Comentário Bíblico
Mathew Henry
Nota - (Mathew Henry)
Marcos 14:32-42
Os sofrimentos de Cristo começaram pelos mais dolorosos, os de sua alma. Começou a entristecer-se e a angustiar-se, palavras não empregadas em Mateus, porém repletas de sentido. os terrores de Deus o combateram, e Ele lhe permitiu contemplá-lo.
Jamais houve, até agora, uma dor como aquela que Jesus sofreu. Ele foi feito maldição por nós; as maldições da lei foram lançadas sobre Ele por nossa causa. Ele então saboreou a morte em toda a sua amargura. Este era o medo a que o apóstolo se referia, o medo natural em relação à dor, e o medo da morte, diante da qual a natureza humana se sobressalta. Poderemos alguma vez ter pensamentos favoráveis ou sequer rápidos sobre o pecado, quando vemos os penosos sofrimentos que o pecado trouxe ao Senhor Jesus, mesmo que lhe tenham sido reconhecidos? Será leve para a nossa alma aquilo que foi tão pesado para a alma dEle? Cristo esteve em tal agonia por causa de nossos pecados, e nós jamais sequer sentiremos angústia por tê-los cometido? Como deveríamos olhar para aquEle a quem traspassamos, e como deveríamos sentir dor! É nosso dever entristecermo-nos excessivamente por causa do pecado, porque o Senhor se entristeceu, e jamais riu deste assunto.
O Senhor Jesus Cristo, como homem, rogou que se fosse possível, os seus sofrimentos passassem dEle. Como mediador, submeteu-se à vontade de Deus dizendo: "Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; afasta de mim este cálice; não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres".
Observemos como a pecaminosa fragilidade retorna aos discípulos de Cristo e os vence. Que fardos tão pesados os nossos corpos são para as nossas almas! Porém, quando virmos os problemas às portas, devemos nos preparar para enfrentá-los. Ó, até mesmo alguns crentes costumam contemplar de modo errado os sofrimentos do Redentor, e ao invés de estarem prontos para morrer com Cristo, não estão preparados para velar com Ele sequer por uma hora.
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- Análise em Cadeia 7 E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque pensam que pelo seu muito falar serão ouvidos. Mateus 6:7 42 Retirando-se mais uma vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, faça-se a tua vontade. 43 E, voltando outra vez, achou-os dormindo, porque seus olhos estavam carregados. 44 Deixando-os novamente, foi orar terceira vez, repetindo as mesmas palavras. Mateus 26:42-44 1 Contou-lhes também uma parábola sobre o dever de orar sempre, e nunca desfalecer. Lucas 18:1 8 acerca do qual três vezes roguei ao Senhor que o afastasse de mim; 2 Coríntios 12:8