu saía para a porta da cidade, e na praça preparava a minha cadeira, 8 os moços me viam e se escondiam, e os idosos se levantavam e se punham em pé; 9 os príncipes continham as suas palavras, e punham a mão sobre a sua boca; 10 a voz dos nobres emudecia, e a língua se lhes pegava ao paladar. 11 Pois, ouvindo-me algum ouvido, me tinha por bem-aventurado; e vendo-me algum olho, dava testemunho de mim; 12 porque eu livrava o miserável que clamava, e o órfão que não tinha quem o socorresse. 13 A bênção do que estava a perecer vinha sobre mim, e eu fazia rejubilar-se o coração da viúva. 14 vestia-me da retidão, e ela se vestia de mim; como manto e diadema era a minha justiça. 15 Fazia-me olhos para o cego, e pés para o coxo; 16 dos necessitados era pai, e a causa do que me era desconhecido examinava com diligência. 17 E quebrava os caninos do perverso, e arrancava-lhe a presa dentre os dentes. 18 Então dizia eu: No meu ninho expirarei, e multiplicarei os meus dias como a areia; 19 as minhas raízes se estendem até as águas, e o orvalho fica a noite toda sobre os meus ramos; 20 a minha honra se renova em mim, e o meu arco se revigora na minhã mão. 21 A mim me ouviam e esperavam, e em silêncio atendiam ao meu conselho. 22 Depois de eu falar, nada replicavam, e minha palavra destilava sobre eles; 23 esperavam-me como à chuva; e abriam a sua boca como à chuva tardia. 24 Eu lhes sorria quando não tinham confiança; e não desprezavam a luz do meu rosto; 25 eu lhes escolhia o caminho, assentava-me como chefe, e habitava como rei entre as suas tropas, como aquele que consola os aflitos. Jó 29:2-25